A estudante Letícia Bastias Fabri, de 17 anos, recebeu no último domingo (10) a notícia de que foi premiada com uma medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Aluna do Colégio Marista Santa Maria, em Curitiba, a adolescente relatou à Banda B como foi o processo até a aprovação.

A prova aplicada à Letícia foi de nível 4, destinada a estudantes no ensino médio, matriculados em qualquer série. Entre os conteúdos abordados no processo seletivo haviam questões sobre Lei da Gravitação universal, leis de Kepler, Lei de Hubble e órbitas.

Ouvida pela Banda B nesta quarta (13), três dias após o resultado da 25ª edição da olimpíada, a estudante explicou que entregou sua prova ao aplicador “sem expectativas” já que não se atentou ao fato de que poderia usar calculadora durante o exame.

Foto: Arquivo pessoal

“Eu fui para a prova e a entreguei sem nenhuma expectativa porque chegando lá descobri que poderia usar calculadora, mas não tinha levado”, afirmou a curitibana, que disse ter respondido a todas as dez questões com fórmulas.

Segundo o regulamento da OBA, entre os quatro níveis de prova, cerca de 50 mil medalhas (ouro, bronze e prata) foram distribuídas.

Por ter tirado uma nota superior a sete, Letícia será convidada a participar de um processo seletivo para integrar equipes internacionais. Estes estudantes farão provas online, com 20 perguntas de múltiplas escolhas. Os alunos que alcançarem as maiores médias passarão por outro certame e terão treinamentos intensivos e, por fim, representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, IOAA, e na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, OLAA.

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Sem calculadora, curitibana é ouro em olímpiada de astronomia e astronáutica

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