O músico e compositor Projota, 34, revela que se considera um fenômeno por conseguir se manter na música. Em papo no programa Trace Trends (RedeTV!), no ar nesta terça (3), às 22h50, ele conta que se considera em um grande momento.

“Nunca fui o fenômeno, a sensação do momento, mas eu sempre estive ali e esse ‘sempre estar ali’ me faz ser um fenômeno, que é conseguir me manter 15 anos trabalhando e conseguindo viver de música. Tenho uma trajetória muito bonita, difícil, mas que eu não trocaria nada”, diz ele em conversa com os apresentadores AD Junior e Alberto Pereira Jr.

Foto: Reprodução/Instagram

O rapper conta que agora vive uma nova fase e celebra uma consolidação de sua música. “Agora estou em outro momento, indo pelo caminho do trabalho consolidado. Quero ver o Projota ser um nome como grandes referências na música, como Skank e Jota Quest, que o que construíram, construíram lindamente e não tem ninguém que não os conheça”, reflete.

Ao falar da sociedade atual, de um mundo polarizado, no qual o cancelamento virtual atinge diversas pessoas, Projota afirma: “Está difícil não ser cancelado hoje em dia, se tiver opinião, isso pode bater à sua porta a qualquer momento e, no mínimo, você vai ser cancelado por um lado. Vivemos em uma sociedade polarizada, dividida. Você não pode encontrar beleza no outro lado, isso é proibido hoje. Não concordo”, diz.

Reconhecido pelas opiniões fortes, Projota completa que continuará nesse caminho. “Tento expor minha opinião, acho que sei usar as palavras, foi isso que me fez chegar aonde cheguei. Faço o possível para que a minha opinião consiga ser ouvida pelo outro que diverge de mim. Não podemos simplesmente negar o ouvido para o outro lado. Quando ouvimos o outro, crescemos também”, conclui.