É inegável que a participação no Big Brother Brasil é um excelente artifício para quem visa um espaço na mídia. Os anônimos saem de lá famosos e os famosos saem com as carreiras impulsionadas. Mas isso tem seu preço. O reality show exige que os participantes passem por alguns perrengues ao longo dos três meses. E, para quem está acostumado com uma vida de luxo, pode não ser tão fácil se submeter a isso.

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A Fiat é um dos patrocinadores master do BBB há anos e promoveu momentos históricos, como o recorde de Ana Clara e Kaysar no BBB18: 43 horas em uma prova de resistência, que valia um carro. E como esquecer do choro comovente de Babu por não ganhar o seu tão sonhado veículo no BBB20? Já Flávia Pavanelli, uma das cotadas para a próxima edição, dificilmente passaria por algo parecido, já que ganhou um Porsche avaliado em R$ 589 mil de Natal. Fiuk e Carla Diaz são dois que levam vida de atores globais: será que vão se acostumar com o dia a dia comum da casa?

E não precisa ter nascido em uma família milionária, como Flávia, para sentir falta do conforto da vida que leva. Camilla de Lucas, por exemplo, divide com o público que tem uma origem humilde, mas que hoje em dia já pode bancar certas comodidades com o dinheiro que ganha trabalhando como influencer. Já no BBB, elas vão precisar racionar seus ovos e comer muito macarrão instantâneo sem tempero.