O humorista Carlinhos Maia, 29, está sendo criticado nas redes sociais por causa de uma grande festa que ele deu no final de semana e que reuniu amigos e até alguns famosos como os ex-BBB Pyong Lee e Gabi Martins.

A festança, em plena pandemia do novo coronavírus, aconteceu na cidade de Penedo, em Alagoas. Antes dela, ele dizia que faria tudo seguindo os protocolos e que o motivo da confraternização seria gerar ainda mais visibilidade para o povo da vila.

“Tudo dentro da lei. Com autorização da secretaria de Saúde e com número permitido de pessoas, bombeiro, polícia. Testes”, dizia.

Pelas redes sociais não foram poucos os vídeos que mostraram a aglomeração das pessoas, todas sem máscaras. Por meio de alguns vídeos no Instagram, Maia deu a entender que faria teste em todos os convidados depois da festa para saber se alguém havia contraído o vírus. Porém, procurado, ele disse que não daria mais nenhuma declaração.

Até mesmo a atriz e apresentadora Tatá Werneck deu uma alfinetada no comediante. Pelo Twitter e sem citar nomes, colocou seu ponto de vista e reiterou que o momento não é para festas.

“Vamos ajudar o mundo fazendo a nossa parte. Não é momento para festas. Lição não aprendida é lição repetida. Se não aprendermos com uma pandemia mundial, o que será preciso acontecer para termos responsabilidade coletiva?”, publicou.

“Você ser absolutamente responsável não te protege porque você precisa que todos ao seu redor sejam também. Os hospitais estão lotados. Vamos passar o ano novo longe de festas. Não é possível que uma pandemia mundial não nos faça aprender nada”, concluiu Tatá.

Em fotos publicadas em seu Instagram justamente para falar do evento, muita gente criticou Carlinhos Maia. “E a Covid? Achou a cura?”, perguntou uma seguidora. “Tanta gente morrendo por causa da Covid e os famosos curtindo festas com aglomeração. Péssimo exemplo”, disse uma outra. “Todo mundo aplaudindo a aglomeração em plena pandemia”, ironizou uma outra.

Atualmente, o Brasil registra mais de 185 mil mortes pelo novo coronavírus e há uma curva ascendente com relação a novos casos diários.