Arquidiocese de Curitiba promove atos e faz programação especial para o Dia do Trabalhador; veja fotos

Atos acontecem para celebrar conquistas e protestar por melhores condições de trabalho

Rodrigo Silva e Eliandro Santana

Foto: Eliandro Santana / Banda B

A Arquidiocese de Curitiba, por meio da Dimensão Social, está promovendo neste feriado de 1º de maio uma programação especial para o Dia do Trabalhador. Em diversos horários ao longo do dia haverão protestos, bençãos e caminhadas.

Uma dessas ações está acontecendo na Comunidade Britanite, na Antonio Zanon, no bairro Tatuquara, em Curitiba. De acordo com o Padre Joaquim Parron, da Arquidiocese de Curitiba, o objetivo dos atos está em trabalhar – prioritariamente – em duas áreas: a primeira delas é no fortalecimento das ocupações já que muitas pessoas estão sem moradia em Curitiba e a segunda é em prol dos trabalhadores que estão sem emprego.

“No Brasil hoje muitas pessoas estão com sub emprego, vivem da informalidade, sem direito, sem fundo de garantia, INSS, Carteira assinada. Esse é o clamor para que as autoridades ajudem as pessoas a ter um trabalho digno para ganhar o pão de cada dia”, disse

Ao longo do dia, haverá uma caminhada na Britanite para falar sobre a importância de se buscar a paz e ajudar aos trabalhadores.

Foto: Eliandro Santana / Banda B

Salete Bez faz parte das Comunidades Eclesiais de Base e destaca que além da luta por moradia digna e por melhores condições de trabalho, os atos também terão momentos de celebração. Nas caminhadas pela comunidade, vários temas importantes serão abordados. “Celebrar toda essa luta por trabalho, distribuição de alimentos e de marmitas. O trabalho é o direito que está na Constituição, algo que dignifica as pessoas e é dali que saí o sustento das famílias”

O Diácono Antônio Carlos Bez faz parte da coordenação que compõe as pastorais sociais. Ele destaca que é essencial que todos caminhem juntos para lutar pelo direito ao trabalho, moradia e por uma vida digna.

“Se estamos juntos com a comunidade que tem necessidade é fundamental. Muita gente tem seu trabalho para poder comer. A luta é 24 horas por dia. Aqui é uma das comunidades, mas são muitas espalhadas pela cidade!”

Confira fotos do ato

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