Integrante do Pânico durante dois anos, Erick Ricarte foi alvo de todo tipo de bullying por parte de seus colegas de elenco, que lhe batizaram de “Bunda Gorda”. Também foi demitido ao vivo por Emílio Surita. Deprimido, chegou a achar que não voltaria para a TV e passou a usar remédios controlados. Em julho, deu a volta por cima: foi convidado para assumir a versão sergipana de A Hora da Venenosa, na TV Atalaia, aliada da Record.

Em entrevista ao Notícias da TV, Ricarte conta que sua saída do Pânico foi “um grande susto”. Diz que sequer pôde voltar aos estúdios da rádio Jovem Pan, dona da marca, para buscar suas coisas ou para se despedir do público. Ele fazia o programa na rádio e na Band.

“Quando eu saí, o Pânico já estava ladeira abaixo. Hoje, é um programa que ninguém mais lembra que existe, ninguém comenta, ninguém quer fazer parte. Eles perderam muito o foco e a notoriedade, não tem mais o respeito do público. São campeões de processos… Até eu cheguei a pensar em processar depois da minha saída, pois não cumpriram com muita coisa prometida”, detona.

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