O dólar voltou a subir, após a trégua de segunda, e chegou a superar os R$ 4,18 ao longo dos negócios, batendo nos níveis mais altos desde 25 de setembro. A alta generalizada da moeda americana no mercado internacional contribuiu para a pressão, em dia de preocupações dos investidores com o Chile, em terça-feira marcada por greve geral no país. No Brasil, as mesas de câmbio monitoraram ainda os eventos em Brasília e causou mal-estar declaração do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), sobre a possibilidade de realizar nova Assembleia Constituinte. O dólar à vista fechou em alta de 0,57%, a R$ 4,1665.

O dólar chegou a subir 5% no Chile pela manhã, batendo máximas históricas em Santiago. No período da tarde, o ritmo de valorização diminuiu para a casa dos 2,5%, mas o peso chileno seguiu no posto de moeda com pior desempenho ante a divisa dos EUA em uma cesta de 34 moedas internacionais. Incertezas sobre uma nova constituição no país e uma greve geral acabaram contaminando os ativos brasileiros e outras moedas de emergentes, que perderam valor de forma generalizada ante a divisa dos EUA. Entre as maiores altas, o dólar subiu 2,1% na Colômbia e 1,1% no México.

Stock market chart, Stock market data on LED display concept

DÓLAR
compra/venda
Câmbio livre BC – R$ 4,1750 / R$ 4,1756 **
Câmbio livre mercado – R$ 4,1660 / R$ 4,1680 *
Turismo – R$ 4,1200 / R$ 4,3700

(*) cotação média do mercado
(**) cotação do Banco Central

Variação do câmbio livre mercado
no dia: 0,62%

OURO BM&F
R$ 204,990

BOLSAS
Bovespa (Ibovespa)
Variação: -1,49%
Pontos: 106.751
Volume financeiro: R$ 18,880 bilhões
Maiores altas: EDP Brasil ON (1,28%), Taesa UNT (1,03%), Bradespar PN (0,37%)
Maiores baixas: CVC Brasil ON (-6,64%), Cosan ON (-4,93%), Eletrobras ON (-4,74%)

S&P 500 (Nova York): 0,16%
Dow Jones (Nova York): 0,00%
Nasdaq (Nova York): 0,26%
CAC 40 (Paris): 0,44%
Dax 30 (Frankfurt): 0,65%
Financial 100 (Londres): 0,50%
Nikkei 225 (Tóquio): 0,81%
Hang Seng (Hong Kong): 0,52%
Shanghai Composite (Xangai): 0,17%
CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,02%
Merval (Buenos Aires): -0,69%
IPC (México): -1,14%

ÍNDICES DE INFLAÇÃO
IPCA/IBGE
Setembro 2018: 0,48%
Outubro 2018: 0,45%
Novembro 2018: -0,21%
Dezembro 2018: 0,15%
Janeiro 2019: 0,32%
Fevereiro 2019: 0,43%
Março 2019: 0,75%
Abril 2019: 0,57%
Maio 2019: 0,13%
Junho 2019: 0,01%
Julho 2019: 0,19%
Agosto 2019: 0,11%
Setembro 2019: -0,04%

INPC/IBGE
Setembro 2018: 0,30%
Outubro 2018: 0,40%
Novembro 2018: -0,25%
Dezembro 2018: 0,14%
Janeiro 2019: 0,36%
Fevereiro 2019: 0,54%
Março 2019: 0,77%
Abril 2019: 0,60%
Maio 2019: 0,15%
Junho 2019: 0,01%
Julho 2019: 0,10%
Agosto 2019: 0,12%
Setembro 2019: -0,05%

IPC/Fipe
Setembro 2018: 0,39%
Outubro 2018: 0,48%
Novembro 2018: 0,15%
Dezembro 2018: 0,09%
Janeiro 2019: 0,58%
Fevereiro 2019: 0,54%
Março 2019: 051%
Abril 2019: 0,29%
Maio 2019: -0,02%
Junho 2019: 0,15%
Julho 2019: 0,14%
Agosto 2019: 0,33%
Setembro 2019: 0,00%

IGP-M/FGV
Setembro 2018: 1,52%
Outubro 2018: 0,89%
Novembro 2018: -0,49%
Dezembro 2018: -1,08%
Janeiro 2019: 0,01%
Fevereiro 2019: 0,88%
Março 2019: 1,26%
Abril 2019: 0,92%
Maio 2019: 0,45%
Junho 2019: 0,80%
Julho 2019: 0,40%
Agosto 2019: -0,67%
Setembro 2019: -0,01%

IGP-DI/FGV
Setembro 2018: 1,79%
Outubro 2018: 0,26%
Novembro 2018: -1,14%
Dezembro 2018: -0,45%
Janeiro 2019: 0,07%
Fevereiro 2019: 1,25%
Março 2019: 1,07%
Abril 2019: 0,90%
Maio 2019: 0,40%
Junho 2019: 0,63%
Julho 2019: -0,01%
Agosto 2019: -0,51%
Setembro 2019: 0,50%

SALÁRIO MÍNIMO
Janeiro 2019: R$ 998,00