Aéreas brasileiras preveem alta de preços das passagens com ataques à Ucrânia

Aumento de preços dos combustíveis, de commodities e do dólar deve encarecer ainda mais o valor das passagens aéreas

Metrópoles

Aéreas brasileiras preveem alta de preços das passagens com ataques à Ucrânia

Imagem ilustratova: Pixabay.

Enquanto empresas aéreas internacionais e países suspendem voos para a Rússia, em guerra com a Ucrânia, companhias brasileiras preveem alta do preço das passagens – que já tem inflação acumulada de quase 20% nos últimos 12 meses – devido ao conflito no Leste Europeu.

Imagem ilustratova: Pixabay.

O setor avalia que variações nos preços dos combustíveis, do dólar e de commodities podem dificultar ainda mais a recuperação do mercado aéreo, ainda bastante calejado da crise econômica causada pela Covid-19.

A União Europeia (UE) e o Canadá impuseram, no último domingo (27), proibição geral de voos aos aviões russos.

Seguindo a mesma direção, empresas aéreas, como a Air France-KLM e Finnair, também decidiram suspender as viagens para o país de Vladimir Putin. Os Estados Unidos cancelaram os voos russos apenas na noite dessa terça-feira (1º), em discurso do presidente Joe Biden.

O país já havia alertado que cidadãos norte-americanos que estão na Rússia devem considerar a “saída imediata” de lá. “Um número crescente de companhias aéreas está cancelando voos para a Rússia, e vários países fecharam seu espaço aéreo para companhias aéreas russas”, informou a Embaixada dos Estados Unidos na Federação Russa.

No Brasil, não há rotas aéreas, diretas ou com escalas, vigentes para a Rússia. A informação é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Dessa maneira, as três maiores companhias do país – Latam, Gol e Azul – seguem operando normalmente, apesar da guerra no Leste Europeu.

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