Mari Aquino é uma das jogadores contratadas pelo Curitiba Vôlei para a Superliga. (Diego Luiz Wladyka/Curitiba Vôlei)

Primeira brasileira a conquistar um título universitário nos Estados Unidos, vice-campeã da Liga dos Campeões da Europa de 2018, pelo CSM Vôlei Alba-Blaj e passagem pela seleção brasileira nas categorias de base. Esse é o currículo da central Mari Aquino que retorna a sua cidade natal para reforçar o Curitiba Vôlei na disputa da Superliga Feminina.

Mari Aquino conversou com a reportagem da Banda B sobre a volta à capital paranaense e a expectativa para a volta do vôlei de Curitiba para o cenário nacional. Ela é uma das novidades do elenco do time curitibano para a Superliga, que começa no dia 16 de novembro.

Você jogou muitos anos na Europa e agora está voltando para Curitiba para esse projeto do vôlei. Como está sendo esse retorno para a sua cidade?

Quando eu soube que o time ia jogar a Superliga, eu não pensei duas vezes e abracei esse projeto junto com a comissão toda. É uma emoção muito grande trazer o voleibol de elite para a cidade de Curitiba. Na época do Rexona, 20 anos atrás, o povo vinha em peso e já está mais do que provado que o público vem. Para mim, como curitibana, foi uma honra aceitar esse confronto. Como atleta também é um desafio muito grande de jogar a Superliga no meu país depois de tantos anos fora.

Esse fator de Curitiba estar na Superliga te ajudou a voltar para o Brasil?

Com certeza. Estar morando com a minha família e estar perto dos amigos ajuda muito. Não é fácil fazer tudo isso todos os dias. Com a família fica tudo mais tranquilo.

Como está a expectativa para a Superliga? A estreia já é contra o Sesc, do técnico Bernardinho.

É um jogo difícil e a gente já sabe o que esperar. Porém, eles não sabem o que esperar do nosso time. Vamos trabalhar na surpresa para fazer o nosso melhor e esperamos que o melhor vença. Essa Superliga será um desfaio em todos os jogos. Com ou sem Bernardinho, nós vamos com tudo.

Qual o objetivo para a Superliga?

O meu objetivo, como equipe, é que a gente permaneça na elite e faça uma boa campanha. O meu objetivo individual é que eu possa fazer o meu melhor para ajudar meu time em todos os momentos que estiver em quadra.