“Não consigo mais dormir” diz mãe de adolescente que pode morrer se não fizer cirurgia na coluna

Eduarda foi Eduarda foidiagnosticada com escoliose severa há cerca de dois meses antes do início da pandemia de Covid-19, em 2020

Angelo Binder e Rafael Torquato

A família da adolescente Eduarda dos Santos de Freitas, de 17 anos, corre contra o tempo para arrecadar a quantia necessária para que um médico especialista possa participar de uma cirurgia de coluna que a jovem será submetida nos próximos dias, em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba.

Eduarda precisa de ajuda para a cirurgia de coluna

O hospital pode marcar a operação da menina a qualquer momento, assim que houver disponibilidade. Por isso, a família precisa estar com valor o garantido para que o médico assistente particular possa estar na cirurgia.

Eduarda foi diagnosticada com escoliose severa há cerca de dois meses antes do início da pandemia de Covid-19, em 2020. Para o caso dela, a cirurgia foi indicada com urgência, mas a pandemia adiou a cirurgia e o caso de Eduarda se agravou ainda mais.

“No exame mais recente, a escoliose da Eduarda aumentou de 90 para 124 graus. Em vez de diminuir, a escoliose duplicou, o médico disse. Nem dormir ou comer consigo” diz mãe da jovem Lucia dos Santos. “Ela pode morrer se não fizer cirurgia”, contou à Banda B.

Com o resultado dos exames, o médico do Hospital São Lucas, de Almirante Tamandaré, disse que a gravidade do caso a cirurgia é ainda mais necessária, mas, segundo a mãe de Eduarda, um médico especialista em coluna, com equipamentos específicos, é essencial para o sucesso da cirurgia na adolescente.

“Precisamos de R$ 5 mil reais para pagar o colega do médico acompanhar a cirurgia. Um médico que atende particular e que tem todos os instrumentos e é especializado na cirurgia necessária no caso da Eduarda”, explicou a mãe.

Mãe de Eduarda, Lucia, mostra os exames da coluna na filha Foto: Rafael Torquato/ Banda B

Eduarda convive com dores e limitações. “Sinto muita falta de ar, dói bastante’, descreveu.

A família já fez campanhas pela Facebook e redes sociais. Agora criou um financiamento coletivo. Quem puder ajudar a Eduarda basta clicar aqui.

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