Exlusivamente pelo Spotify, mais de 70 músicas nacionais e internacionais integram a playlist de lançamentos de fevereiro, realizada pelo editor-chefe do Música é o Canal, o jornalista musical Lucas Cabaña. Além da curadoria, diversas sugestões em parceria com as principas assessorias, selos, agências, produtoras, distribuídoras e artistas do Brasil, América Latina e América Central.

Leia sobre os lançamentos em destaque abaixo e ouça todas as novidades pela playlist Lançamentos Fevereiro 2023.

Destaques de fevereiro

Tori Descese

Após o bem sucedido álbum de estreia ao lado de Bem Gil, Bruno di Lullo e Domenico Lancellotti, desta vez, Tori lança a segunda parte da obra, segundo a artista, o lado B de “Descese(PWR Records).

Ao longo dias seis faixas, o álbum conta com as participações de Tainá, Joana Queiroz, Aquiles Moraes, Domenico Lancellotti, João Mário e as integrantes da banda Bala Desejo: Dora Morelenbaum e Julia Mestre.

Plural como ela, “Descese(PWR Records) tem a produção musical de Bem Gil, Bruno di Lullo e Domenico Lancellotti.

(Capa: foto por Elisa Maciel e direção de arte por Clara Acioli)

O canto de Tóri tem gosto de corte. Gosto de tempero integral, puro da terra, em formas diversas: pó, pólen, argila ou caramujos que habitam a pele. Hospedeiros viajantes, fungos e lendas em comunhão – e também em solidão. Lendas de um país profundo do futuro“, é assim que a cantora, compositora e multiartista Mãeana descreve Tori, a sergipana de canto brasileiríssimo e radicada no Rio de Janeiro.

(Capa: foto por Elisa Maciel e direção de arte por Clara Acioli)

Cali part. Kafé Sozinha

Música para a pista e repleta de latinidade. CALI, natural de Porto Ferreira (SP) chega com o single e clipe de “Sozinha(CALI) acompanhado por Kafé – referência em cumbia, ritmo tradicional da Colômbia, e autor de parcerias com nomes como o de Gloria Groove. “Sozinha” traz a produção instrumental de J Daniel Abarca e o clipe assinado pela produtora Mangue Seco Filmes tem a direação de Iago Felix, fotografia por Douglas Mendes e a direção de arte por Alana Mota.

(Foto: Alana Motta)

Juccas Só + Um

O pop brasileira tá bem servido e a nossa playlist agradece. Produzida por Lucas Coji, Gustavo Siqueira e Victor Kroner, “Só + Um(Alma Music) é o novo single de Juccas, composição dele emparceria com Coji. Com visualizer previsto para as próximas semanas, segundo o próprio artista, o vídeo vai dar um visual bafo pro som e um apoio para este lançamento e espero que todos gostem. Foi feito com muito amor. A inspiração do single, aborda o a faixa foi inspirada a partir do ciclo interminável de fazer a mesma coisa todo dia. (Foto: Reprodução)

Fabriccio e DJ Will Corpo & Calma

Daquelas dobradinhas tipicamente brasileiras que acrescentam vigor à sonoridade e evidencia as características de cada criador. O cantor e compositor capixaba Fabriccio e o produtor musical DJ Will lançam “Corpo & Calma(Alta Fonte/Zeferina Produções Artísticas), um EP colaborativo que fala sobre amor e mostra a multiplicidade de narrativas de homens pretos, trazendo o contraste de suas diversas vivências.

(Créditos: André Lima e Gustavo Sena)

Com produção executiva da Zeferina Produções, a obra conta com a participação de Rael, Zudizilla, Diego Amani e Aura Soul que, ampliam a contemporaneidade e possibilidades musiciais. Com composição e interpretação de Fabriccio e arranjo e produção musical de DJ Will, ao longo das quatro faixas, a conexão entre sampa e Salvador reflete a pluralidade e a fortaleza sonora entre os artistas que literalmente se entregam de corpo e alma.

(Capa: Lucas Bonifácio)

JOVA Novo Dia

Lembra o início da cena indie pelos redutos do país? Então, pode até não parecer, mas pelo Rio de Janeiro, diversos nomes têm reacendido esta chama.  JOVA, encarnação artística do cantor e compositor fluminense Diego Jovanholi traz em “Novo Dia(Pomar/Jova) estas novas perspectivas. A canção com produção de Gustavo Schirmer traz um olhar otimista para ser ouvido em dias ruins e antecipa o EP “Casa Caída” – previsto para abril de 2023.

Diego é designer e ilustrador, natural de Belford Roxo (RJ), onde formou suas primeiras experiências musicais, em particular com a banda Mazé. Após mudar para São Paulo, começou a dar vazão ao seu projeto solo, onde o pop e a nostalgia se encontram para repaginar suas múltiplas referências. 

(Foto: Kal Ximenes)

Essa música fala inicialmente sobre tristeza e solidão, da dificuldade de superar esses sentimentos e seguir em frente. A letra também fala sobre como esses sentimentos de tristeza e solidão são passageiros. A pessoa diz que faz tempo que estava dormindo sem perceber isso, mas agora ela está acordando e vendo a luz no fim do túnel”, prospera o artista.

(Capa: Alessandro Telles) 

NINGUÉM Fora do Alcance

O beatmaker/ritmista, compositor e produtor musical Compay Oliveira reimagina, ressignifica e recria a pós-MPB com olhar de vanguarda, reverenciando o passado e refletindo o presente, com intimidade e bom humor.

Compay Oliveira traz olhar atual sobre inspirações de Jorge Ben Jor, Trio Mocotó e Originais do Samba com o projeto carioca NINGUÉM. Do sambalanço psicodélico, o clipe de “Fora do Alcance” do EP “Balanço Oculto, Vol. II (B.O. Força Bruta/Taj My House [dist. Tratore]) ganha audiovisual com gravação, edição e direção de Arthur Martins. (Foto: Divulgação)

Em “Fora do Alcance”, ele traz a percussão de Roque Miguel (Afrojazz, Marcelo D2) e da dobradinha paulista Átila Silva e Everton Martins, da Banda Nova Malandragem, arranjada pelo produtor também paulista Levi Keniata (Nebulosa Selo). O clipe da música, gravado na própria casa do artista, parece simples, mas vem carregado de significados.

(Capa: Divulgação)

Por um interesse mútuo em Frantz Fanon, uma referência crítica no campo teórico e político sobre a questão racial e colonial, o diretor Arthur Martins e eu chegamos à ideia de fazer uma brincadeira visual com um quadro surrealista de René Magritte intitulado “As férias de Hegel” (1958), suspendendo a cadeira por cima de mim”, promove.

Aydê Raízes

Daqueles álbuns de estreia onde a essência brasileira e o empoderamento feminino engrandecem a multiplicidade rítmica e cultural tupiniquim. É de encontro às próprias vivências onde Aydê afirma seu canto em  “Raízes (Aydê), álbum com nove faixas e produção musical de Ricardo Cunha e mix de André Polito. Com reverência poética e sonora ao Nordeste, a  cantora e compositora cearense Aidê apresenta letras voltadas ao cotidiano, com a intensidade de uma artista com boas vibrações e mensagens de positividade.

Como minha origem é cearense a cultura já está intrínseca a mim, então trago isso através do visual, sotaques e outras formas de expressões, não sou uma coisa só, então sou um misto de vivências, mas nesse álbum especificamente homenageio através dos ritmos, como baião da ‘Beija-flor’, o forró de ‘Sou Nordeste’ e o xote de ‘Dragão do Mar’. Na faixa ‘Sou Nordeste’, por exemplo, homenageio a cultura nordestina de forma geral, com um protesto contra a xenofobia na parte falada e enaltecendo grandes nomes da nossa cultura, Nesta e em outras faixas, falo do interior, do sertão nordestino”, reconecta-se. 

Iramano Espelho

No corre desde 2018 e com a discografia que se aproxima de dez EPs lançados ao longo de cinco anos, o cantor e compositor carioca Ramón Pozzi, artisticamente reconhecido por Iramano, libera pelas plataformas digitais o single “Espelho (Iramano) seu primeiro lançamento em 2023. Para quem acompanha o trabalho do artista e remete à sonoridade entre Deca Joins, King Krule e Cosmo Pyke,  “Espelho” é a canção mais cativante de Iramano, mantendo seus temas íntimos e movimentando essa conversa de suas músicas com a própria carreira. 

Espelho” teve captação e mixagem de Ricardo Pardal no Estúdio Pardal, masterização de Borja Regueira e foi produzido em parceria com Bruna Saraiva integrante do projeto Mulheres Artistas em Residência (MARES) – também responsável pelo baixo e direção vocal. A bateria é de Gênesis Chagas, da banda da cantora Micah e teclados de Isabella Carvalho.

A capa de “Espelho é assinada por Juliana Cruz.

Espelho vem de uma tentativa de contato comigo mesmo, com partes de mim que foram esquecidas, até mesmo apagadas. São novas impressões desagradáveis refletidas numa conversa melancólica sobre esse apagamento que ocorreu no período de pandemia, mas não somente isso: foi também necessário assumir uma nova identidade para encarar novas responsabilidades”, explica o músico.

Mateus Fazeno Rock Melô de Aparecida

Destaque da novíssima cena cearense, Mateus Fazeno Rock antecipa seu novo trabalho com a intensa “Melô de Aparecida (Mateus Fazeno Rock), um pesado registro do fim da inocência ao refletir a infância nas favelas. Para promover o próximo álbum de estúdio “Jesus Ñ Voltará” – previsto para março – o single disponível em plataformas de streaming conta com a produção musical de Agê e Caiô (Outragalera) com a coprodução de: Glhrmee em parceria com o próprio artista.

(Foto: Crédito: Jorge Silvestre)

Mateus também é reconhecido pela cena artítsica como agitador cultural. Porém, vai além, é multi: Ator, performer, músico, compositor e letrista. Não bastasse, Mateus é o fundador do Fazeno Rock, potente rede de produção cultural formada por artistas ligados pelo rock de favela, que busca contrapor às formas hegemônicas de criar música unindo as influências do grunge, punk, funk brasileiro, rap, reggae, dub e R&B.

(Capa: Paula Trojany

Love Ghost Tales of a Sad Boy

Quando um EP chega com a produção de Mike Summers  [Kendrick Lamar, Lil Wayne, Tech N9ne], a primeira coisa a se pensar é quando sai o álbum. E não é à toa. O novo trabalho da Love Ghost deixa este gosto no ar. Com quatro faixas, “Tales of a Sad Boy(Cleopatra Records) é uma colaboração da banda com o  rapper emo de Nova York, Big Boss Mulaa. Love Ghost é composto por Finnegan Bell (vocal, letrista, guitarra), Daniel Alcala (guitarra, engenheiro de backing vocals), Cory Batchler (teclas, baixo, backing vocals) e Daniel Gallardo (bateria, vocais).  

Cies Crecer Contigo

Em busca do bem-estar espiritual, a chilena Cies dilacera os sentimentos em  “Crecer Contigo(Cies), single que chega acompanhado com o clipe assinado por Felipe Foncea (Ruta Films), rodado em  Lo Prado, Santiago. Daquelas baladas românticas com referências sonoras dos anos 1990 e um refrão latino que ecoa.

(Foto: Divulgação)

Banana Bipolar Diga à Solidão

A Banana Bipolar nasceu em 2022 no reencontro de amigos que tinham outros projetos musicais antes do caótico isolamento social. A banda traz uma sonoridade que transita por vários subgêneros do rock: indie, psicodélico, stoner e progressivo. Remetendo ao rock melancólico e melódico americano do início dos anos 1990, “Diga à Solidão(Banana Bipolar [dist. Tratore]) foi gravada durante o Festival Canto da Primavera. Em processo de descoberta sonora para chegar a outras cenas além do cerrado, a Banana Bipolar anuncia com o single, o EP previsto para este ano e com seis faixas. “Diga à Solidão” chega com mix e master de Pedro Leon e gravação pelo Estúdio Primavera, em Pirenópolis (GO).

(Foto: Thay)

Maximo mXm Carnaval da Larissa

Prepara que a marchinha de carnaval tá diferente e chegou em 170 bpm. Maximo mXm fechou o carnaval com o single “Carnaval da Larissa(Marã Música), O artista, revelação da música urbana, vem se destacando por lançamentos que passeiam entre o rap e o trap, sempre com letras divertidas e ousadas. Carioca radicado em sampa, entre as rimas e o funk, Maximo mXm ressignificou o ‘lala’. “Muitos subestimam a Lala, apelido carinhoso de Larissa, que é muito importante para saúde da felicidade das pessoas que carregam flores e sinos consigo. Esta música conta a história de um jovem que ‘taca o f….’ pro emprego, pro namoro… para tudo, e vai viver o Carnaval com o seu amor pela Larissa, carinhosamente chamada de Lala“, completa.

(Foto: Divulgação)

Backdrop Falls Closer to the edge

Entre o rock alternativo e a pegada punk rock, a  Backdrop Falls lança o videoclipe da faixa “Closer to the edge” (Electric Funeral Records), com direção e fotografia por Lo Mamede. A música é uma reflexão sobre as falsasimpressões da sociedade e suas interações pelas redes sociais. Formada por Collyer (guitarra/vocal), Rafael Neutral (guitarra), Roger Capone (bateria) e Marcelino Oliveira (baixo).

(Foto: Divulgação) 

Luo Campanelly feat. Carla Sceno, Paulo César Barros Hit the Road

A tríade certeira em fusão sonora.  O músico e produtor musical  Luo Campanelly, a cantora, compositora e multi-instrumentista mineira Carla Sceno e o baixista e compositor Paulo César Barros conhecido nacionalmente por ter formado a banda Renato e seus Blue Caps durante o período da Jovem Guarda – chegam juntos com o lançamento do single “Hit the Road(Marã Música). Com referências sonoras da década de 1970 e 1980, com uma levada envolvente e pegadas de groove, para Luo Campanelly , a junção entre os artistas foi certeira. “Acredito que uni dois artistas maravilhosos em uma faixa deliciosa que tem tudo para conquistar o público”.

(Imagem: Divulgação) 

Zécarlos Ribeiro e Ná Ozzetti Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro

Depois deste encontro célebre para a música brasileira durante a década de 1970 pelo famigerado grupo Rumo, Zécarlos Ribeiro e Ná Ozzetti consolidam a trajetória com um EP e cinco canções: “Ná Ozzetti canta Zécarlos Ribeiro” (Ná Ozzettie, Zécarlos Ribeiro e Danilo Penteado [dist. Tratore]). Com capa assinada pelo plural Gal Oppido, o EP reúne duas composições solo de Zécarlos, duas parcerias com Geraldo Leite – outro companheiro do Rumo –  e uma com Danilo Penteado – responsável pela produção, direção musical e arranjos do EP. 

A primeira canção que gravei no Rumo é do Zécarlos. Se chama ‘Cansaço’ e o canto era totalmente entoado, não tinha uma melodia óbvia. Foi uma descoberta fundamental para abrir a minha escuta e a forma de entender uma canção”, lembra Ná. “As canções do Zé que eu cantei no Rumo vinham com a matriz do canto falado. E com o tempo ele foi descobrindo uma maneira muito particular de compor. A canção tem um caminho inesperado. Eu gosto muito dessa singularidade e gosto muito de cantá-las”, conta Ná.

Arthus Fochi & Scott Hill Quadrados na Bola

De um lado, a brasilidade do cantautor Arthus Fochi. Do outro, o repertório e as influências jazzísticas do americano Scott Hill. Para consolidar pela arte do olhar além da música, o dinamarquês Alexander Løcke. Gravado em take único, chega às plataformas o EP “Quadrados na Bola (Arthus Fochi/Cantores Del Mundo), parceria entre Fochi e Hill. Para promover o trabalho, disponível pelo YouTube, o clipe “Purpurina” realizado com inteligência artifical por Alexander(Foto: Divulgação)

Sempre gostei de conhecer expressões e pessoas. Tudo no Rio é dicotômico, é feliz e triste, sem escapatória, é torpor e perseverança. No Rio, em meio à obrigação da festa ou da militância, há uma luta constante por mobilidade social, fama ou notoriedade. Julgamento e auto-julgamento em retroalimentação. ‘Quadrados na Bola’ é um pouco dessa experiência de vida cosmopolita e extremamente urbana, um pouco da dificuldade de associação nesse projeto de vida, um pouco da tristeza coletiva e individual de muitos que sonham com um lugar mais justo e melhor e se perdem em si”, completa Fochi, que hoje vive na Dinamarca.

(Capa: Divulgação)

bernardo Xote de Realidade

Com  produção musical e arranjos de Elísio Freitas e participação especial de André Prando, Mari Jasca e Iraty Boelsums, o  modo agridoce e poético do álbum “Xote de Realidade (Celacanto/bernardo) de bernardo chega às plataformas unindo as referências da música nordestina entre o rock e psicodelia. Ao longo das dez faixas, além das composições de bernardo, o projeto chega com as parcerias de Paulo Malafaia – em “Puxa esse Xote” – Luana Moura – em “Bem aqui” – e a tríade de Pablo Abdelhay, Felipe Botelho e Luana Moura em “Pé de Maracujá“. 

Tagua Tagua Pra Trás

Ao que tudo indica, o novo álbum do Tagua Tagua, encabeçado pelo produtor musical, Felipe Puperi vai ser pautado por outras atmosferas distintas do álbum de estreia “Inteiro Metade” (2020/Tagua Tagua). Previsto para o dia 03 de março, o segundo álbum foi anunciado com o lançamento do single “Pra Trás” (Tagua Tagua) um neo-soul provocativo que, segundo o artista traz um ar saudoso, nostálgico.

(Foto: Guillermo Calvin)

Após divulgar “Tanto” (Tagua Tagua) e “Colors” (Tagua Tagua), o novo single do próximo trabalho de estúdio é a faixa responsável por abrir o álbum. “E se trata de uma faixa com uma característica bem soul, com cordas pontuando os movimentos da música, o que leva para um lugar nostálgico. Busquei isso na canção, pois a própria letra trata disso, de deixar alguma coisa pra trás”, provoca.

Rafa Noleto Mar Profundo

Com o violão a tiracolo de Gustavo Otesbelgue, a nova canção do maranhense, Rafa Noleto, é uma declaração de amor sobre a necessidade de fazer renascer as relações de afeto. “Mar Profundo (Vitrola Play [dist. Tratore]) é um mergulho único em flerte entre a voz harmônica de (Vitrola Play [dist. Tratore]) e a poética metafórica de “Mar Profundo(Vitrola Play [dist. Tratore]) que traz um acalanto pela atmosfera acústica proporcionada pela produção em parceria de Rafa e Bruno Chaves. A música é uma das faixas que integra o álbum de estreia do artista maranhense com lançamento marcado para abril pela Vitrola Play: “Cantositor“. Com 13 músicas, segundo o artista, o novo single é a única faixa do álbum em que o violão foi utilizado como arranjo.

“Em “Mar Profundo”, optei por conservar o violão como principal instrumento harmônico porque é uma faixa que conta uma história que se passa num ambiente praieiro, traz imagens metafóricas do mar e fala do trasbordamento de emoções. Por isso, convidei o Gustavo Otesbelgue para tocar na faixa, pois é um músico muito virtuoso, que saberia traduzir ao violão esse ambiente praieiro que eu queria trazer para a faixa”, revela.

Gustavo Bertoni Marionettes

Com visualizer exclusivo por Vitor Jabour, “Marionettes” a nova música de Gustavo Bertoni dá mais um passo em direção ao novo disco. Com produção de Lucas Mayer, mix de Ricardo Ponte e master de Erwin Mass, a gravação aconteceu em Los Angeles, no estúdio do produtor brasileiro Mário Caldato Jr. A letra pautada sobre a hipervigilância digital discorre de modo sensível sobre os impactos contemporâneos. 

Talvez a minha geração tenha sido a última a viver uma infância, digamos assim, mais analógica, sem tantos dispositivos eletrônicos à mão. Estamos nos adaptando a tudo isso ainda, não fomos preparados completamente para essa transição e por isso encontramos alguns dilemas que a gente não sabe muito bem como resolver ou lidar”, reflete o compositor.

Abacaxepa Ai Amor

Enquanto o  álbum “Perto da Boca” não chega, é necessário se contentar com “Ai Amor(Dorsal Musik), novo single da plural Abacaxepa. Uma das principais bandas da atual cena brasileira, em atividade desde 2016. O segundo álbum anunciado pelas redes sociais, vai de encontro a essência da banda. Ou seja,  além de toda a tropicalidade poética em suas canções, a Abacaxepa foge ao convencional, e quanto coletivo, rompem a bolha ao trazer sonoridades do rock brasileiro dos anos 1970 em tom coeso com a contemporaneidade sem ser piegas, e sim, intrínseco. “Ai Amor” (Dorsal Musik) traz a produção musical de Ivan Gomes.

(Foto: Milena Rosado) 

Laure Briard Ne Pas Trop Rester Bleu

O quarto álbum de estúdio de Laure Briard, “Ne Pas Trop Rester Bleu (Laure Briard/PWR Records/Midnight Special Records) é um mergulho pop setentista em fusão com a sonoridade brasileira. Com 10 faixas, em especial a música “Ciel mer et azur“, segundo a cantora e compositora francesa, foi feita durante uma turnê que passou pelo Brasil, enquanto estava pela estrada entre o Rio de Janeiro e Vitória.

(Foto: Diane Sagnier)

Em um ponto da música eu menciono um posto de gasolina, de tão espontâneo que foi. Reflete minhas emoções durante esta viagem. Vendo todas as pessoas, as paisagens, tanto do interior como do litoral, tiveram um grande impacto em mim”, ela completa. Um tanto mais do Brasil, é o fato do álbum ser lançado pelo selo e produtora PWR Records, reconhecido principalmente por potencializar o trabalho artístico feminino.

Origami Aquém Pensamentos que me levam a você

Após lançar o primeiro álbum em 2022 “O Pior dos Origamis(Caravela Records), o quinteto aracajuense da Origami Aquém lança o single “Pensamentos que me levam a você(Caravela Records) com uma pegada anos 1990 no estilo Weezer com um toque futurista da Radiohead, como eles definem. O single fala sobre a ansiedade que permeia a vontade de esquecer um alguém especial e a dor que é lidar com as frustrações da perda, mas chegando por fim ao estado de aceitação. “Pensamentos que me levam a você” é o primeiro single de um EP, que já está em processo de gravação e sem previsão de lançamento.

(Foto: Iury Mateus)

Caroline Polachek Desire, I Want To Turn Into You

Um álbum que chega com Grimes e Dido na mesma faixa, só poderia ter o dedo de Caroline Polachek. “Fly To You” é a faixa do álbum “Desire, I Want To Turn Into You(Perpetual Novice) o segundo da norte-americana. Antecipado por faixas como “Welcome to my Island”, “Blood and Butter”, “Sunset”, “Billions” e  “Bunny Is A Rider” – considerada a melhor música de 2021 pelo icônico site Pitchfork – o sucesso não é apenas midiático. A turnê do novo álbum pela América do Norte conta com shows esgotados e datas extra nos Estados Unidos. Em 2022, Caroline abriu os shows de Dua Lipa durante a Future Nostalgia Tour, embora o Brasil não tenha sido agraciado com esta performance. Ainda assim, com os ingressos disputados, por aqui, ainda não há previsão do encontro com o púbico brasileiro.  (Foto: Divulgação)

Jay Z II Terra Preta

Com produção de TyFig e em continuidade após a primeira versão da track “Jay Z“, o paulistano Terra Preta disponibiliza o single “Jay Z II(Terra Preta) que integra o projeto FigaMix, lançado em 2015. Declaradamente uma homenagem ao bilionário da indústria musical americana, para Terra Preta a música também é um ponto de vista sobre os sonhos onde a cultura preta, ainda que equidistante em seus territórios, resplandecem pela arte. “Sempre me considerei um cantor que sabe rimar ou um rapper que sabe cantar. Nessa música estou buscando minhas referências como MC e rapper e menos como cantor, e o Jay-Z é uma dessas referências”.

(Foto: Divulgação) 

Bones:Dreaming Acid Meditations

Acid Meditations (Bones:Dreaming) é a segunda parte do projeto Bones:Dreaming. Reunindo uma variedade de máquinas, botões e controles deslizantes ao seu redor, Mike deixa as máquinas falarem mais uma vez. Muito experimental e às vezes difícil de ouvir, “Acid Meditations” aguarda com drones que soam alienígenas, ruídos industriais fortes, demônios cantando, um demônio furioso e prados cheios de estranhos sons matinais. Bem-vindo a mais um dia no labirinto de uma mente psicodélica.

(Imagem: Divulgação)

LoreB feat. renanrenan Abajur

Com propostas poéticas lusófonas e francesa a partir de palavras homófonas, LoreB faz duo com renanrenan com a inédita “Abajur (LoreB, renanrenan e Felipe De Vas/LoreB). Faixa acompanhada de um videoclipe repleto de cores do universo lo-fi e pop em uma animação hipnótica assinada por Gabriel Mug, com  beats pelo produtor musical Batata Boy. “Abajur” é o primeiro single do próximo álbum de LoreB, com previsãode lançamento para este semestre. Com mais de três mil ouvintes no Spotify e quase 180 mil plays em suas músicas,a cantora vem conquistando espaço além do cenário musical alagoano.  

(Foto: Felipe Miranda)

Esse som convida para um amor tranquilo, de entrelaçamento de vozes, de um violão de nylon fazendo a cama, do rhodes abrindo os braços pra gente, da guitarra bem sugestiva e do beat que leva a fechar os olhos e simplesmente ir“, ressaltam os artistas.

Ina Chão

Ina abre o seu infinito particular com um universo próprio confessional e intimista, com os pés fincados desde as raízes da MPB à música latina e ibérica ao lado do soul e do folk, em “Chão(YB Music), álbum com 11 canções e a participação especial de Tauã pela faixa “Destinos cruzados (Eu parti)”. Com o baião “Chão”, “Agora que te vejo” ou o ijexá “Maluca” até momentos contemplativos como “Paraíso“, “Janela” e “Destinos Cruzados”, o álbum de estreia é envolto em arranjos de João Paulo Nascimento, com produção musical de Ina e João Paulo Nascimento. “Chão” foi mixado por Gabriel Spazziani e masterizado por Maurício Gargel.

(Foto: Laís Bianco) 

“‘Chão’ é onde tudo nasce, e onde tudo o que morre se renova. É a lembrança e o brotar da vida, onde plantamos esperanças e enterramos aquilo que precisa ser transformado. Esse espírito de reconexão está presente no disco. Desde criança me senti e fui vista como uma pessoa um pouco avoada, um pouco sem chão, meio aqui, meio lá: uma cabeça ‘no mundo da lua’ ou em outros mundos. É através da música que melhor consigo estar junto. A música é um chão pra mim e me inaugura na vida, me religa ao outro”, conta a artista paulistana.

FUZAKA FORRÓ ELETRÔNICO

Formado por Fernando Barroso (rabequeiro) e Ricardo Mingardi (kazvmba), o duo FUZAKA cria possibilidades sonoras es estéticas em um cenário de ilustrações futuristas que abrem diálogo sobre a importância de resgate e divulgação – para diferentes públicos e novas gerações – da cultura brasileira, com o EP visual “FORRÓ ELETRÔNICO” (Fuzaka). Marcado pelas influências em ritmos afro-indígenas e música eletrônica e a utilização da estética cyberpunk, “FORRÓ ELETRÔNICO” traz um repertório autoral dançante. Com três faixas, onde traça ligações às histórias de Encantaria, procurando afirmar as raízes de pesquisa da dupla. A identidade visual foi concebida pela quadrinista Talita Correia e a animação é assinada por Alexandre de Maio. 

(Foto: Jaque Rodrigues)

“A gente tem forte influência da rabeca nas composições, principalmente do forró pé de serra. Iniciamos nossa carreira com versões de músicas de artistas do gênero, como Mestre Ambrósio, Seu Nelson da Rabeca, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro“, promovem.

Tuany Chevy Marfim

Em nova fase musical, Tuany lança o EP “Chevy Marfim (Tuany [dist. Tratore]), com cinco faixas e produção da própria artista. Para promover o novo projeto, a faixa homônima ao EP, chega com clipe e direção de Camila Sánchez e fotografia de Caio Grandi.

(Crédito: Camila Sánchez) 

É uma alegria imensa lançar esse EP, que foi uma virada de chave na minha carreira, em muitos aspectos. Mas, o principal, é que eu realmente coloquei pra fora e aceitei a sonoridade da Tuany, sem tentar me encaixar em moldes e nem ficar cheia de dedos na forma em que quero me apresentar artisticamente”, finaliza a artista que já vislumbra para 2023 um novo EP, já em processo de criação, com novas direções, pensamentos e roupagem.

Hellway Patrol Day Drinking Session

Desde 2017 quando despontaram pelo cenário do metal, a Hellway Patrol consolidou as características da sonoridade própria desde o lançamento do primeiro “Demo” há seis anos com dois singles: “Die!” e “You’re Dead” (2017). Formado por Ricardo Pigatto (voz e baixo), Thiago Franzim (guitarra) e Douglas Labigalini (bateria), o trio da HellWay Patrol chega com o segundo álbum de estúdio. “Day Drinking Session(Electric Funeral Records), apresenta sete faixas e influências do heavy, thrash e stoner metal. Após o período pandêmico, as músicas do álbum, segundo a banda, refletem sobre  um mundo pós-apocalíptico, não tão distante da nossa realidade, em um chamamento para a reflexão sobre a regressão viciosa do homem.

Leo Cavalcanti NOITE QUENTE

O carnaval acabou, mas Leo Cavalcanti segue fervoroso com “NOITE QUENTE(Deck), a primeira chama-canção do álbum “Canções em Chamas” – previsto para este ano – que, segundo o artista é distinto do álbum “Despertador” (2014/Disco Maravilha). O single traz a produção do artista em parceria com artista baiano Enio, mix de Kafe e master do premiado ao Grammy Felipe Tichauer. Em “NOITE QUENTE“, a música conta com as participações de Ícaro Sá (percussão) e Lucas Martins (baixo).

Pelo Instagram, Leo celebrou a nova fase radicado em Salvador e em consonância ao novo projeto. “É inspirada e dedicada à Salvador, essa cidade mágica em que vivo há mais de cinco anos, mas é também uma ode ao prazer, à nossa potência de fazer pulsar afetos“.

(Foto: Vinicius Moreira)

Cabal Mente Sã

20 anos com muita música, prêmios e é claro que não podia passar despercebido. Cabal celebra a nova fase de sua carreira após duas décadas de transição por todo o mercado fonográfico. Toda esta trajetória fez Cabal ter um novo propósito de vida e buscar manter a “Mente Sã(PROHIPHOP), single produzido por Chris Beats que impulsiona uma série de lançamentos ao longo do ano e marcam esse novo momento do rapper. O single chega paralelamente com um mini-documentário disponível pelo canal da PROHIPHOP diretamente no YouTube, com três episódios e diversas participações icônicas da música brasileira, principalmente com artistas que colaboraram com o rapper ao longo dos 20 anos. Para promover os trabalhos, “Mente Sã” chega com clipe onde o rapper consolida a imensuralidade de sua história dentro da música e principalmente sobre a difusão artística pela internet. 

Daniel Kowalski “Montanha Luminosa”, “Coração Luminoso” e “Vento Polar”

O pianista e produtor musical Daniel Kowalski gravou em terras filândesas, em 432 Hertz – considerada por alguns estudiosos como uma das frequências mais poderosas de todo universo – o próximo álbum “A Ponte Sobre Um Arbusto Imprevisível“, previsto para o dia 30 de março. Para promover o trabalho de inéditas, o tocatinense lança três singles: “Montanha Luminosa”, “Coração Luminoso” e “Vento Polar(Daniel Kowalski). A relação artística de Kowalski entre o espaço-tempo já o acompanha desde outros álbuns, principalmente em relação ao “Next Dimension“, divulgado em 2022 e com 11 faixas. A pluralidade de Kowalski também pode ser degustada de forma aguçada pelos projetos gravados na Serra Gaúcha (RS) e Serra do Lajeado (TO).

(Crédito: Thaise Kovalski)

Nick Souza No one

Funk carioca, R&B e pop, é nessa pegada que o cantor e beatmaker brasileiro-canadense, Nick Souza anuncia sua nova fase sonora e faz a estreia do ano com o single “No One (MDC Music). A carreira de Nick começou em sua residência universitária, com a produção do seu primeiro single e EP, “All The Way” e “Souza Szn, Vol.1” respectivamente, lançados em 2019.  Buscando profissionalizar-se no mercado, Nick cursou música na Western University e Fanshawe College em Londres, Ontário, Canadá. Acompanhando o produtor e engenheiro Dan Brodbeck, indicado ao Grammy e vencedor do Juno Award, Souza se tornou um profissional com múltiplas habilidades: produtor, compositor, engenheiro de mixagem e masterização.

beiramaquina Tudo tem Maré

beiramaquina é o alter ego do artista cearense Davi Serrano. Radicado em São Paulo, ele constrói novas perspectivas sonoras e urbanas em “Tudo tem Maré” (beiramaquina) single onde celebra a nova fase sobre as mudanças da vida. O fundador da banda Oto Gris, faz em “Tudo tem Maré” uma fusão potente entre o orgânico e referências explícitas do house music que aguçam as texturas e transcendem a partir da poética cantada. Não por acaso, a letra surgiu após ele voltar de uma viagem a Fortaleza, versando sobre as transições em um diálogo direto com o lançamento deste projeto solo. Com arte criada em parceria entre o artista e plataformas de criação com base em inteligência artificial, “Tudo tem Maré” tem mixagem de Daniel Toledo e masterização de Fernando Sanches, no estúdio El Rocha. (Foto: Vicente Otavio)

“Após a pausa nas atividades do Oto Gris em 2020, fiz um raio-x para entender o que eu ainda sou. Desde então venho coletando dualidades, imperfeições, novas tecnologias de pensamento e, devido à capacidade de sonhar, vi que não era apenas possível mas necessário aterrar alguns metros cúbicos no imaginário para a construção da beiramaquina. Um suporte para a minha fantasia em forma de poesia, sons e visuais”, transmuta.

(Capa: Divulgação) 

Felipe S Longe do Medo

Felipe S acaba de lançar o terceiro single pelo selo Toca Discos. É a música “Longe do Medo(Toca Discos), que o experiente músico pernambucano – também da banda Mombojó – compôs como uma mensagem de confiança para a filha pequena.

Com referências do samba-rock, “Longe do Medo”  é a descrição de uma trilha no meio da natureza e, a partir desta imaginação, faz um paralelo com os caminhos da vida. Em breve, o single ainda ganhará um videoclipe filmado em Super8 e rodado durante o Carnaval deste ano de Recife e de Olinda.

(Foto: Marcos Hermes)

A faixa conta com as participações de Arquétipo Rafa (bateria) Pedro Dantas (baixo) Homero Basílio (percussão) e Felipe Pacheco (guitarra). O lançamento acontece dentro do Aceleração LabSonica 2.0 Toca do Bandido, um projeto da Oi Futuro em parceria com o estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, dos produtores Felipe Rodarte e Constança Scofield

(Capa: Rafael Oli)

MB No Vapor

Daqueles EP que chegam com o peso de álbum desde a primeira faixa e repleto de brasilidades e referências do rock, hip-hop e reggae. Não à toa “No Vapor (Mb Marcos Bruno) projeto do músico alagoano Marcos Bruno, MB traz esta visão regional e universal de canções com boas parcerias diretamente da cena maceioense: LLari Gless e Victor Caesar – em “Mente sã” – Boby CH – em “Pedindo passagem” – Naná Martins – em “Não me faça esperar” – Vulgo_Br – em “Não é pra gringo ver” – e Unidade Nova Praia na faixa-título. A capa é de Cristiano  Suarez

Danzo Tiro Foto Mas Não Posto

Direto ao ponto e com rimas repletas de malícia que somente quem entende a correria é capaz de flagrar a poética pura do single “Tiro Foto Mas Não Posto(labbel Rec.) do trapper paulistano Danzo. Encabeçado pelo selo Labbel Records, o novo som é uma mistura de gêneros musicais em um flow que faz ‘bater cabeça’. Em 2 minutos de rima sem pausa, Danzo compartilha o mix de sonoridades que já é padrão nos sons do artista. “Tiro Foto Mas Não Posto” chegou com clipe gravado no Jardim Nakamura, em São Paulo e conta com a participação do apresentador Igor Cavalari (Igão) do podcast Podpah. (Capa: Divulgação)

Dias Antes Do Baile FBC

Com participações da banda Tuyo e do rapper Abbot, o EP “Dias Antes Do Baile” do rapper mineiro FBC traz músicas que não entraram no álbum “Baile(2021/FBC & VHOOR/A União da Força e da Fé) com diversas participações ao longo das dez faixas que projetou FBC para além dos trópicos.

Dias Antes Do Baile” traz cinco faixas conduzidas ao lado do beatmaker VHOOR com referências de sons eletrônicos, funk brasileiro e outra sonoridades da cultura afro. Das letras, versos politizados, poéticos e sexuais. Se as faixas não entraram no álbum e chegaram em formato EP, nem é necessário ressaltar que o projeto chega com potência sonora e consolida a bagagem de FBC em usufruir de sua excursão musical pelas outras bandas de lá.

Duzz Atravessei São Paulo

Duzz está entre as grandes referências do rap nacional, a consistência do seu trabalho é o relfexo da audiência online de cada projeto. Ao todo, são mais de 100 milhões de plays pelas plataformas de áudio e vídeo, sendo mais de 856 mil inscritos pelo canal do YouTube. E não foi diferente com o lançamento de “Atravessei São Paulo(Duzz) que atingiu a  terceira posição em alta pelo YouTube, e avançou o top 10 no trending topics do Twitter em poucas horas após o lançamento. Com beat de Peunubeat & Skyline, “Atravessei São Paulo(Duzz) chegou com clipe produzido por Ilah Valhos

Sessa Vento a Favor

Uma junção de afro-samba e a expertise entre melodia e harmonia pautadas pelo violão de Sessa e a guitarra de Michael Libramento. A hipnótica “Vento a Favor(Mexican Summer, LLC.) é o primeiro single de 2023 do compositor Sessa, após o lançamento do aclamado “Estrela Acesa(2022/Mexican Summer, LLC.) listado em diversos sites segmentados nacionais e internacionais. Para promover “Vento a Favor“, o artista divulga a turnê com um único show no Brasil. Com início em 11 de maio em São Paulo, no Bar Alto, os ingressos disponíveis pela plataforma ingresse podem ser adquiridos a partir de R$30. Depois, a spring tour segue para  Lisboa, Porto, Madrid, Barcelona, Paris, Bruxelas, Londres, Amsterdam, Munique e Berlim. 

(Foto: Helena Wolfenson)

Foi gravada, mixada e masterizada nas mesmas sessões do álbum, mas em algum momento, ao juntar as peças, comecei a sentir que a onda da música era diferente da história que eu estava tentando contar com o disco. “Vento a Favor” tinha uma coisa muito segura de si, no ritmo, no jeito que ela andava assertivamente pra frente, enquanto o movimento proposto pelo Estrela Acesa era algo menor, vacilante, mais íntimo, sussurrado”. (Capa: Divulgação)

Darshan F

Formada em 2005, em Sobradinho – cidade satélite de Brasília – ao completar 18 anos de trajetória, a Darshan lança um álbum de inéditas e anuncia uma pausa na carreira por tempo indeterminado. “F(Darshan/Agente Digital) chega às plataformas com 10 faixas e a produção musical em parceria entre Olie Alexandre e Pedro Tavarez. Direto ao ponto com a pura essência do rock’n’roll, seundo Olivier é possível olhar para este disco de duas formas: uma pelo lado emocional, de sentimentos, relacionamentos amorosos, edificação, reconstrução ou destruição do eu. A outra é ouvir do ponto de vista da revolta baseada em diversas pautas levantadas atualmente, vindo do olhar de um homem negro da periferia que luta por mudanças sociais e culturais. (Foto: Thaís Mallon)

Sendo líder da banda acabo muito limitado entre sobreviver e investir na banda. Muitas das bandas que conseguem se estabelecer de uma forma mais confortável, já possuem grana e posições privilegiadas na sociedade, o que nem de longe é o meu caso, que tenho filhas pra sustentar. O sacrifício e o dinheiro necessário pra que isso tudo funcione não nos é mais possível. Isso também fez com que eu perdesse a identificação com o estilo e a cena“, confessa Oliver.

Darshan é formada por Oliver (vocal/guitarra), Thuyan Santiago (guitarra/ vocal), João Paulo Berger (Baixo), Arnoldo Ravizzini (Bateria) e a novidade é Dinho Magalhães (Percussão).

Ava Toton Embers

Embers” é uma música melancólica e emocionante sobre se sentir deprimida, mas não totalmente. Reflexos da adolescência. Não à toa, aos 13 anos de idade, Ava Toton, do norte da Califórnia, reflete sobre estes dilemas em seu novo single. Porém, a maturidade musical está presente desde o primeiro EP “With Friends Like These(Ava Toton). Ava escreve sua própria música e co-escreve suas letras. Ela também executa todas as guitarras e vocais. Os singles foram produzidos, gravados, mixados e masterizados por Jacob Light no Modern Tone Studios e conta também com Jacob Light (baixo) e Gideon Berger (Useless ID, War Bison, Kill The Drive) na bateria. (Foto: Divulgação)

 

Todos os destaques estão disponíveis pela playlist Lançamentos Fevereiro pelo Spotify. Ouça aqui!

Agradecimentos: ALETS, Assessoria Bianco, Build Up Media, CAFÉ8, Carolina de Araujo Schubert, Carolina Martins, Collapse Agency, Da Lira Cultural, DD Assessoria de Comunicação, Favorite!, Flora Miguel, Lavi Comunicação e Marketing, Lívia Mello, Matheus Luzi, No Corre, RAP NA RUA,
Tedesco na Mída, Trovoa e ZAZ Conteúdo.

📲 O Google pode parar de mostrar o portal Banda B. Clique aqui para ver nossas notícias.