Tatá Werneck, 37, se manifestou contra as reuniões que anônimos e celebridades vêm promovendo nas últimas semanas de 2020 para comemorar as festas de fim de ano. “Você ser absolutamente responsável não te protege, porque você precisa que todos ao seu redor sejam também”, começou a apresentadora.

“Os hospitais estão lotados. Vamos passar o ano novo longe de festas. Não é possível que uma pandemia mundial não nos faça aprender nada”, continuou a artista, encerrando com uma mensagem de conscientização.

Foto: Reprodução/Instagram

“Vamos ajudar o mundo fazendo a nossa parte! Não é momento para festas! Lição não aprendida, é lição repetida. Se não aprendermos com uma pandemia mundial, o que será preciso acontecer para termos responsabilidade coletiva”, questionou Werneck.

Ela interagiu com uma internauta que falou sobre estar isolada há nove meses, com os filhos, com os avós chorando de saudade dos netos. “Ficamos com cara de palhaço! É muito triste isso tudo. É inacreditável”. Werneck respondeu de forma lúcida. “Quem está nessa situação não vai numa boate beber e sair contaminando todo mundo”.

Em outra interação ela aproveitou para explicar a quem estava sendo direcionada sua mensagem. “[…] Estou me referindo principalmente às pessoas que podem ficar em casa, que têm essa opção mas estão nem aí para a vida dos outros 🙁 ‘playboys’…não me refiro a quem não tem outra opção”.

Esta não é a primeira vez que a artista se posiciona contra aglomerações em meio a pandemia. Em abril, ela escreveu uma mensagem no Instagram de Gabriela Pugliesi criticando a festa promovida pela influenciadora digital.

“Gabriela, vc vai me achar uma babaca depois desse comentário. Mas eu acho menos importante isso do que alertar as pessoas. Tão pedindo caminhão nos hospitais. Pq tá um caos. Minha prima médica (que pegou) chega chorando em casa. Pq eles JÁ têm que escolher quem salvar. Você já teve. Está teoricamente ‘imune’. Eu acho essa atitude, ainda mais para um monte de gente que te segue e se inspira na sua vida saudável, inadmissível”, escreveu Werneck à época.