A família de Ozelinda Pinto da Silva, mãe que sofreu AVC hemorrágico 12 dias após dar luz à filha, de nome Rebeca, em fevereiro deste ano, em Curitiba, pede ajuda. Em entrevista à Banda B nesta quarta-feira (26), a irmã dela Ozeli Silva explicou um pouco do drama vivido por todos aqueles que vivem ao redor da mãe, que há oito meses está no hospital por conta do estado delicado de saúde.
Diante da situação, foi feita uma vaquinha com o intuito de arrecadar recursos para ajudar no tratamento dela. Veja como ajudar aqui.
De acordo com a irmã, o AVC hemorrágico que Linda, como carinhosamente Ozelinda é chamada pela família e também será a forma que iremos adotar nesta matéria para se referir à mãe de Rebeca, sofreu foi gravíssimo.
Naquele momento acontecido no dia 15 de fevereiro, a familiar disse que os médicos “não deram uma esperança de nada”
“Começou uma batalha muito grande com as nossas famílias e amigos, que estão mais próximos. Eu passei a ir todos os dias para o hospital. Ela ficou 35 dias na UTI geral. Desses 35 dias, ela passou por três cirurgias e, em cada um deles, os médicos não nos davam esperanças de nada”, inicia Ozeli.
A partir de então, a família redistribuiu tarefas entre si para ajudar Linda e Rebeca, mas também a rotina que a nova mãe havia deixado fora do hospital. Linda é técnica de enfermagem e trabalhava, até então, nos hospitais Santa Cruz e na Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.
“Eu fiquei com a parte dos cuidados da filha, da casa, dos bichinhos dela, que ela tem dois cachorros, além da minha vida. (…) Por quatro meses, eu consegui estar suprindo as necessidades das contas básicas e tudo que precisasse. Mas, por conta da demora na recuperação, ela entrou pelo INSS. Mas, por conta da demora para que seu processo fosse aprovado, minha sobrinha teve a ideia de fazer a vaquinha para suprir as necessidades dela [Linda], como a da Rebeca”, explica a irmã.
Tirar Linda do hospital é um objetivo da família, que pede ajuda
Perto de completar nove meses hospitalizada, a família estuda possibilidades com Linda que demonstra sinais de recuperação. A irmã conta que, nesse momento, a prioridade é contratar uma cuidadora que possa ficar 24 horas com a mãe da Rebeca.
Porém, o objetivo maior é fazer com que Linda possa voltar para casa. Para isso, a vaquinha entra em ação. Com os recursos arrecadados, a família poderá fazer as obras de adaptações necessárias para que ela volte ao imóvel.
“Eu pretendo levá-la para minha casa. E, para isso poder acontecer, eu preciso fazer uma reforma no quarto onde ela vai ficar. Esse é mais um dos motivos de permanecer essa vaquinha para arrecadarmos esse dinheiro. Precisamos suprir essa demanda que vem pela frente. Ela começou a receber pelo INSS, mas ainda não é o suficiente. Não é o suficiente. O salário dela caiu pela metade. A conta não bate, não fecha. Esse é mais um motivo para a gente estar pedindo a colaboração de cada com o que puderem. E, a partir daí, é só agradecer”, finaliza Ozeli à Banda B.
Veja como ajudar aqui neste link, que contém mais informações sobre a rotina e a história de Linda e sua vida no hospital.
