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Seleção Brasileira já não arrasta mais multidões como antigamente, uma época em que eu sinceramente não vivi. Passei a entender realmente o que era futebol na Copa de 2002, quando tinha 9 para 10 anos, ou seja, não lembro direito da derrota para Zidane, Djorkaeff e companhia em 98, quiçá a conquista em 94. Mas hoje, o que eu vejo na seleção é incoerência.

Já ouvi falar da boca de Dunga que Seleção Brasileira é momento: quem está bem, tem que jogar. Tudo bem e mesmo não concordando eu posso entender que Ricardo Oliveira está sendo chamado para fazer parte do elenco que está disputando as Eliminatórias.

Então vamos fazer um pensamento rápido aqui de jogadores que estão na lista e não estão em bons momentos, como Jefferson, que joga uma Série B e ainda foi reserva no último jogo, como Luiz Gustavo, que não acerta passes de mais de 5 metros, ou até Oscar que está mal no Chelsea, junto com todo o time, e principalmente vestindo a amarelinha, pois os dois últimos jogos foram lamentáveis. Mas a minha principal indignação é Kaká.

“Ah, mas o Kaká está jogando bem nos Estados Unidos”. Sim, ele está jogando bem… Nos Estados Unidos! O esporte que está nascendo lá praticamente agora, onde um jogador que já foi melhor do mundo e nunca mais repetiu esse futebol vai conseguir um destaque, obviamente.

Se futebol é momento, Dunga, onde está Jadson no lugar de Kaká ou de Oscar? Onde está Philippe Coutinho? Onde está Alexandre Pato, que só falta fazer chover no São Paulo? Onde está Victor, goleiro do Galo? Que é melhor que Jefferson, Alisson e o próprio Cássio, merecidamente convocado. Onde está Felipe Melo? Jogador que é do seu estilo, Dunga, e que vai trazer uma liderança que a Seleção não tem.

Tempos difíceis…