Da esquerda para a direta, Daymé Arocena, João Castellani, Paolo Ravley, Leandro Ferraz, Bruna Pena, Janu, Luís Augusto e Maria Paraguaya, são alguns dos destaques da lista. (Arte: Reprodução)

Aqui pelo Música é o Canal, nós somos vidrados em uma lista repleta de lançamentos para descobrir as sonoridades que tem ecoado pelas distintas partes do globo. Ampliando o nosso canal de divulgação e promovendo outras culturas, a partir de novembro, o Música é o Canal em parceria com novos selos, agências e assessorias que fortalecem a potência da rede dos profissionais da música, também começa a divulgar as novidades internacionais. Confira abaixo mais de 100 lançamentos divulgados entre setembro e outubro que você precisa compartilhar pela sua playlist.

Leandro Ferraz – Algumas Certezas

Leandro Ferraz faz sua estreia com nomes célebres da cena brasileira. “Algumas Certezas” é o primeiro álbum do multiartista e chega com a parceria entre Alexandre Fontanetti e Felipe Câmara do icônico estúdio Space Blues e premiados três vezes com o Grammy Latino, por trabalhos com Nando Reis (Jardim-Pomar, em 2017), Céu (APKÁ, em 2020) e Zeca Baleiro (Canções D’Além Mar, em 2021).

Após lançar os clipes e singles das faixas “Tela Viva“, “Certeza do Amanhã” e “Pixels“, Leandro Ferraz apresenta ao público sete faixas inéditas que entregam o flerte do artista entre a bossa nova, psicodelias e rock. “Algumas Certezas” chega repleta de camadas para ouvir do começo ao fim. As canções de Leandro Ferraz flertam com propriedade pelo pop. Com timbre único, daqueles que te pega de prontidão, da rouquidão grave às notas mais elevadas, a naturalidade de Leandro Ferraz é uma potência da atual contemporaneidade. Tanto em letra quanto melodia.

Com exclusividade, ao Música é o Canal, Leandro Ferraz comenta sobre o lançamento do clipe. “Laranja“, a faixa que abre o álbum, revela a faceta do artista em flerte com o samba-rock setentista.

Posso dizer que Laranja, até o momento, é o clipe mais bem produzido, fotografado e divertido que fizemos. Traduz muito a essência da composição, a amizade, o sol, o amor, o anseio de tempos bons. Espero que as pessoas se divirtam assistindo”, completa o artista.

saudade – bem vindo, amanhecer

Lançada originalmente pelo álbum “bem vindo, amanhecer” (saudade), a faixa “do avesso“, ganha versão ao vivo, divulgada pelo Showlivre. Do segundo álbum de saudade projeto do músico Saulo von Seehausen – “bem vindo, amanhecer” vai do indie ao caldeirão da brasilidade em letras repletas de dilemas com beats e metais influenciadas pela primazia sonora brazuca dos anos 1970. Ou seja, um caleidoscópio puro do multi-instrumentista. 

Entre as dez faixas produzidas por saudade em parceria com Pedro Serapicos e Felipe Vassão, as participações do álbum trazem Nina Oliveira, Bronze, Lio, Lorena Chaves, Rebeca Sauwen, Bibi Caetano, Jorge Amorim, Breno Morais e Rodrigo DÁvila.

(Foto: Camila Sanchez | Imprensa: Build Up Media) 

TIME ZERO – New World

Com dez faixas, os franceses do TIME ZERO lançam o primeiro álbum com quase dez anos de trajetória. Formado em 2011, o quarteto vai do hard rock ao pop melódico em “New Word (ROOOK MUSIC). “New World” foi gravado em 3 sessões no estúdio Le Cerisier em Toulouse. (Foto: Divulgação | Imprensa: Collapse Agency)

VERO – Cilada

VERO colore o mundo em “Cilada” (RECAPS) parceria da multiartista com o produtor e DJ Lucasbin. Entre o orgânico e eletrônico, beats, guitarra e violão encontram a composição que reflete sobre o tempo. “Cilada” também ganhou visualizer gravado em Curitiba, com roteiro de VERO e direção de Lucasbin. O single está disponível em plataformas de streaming. (Capa: Reprodução/Spotify) 

Vivi Rocha – Vagalume

Em tom intimista, o single e clipe “Vagalume” da Vivi Rocha consolidam o projeto “IMPERMANENTE“. Com Danilo Andrade nos pianos e produção musical de Habacuque Lima, o clipe gravado na noite paulistana é assinado pelo produtor em parceria com Pedro Leme

Além de “Vagalume“, também integram o projeto as canções “Um recado pra mim” e “Com você”. Incertezas da vida envoltas à composição romântica dão o tom que Vivi pré-anuncia o segundo álbum da carreira. A capa de “Vagalume” e algumas imagens do clipe foram desenvolvidas  por meio do software de inteligência artificial Midjourney. (Foto: Karen Montija | Imprensa Build Up Media)

Looa – Shapeshifter

Uma das principais apostas da nova cena musical brasileira, o duo Looa chega com o seu pop alternativo com a potente “Shapeshifter” e a produção de Gustavo Schirmerque já trabalhou com artistas como Terno Rei e Jovem Dionísio. Com diversas referências sonoras da música eletrônica e new pop, Chiemi e Gabs trazem novos ares com a letra em inglês que consolida o processo de criação e amadurecimento, desde o début com o single “Ghosts” (2018). 

Além do single, “Shapeshifter” chega com clipe produzido pelo Looa em parceria com RubroLab e direção por Nícolas Lopes. Composição de Chiemi e Gabs, o single é produzido por Gustavo Schirmer com mix e master de Nico Braganholo.

(Foto: Divulgação | Imprensa: Looa)

2Strange – Hoping

A elegância sonora com influências do R&B refletem a diversiade e as possibilidades musicais de Bobby Banks e Dani Boy, o duo que forma a 2Strange. Criados no exterior, os irmãos potencializam o repertório cultural de suas criações influenciados, principalmente, pelas características do hip-hop. 

Hoping” (Sony Music Entertainment Brasil ltda. sob licença exclusiva de Scuderia D’arte ltda.) também chega com clipe idealizado e roteirizado pelo 2Strange em parceria com Gustavo Ownage que também assina a direção geral e fotografia. O single produzido pelo duo traz também a produção de Sakura e master de Gaspar Pini. (Foto: Divulgação | Imprensa: Bribba Castro).

Duda Raupp – De Dentro Pra Fora

Duda Raupp olha pra si em “De Dentro Pra Fora” novo EP do beatmaker e multi-instrumentista. Ao longo das seis faixas, neo soul, R&B e hip-hop ditam o tom do novo projeto que, segundo o artista, é fruto de um processo de auto-descoberta e doação ao universo musical. Com as participações de Fabriccio, Kamau, Kristal Werner, Maca Sol, Cristal e Nill, “De Dentro Pra Fora” é o segundo EP de Duda e também o Trabalho de Conclusão de Curso em Bacharelado em Música Popular da UFRGS

A música está presente em todos os lugares na minha vida, e faz parte de todos os meus movimentos. Eu durmo e acordo pensando em música, é meu trabalho e meu maior lazer. Estudo música, trabalho com música, me divirto fazendo e ouvindo música, e se pudesse respirar música, com certeza faria.” descreve Duda Raupp. (Foto: Júlia Kayser | Imprensa: Carolina Martins)

Maria Paraguaya – Eu Gosto De Você Mas Também Gosto do Bar

Musa da cena underground, a cantautora e multi-instrumentista radicada no Brasil, Maria Paraguaya lança pelo selo Maxilar o single “Eu Gosto de Você Mas Também Gosto do Bar“. O rock de Paraguaya traz a parceria dela com Luiz Henrique Born Meissner e chega com a produção musical de Renato Ximu e capa por Natasha Durski. “Eu Gosto de Você Mas também Gosto do Bar” já está diponível pelas plataformas de streaming.

Female President – Our Year To Grieve

Dréa Atkins (Farewell Albatross), Johnny Moss (DSR) e Jasper Cunningham (Vacant Lights) já tem planos para lançar o segundo EP da Female President. Enquanto isso, o trio americano faz a estreia na cena do rock com “Our Year To Grieve“, EP com cinco faixas lançado pelo selo Start Over Records. Divulgado em plataformas de streaming, segundo a Female President, além do primeiro EP, o sucessor deve ser lançado no final da primavera de 2023. (Foto: Divulgação | Imprensa: Collapse Agency)

Carlos Salles – Espinho

Do álbum “Pra Lá de Sério“, Carlos Sales lança o clipe para a faixa “Espinho“, com direção de Chris Duk e produção pela Califfa 77 Produtora. O cantor, compositor e multiinstrumentista carioca integrou bandas marcantes da cena carioca, como Medusas, Mané Sagaz, Les Pops e Stereomoog(Foto: Ana Alexandrino)

Carlos Salles integra há mais de dez anos a banda de Maurício Baia e coleciona apresentações memoráveis no Rock in Rio e Lollapalooza. “Espinho” reflete sobre a ilusão da vida e sua contramão. O álbum disponível pelas plataformas de streaming apresenta dez faixas e sucede o o álbum “Assim” (2012) e os singles “Festa no Céu” (2019), “Gostoso Demais” (2021) e “O Jogo” (2021). (Imagem Divulgação| Imprensa: Build Up Media)

Caramelows – Viralata

Parceria de longa data devidamente registrada. O sexteto da Caramelows chega com a participação especial de Jota Pê e Renata Éssis em “Viralata“, faixa que integra o álbum de estreia da banda. Lançada em single, a produção musical é uma parceria entre Lucas Mayer e Rafael Barone com letra de Renata Éssis e Jota Pê que também assina a música com os Caramelows.

Com capa do premiado quadrinista, cantor e compositor Camilo Solano, “Sorte” chega via streaming pela Dorsal Musik. Recentemente, os Caramelows divulgaram o EP “ViraLata, Pt. 1” (Dorsal Musik) com as colaborações de André Abujamra, Deep Leaks, Estela Paixão, Joyce Alane e LUIZGA. O álbum na íntegra está disponível em plataformas digitais. (Foto: Leila Penteado | Imprensa: Build Up Media)

O Campo – Tatarô

Rock, baião, bolero e afrobeat marcam as experimentações musicais do quinteto O Campo em “Tatarô” (Bangue Records), EP com quatro faixas onde a banda explora outras possibilidades musicais em produção assinada por eles em parceria com  Michel Cruz, gravado em Taubaté no Bangue Estúdio

“Foi mais de um ano e meio para chegarmos até o momento de definir, de fato, o trabalho, num processo muito natural e espontâneo em que despendemos bastante tempo para explorar as canções e os arranjos antes de dar o rec inicial. Conservamos as músicas e deixamos que elas fossem se enriquecendo de forma espontânea”, comenta a banda formada por Danilo Bonato (percussão e backing vocals), Leo Santi (guitarra e voz), Mário Gascó (bateria, sitar e samples), Michel Cruz (guitarra) e Murilo Marroco (baixo). 

(Foto: Rubens Adati | Edição de foto/capa: Mário Gascó | Foto da Capa: Mô Bertuzzi | Imprensa: Flora Miguel e Lívia Mello)

Telefunksoul – Telefunksoul Convida: álbum coletânea 2022

Monkey Jhayan, Fall Clássico feat. Bruno Kroz, Leow, Jotaerre, Processman feat. Danny Nascimento, Buarky, Peluzu, PZZS e Lerry integram a coletânea “Telefunksoul Convida: álbum coletânea 2022(Brasa Music) onde o DJ e produtor musical celebra 30 anos de trajetória na cena da música. Com 11 faixas e em Open Format, Telefunksoul explora os elementos sonoros do bass music, dancehall, reggaeton, nu-disco e bahia bass music em plena fusão. (Capa: Divulgação | imprensa: Brasil Calling)

Tito Carlos Trio – Tito Carlos Trio 1

O rock sessentista é o mote que une as participações do baterista Marcelo Callado (Banda Cê, Do Amor) e o baixista Gustavo Benjão (Do Amor) em  “Tito Carlos Trio 1” , álbum de estreia do projeto encabeçado pelo carioca Marcos Muller em parceria com Claudio Werneck no baixo e Robson Riva na bateria. A gravação do álbum aconteceu no estúdio RockIt!, – gravadora de Dado Villa-Lobos – , e tem lançamento pelas plataformas pelo selo Pomar. Com oito faixas, as músicas foram compostas por Marcos Muller, exceto “Não Vou Sorrir” e “Não Sei Se Sou Capaz (Marcos Muller/Cinthia Rosa), com produção musical de Gustavo Benjão(Capa: Divulgação | Imprensa: Build Up Media)

Mundhumano – Pedra Fundamental

Questionando dogmas, comportamentos e, sobretudo, a constante luta entre o bem e o mal, a banda goiana Mundhumano lança “Pedra Fundamental” single com o qual anunciam o primeiro álbum. Composição de Kleuber Garcêz e Cesar Henrique feita em 2015, segundo a banda, a canção traz um toque oriental e inspirações setentistas que permeiam o rock clássico e progressivo. O álbum da Mundhumano, “Os Deuses que Dançam” traz como mote elementos do afrofuturismo e está disponível aqui. (Foto: Mayara Varalho | Imprensa: Surabhi Dasa)

Valéria Custódio Miragem

Dona de um timbre único, Valéria Custódio abre os caminhos com “Miragem“, segundo álbum da artista que começou a ser produzido antes da pandemia. Com 10 faixas, a artista assina as composições exceto em “Faxina”, assinada por seu parceiro Kau Caldas, que também estava imerso no contexto em que o trabalho foi elaborado. A sonoridade segue os caminhos do jazz, do rhythm blues e, certamente, da música afro-brasileira. Com distribuição pela Dois Produtora, a direção geral e a concepção artística de “Miragem” são assinadas pela própria Valéria. (Foto: Lethícia Galo | Imprensa: Assessoria Bianco)

O.B.F – Tress

Referência do bass culture, os franceses do O.B.F. lançam o novo álbum, “Lava“. (Ouca aqui). Para promover, o coletivo divulga “Tress“, feat. com Charlie P, onde enaltecem a cultura canábica. “Tress” apresenta melodias de flauta sedutoras e a assinatura “skank” clássica do reggae. O coletivo da O.B.F é composta pelo produtor e seletor Rico, o operador G e a manager Stef promovem a dub music avançada e futurista, fortemente conectada com as sonoridades eletrônicas. O single chega com clipe editado por Dizziness Design.

(Imprensa: Dani Pimenta | Foto: Divulgação) 

The Outs – Onde Tudo Se Encontra

Com dez anos de trajetória, The Outs celebra a fase com o terceiro álbum de estúdio. A concepção e a produção do disco foram feitas pelos próprios integrantes e líderes do projeto, Dennis Guedes e Vinícius MassolaR. “Onde Tudo Se Encontra” chega pelo selo Eu Te Amo Records que faz a estreia na cena independente. 

Entre as canções, as faixas “Tão Comum” – parceria com o artista baiano Murilo Sá – e “Não Vai Parar” devem ganhar um videoclipe até o final do ano. O álbum traz também as participações dos artistas Katu Hai e ‘Irmão Victor‘ nos sopros. Nova psicodelia, hip-hop, lo-fi, bossa nova, neo soul, trap, synth pop, MPB, jazz, house e tecnobrega marcam as  faixas que integram o novo projeto. (Foto: Cassiano Geraldo | Imprensa: Assessoria Bianco)

Sulamericana – Sula

O tecladista Zylton Sena e o cantor e guitarrista Lucas Espínola são os responsáveis pelas composições de “Sula“, primeiro álbum da banda cearense Sulamericana. Com mix e master de de Alex Reis, a direção musical é assinada por Rafael Martins que integra a banda Selvagens à Procura de Lei.

De acordo com a banda, o álbum é universal e se comunica com diferentes públicos sem perder a essência original. Com quase dez anos de trajetória, além de Lucas e Zylton, a banda é formada por  Hugo Lage (guitarra), Ian Antunes (bateria) e Tiago Gnomo (Baixo). (Foto: Divulgação| Imprensa: Collapse Agency)

Daymé Arocena – Dançar e voar

Destaque da nova cena do afrojazz cubano, a cantora e compositora Daymé Arocena mergulha pela primeira vez no samba com um single inteiramente em português chamado “Dançar e voar”, com produção do premiadíssimo Kassin. Com quatro álbuns de estúdio em sua carreira solo, Daymé, é um dos principais nomes do novo jazz latino usando a música como expressão de suas raízes, fé e alma. (Foto: Pablo Dewin Reyes Maulin | Imprensa: Build Up Media)

Glaw Nader e Sérgio Pererê – Samba em Prelúdio

60 anos depois, a clássica, “Samba em Prelúdio(Baden Powell/Vinicius de Moraes) chega com novas propostas sonoras em parceria inédita de Glaw Nader e Sérgio Pererê. Lançada em clipe e single, a regravação ressignifica a música afrobrasileira e traz, segundo a artista, o protagonismo para os artistas negros relegados ao segundo plano. O clipe de “Samba em Prelúdio” foi gravado em Estúdio Motor (MG) e com direção de Luis Evo (Primata Filmes).

Além do novo trabalho, Glaw Nader também anuncia o EP “Cai Dentrodisponível pelas plataformas. (Foto: Lucca Mezzacappa | Capa: Octávio Cardozzo | Imprensa: Build Up Media)

“‘Samba em Prelúdio’foi das músicas mais difíceis de escolher um caminho, um arranjo, uma proposta que fizesse jus ao tamanho da obra, e que também trouxesse algo novo. A escolha foi a do ‘menos é mais’. É a música mais enxuta, por assim dizer em termos de instrumentação: violão e contrabaixo acompanham o dueto entre mim e Sérgio Pererê. É a única canção deliberadamente romântica do disco, e era bem importante pra mim, manter a estética de duo nessa música, assim como manter o contracanto”, resume a artista paulistana, atualmente radicada em Belo Horizonte.

Owerá – Owerá Chegou

Do álbum “Mbaraeté” (2022), lançado com o apoio da Natura Musical, o artista indigena Owerá, lança o clipe da faixa “Owerá Chegou“. Com direção do próprio artista em parceria com Diana Freixo responsável pela fotografia, edição e finalização -, o clipe traz a participação especial de Para Reté, companheira do artista. “Owerá Chegou” foi gravada na Aldeia Krukutu, em Parelheiros, na zona sul de São Paulo, onde Owerá vive.

Da sonoridade, o rapper levanta a bandeira ao que ele chama de RAP Nativo, um estilo raiz do RAP Indígena referenciado à artistas que produzem diretamente de sua terra nativa. Do álbum “Mbaraeté“, Owerá apresenta além de “Owerá Chegou“, mais oito faixas com as participações de Olivio Jekupé, Oz Guarani, Brô MC’s, Célia Xakriabá, Txana Ibã, Djuena Tikuna e Pará Rete.

Quando falo em resistência falo como uma mensagem de força. Força para os povos indígenas se manterem em pé, resistindo. É a resistência da língua, da tradição, da cultura, da nossa essência, da nossa espiritualidade”, promove o Owerá. (Fotos: Diana Freixo | Imprensa: Café 8 Music PR)

https://www.youtube.com/watch?v=KzF1Q_NxY34

Riegulate – Caribbean Queen

Com propriedade, Riegulate apresenta sua inusitada versão para “Caribbean Queen”, composição de Keith Diamond e Billy Ocean, lançada originalmente em 1984. Radicado em João Pessoa, Riegulate é o projeto solo de beats do músico, compositor e produtor Rieg Wasa que nasceu nos Estados Unidos e cresceu na Alemanha. A música consagrada na voz do cantor Billy Ocean chega com influências das icônicas Daft Punk e Black Moth Super Rainbow, 38 anos depois.

Tentei reproduzir mais próximo do original no Ableton Live, mas não gostei da minha voz tentando fazer parecido. Então fui experimentando e tentando entender melhor os elementos da música e estudar o porquê dos riffs e dos acordes. No final, acho que deixei a música mais com minha cara e uma pegada um pouco mais moderna com influências do Daft Punk e Black Moth Super Rainbow com utilização de vocoder”, revela o beatmaker. (Foto: Rafael Passos | Capa: Riegulate | Imprensa: Hominis Disss)

recreio – Passarinho

Formada pelos ex-integrantes da Soundlights, Arthur Valandro, André Garbini, Bernard Simon, Gabriel Burin e Ricardo De Carli, desta vez, o quinteto baseado em Porto Alegre forma a banda recreio e lançam o vídeo do registro ao vivo da faixa “Passarinho” do álbum “Tiranos Melancólicos(2022), com dez faixas. Registrado durante o show de lançamento do primeiro projeto da recreio, no espaço cultural Agulha, localizado na capital gaúcha, com a captação de áudio por Olímpio Machado e mix e master de Bernard Simon.

Com mix e master de Martin Scian, a potência de “Tiranos Melancólicos” chega na medida para enaltecer a sonoridade e estreia da banda recreio. Gaúchos e audaciosos, as faixas do álbum, segundo a banda, foram gravadas ao vivo em take único (exceto pela voz e percussão). Ou seja, a união com Felipe Apolonio (Fapo) na engenharia de áudio foi pontual para a consolidação das dez faixas.

A narrativa de “Passarinho” música composta entre 2021 e 2022, é fruto de um processo de imersão da banda. Ricardo, integrante do grupo e um dos produtores do álbum comenta:Essa música é um xodó da banda e de amigos próximos que ouviram nossas demos. Tem um apelo melódico bem pop, me remete muito à Rita Lee, Mutantes, Velvet Underground, Wilco. O verso e refrão acontecem apenas uma vez, depois mais da metade da música é só a banda tocando, num fluxo sem muita variação de dinâmica, como dirigir numa estrada em velocidade de cruzeiro. A capa de “Tiranos Melancólicos” é de Gustavo Poester. (Foto: Divulgação | Imprensa: Café 8 Music PR) 

Maikão e André Abujamra – Invasão

Do rock ao RAP, Maikão faz da junção com André Abjuamra um ecoar sobre as relações promíscuas entre extremismos religiosos, milicianismos e a corrupção endêmica do Brasil.

O single “Invasão (A Música Vive/2022), é um lançamento da Showlivre e A Música Vive e está disponível em todas as plataformas de música. Maikão aflora seu trabalho marcado pela atitude artística e potência humana, assim como pela valorização das tradições populares e a interação com o universo da música pop alternativa. A produção musical de “Invasão” é uma parceria de Maikão, Juca Natal e Celso Rocha responsável também por mix e master. (Foto: Edsoul Figueroa | Imprensa: Build Up Media)

Pedro Beydoun – Além das Nuvens

Após o lançamento de “Sempre Presente”, em setembro, o cantor e compositor Pedro Beydoun faz spoiler do seu primeiro álbum com o single e clipe de “Além das Nuvens”. Com roteiro, direção e imagens de Tiago Lima Produções, o clipe foi realizado e gravado em Atibaia (SP) com cenas captadas por drone que destacam as belezas naturais e arquitetônicas da cidade. A música traz a produção de Thiago Jahbass do Blessed Studio.

Conforme Beydoun, “Além das Nuvens” é um reggae romântico e retrata o reencontro de duas pessoas que se gostam e pretendem aproveitar o dia e a noite juntos. Sobre o álbum, a relação do artista vai além das possibilidades poéticas. “Apesar da cultura dos singles ser predominante hoje em dia, acredito que o álbum ainda é muito importante, principalmente para o público do reggae. Permite que você tenha uma visão mais ampla do que o artista quer passar com sua música, abordando vários assuntos ou até mesmo um só com profundidade”. (Foto: Fábio Biofa | Imprensa: Porque Assessoria)

Luís Augusto – Amefrican Grunges

Pensar a tradição como algo a ser desconstruído e reconstruído com todo o legado da cultura negra. Este é o mote que permeia o lançamento do EP “Amefrican Grunges“, projeto homônimo idealizado pelo compositor, violonista e vocalista Luís Augusto.

Neste projeto Luís contou com a participação de amigos músicos e importantes nomes da nova cena carioca. A Amefrican Grunges tem o próprio Luís no violão e voz e conta com Felipe Zenícola (baixo), Eduardo Manso (guitarras), Vovô Bebê (baixo e guitarra), Renato Godoy (bateria) e Felipe Ridolfi (efeitos) e traz os percussionistas Thomas Harres – em “Amefrican Grunges” – Pablo Carvalho e Índio da Cuíca – em “Be Sunshine“. A produção musical do EP é uma parceria da banda entre Renato Godoy.

Amefrican Grunges foi pensada como uma introdução e ao mesmo tempo algo que soasse como uma síntese do som da banda. Por este motivo talvez tenha ganhado o caráter de uma evocação, buscando tanto o senso de presença dos músicos como também a sintonia, a conexão com a tradição e/ou a ancestralidade que exala por nossas presenças e nos permite, por meio de nossas singularidades, que expressemos o que somos e como fazemos as coisas. A kind of Amefrican way!”, conta ele.

(Foto: Anne Santos | Imprensa: Build Up Media)

π Teco Martins – Entrelaçados

Como um sonho bom é o mantra entoado por π Teco Martins em “Entrelaçados“. Gravada no  Museu da Música, em Timbó (SC), ele canta ao lado do seu filho e a companheira A.Z. e d’As Quartettas (Quarteto de Cordas Feminino de Santa Catarina). O clipe tem direção de Vinícius Voar que, também assina a sessão ao vivo. “Entrelaçados” conta com a produção musical de Martins e Guilherme Chiappetta, responsável pela mixagem e masterização. O arranjo e o piano são do maestro Anselmo Manciniπ Teco Martins lançou no início de novembro o single e clipe de “Siena” com direção de Emerson Zemer pelo Studio Polvus. (Imprensa: Build Up Media / Foto: Divulgação)

Janu – Miolo do Oxente

Diretamente de Alagoas, Janu coloca os pés no chão e se reconecta com as origens em “Miolo do Oxente“, o novo álbum do artista. Porém, se você tá esperando só guitarreada, o projeto vai muito além e com potência. Gravado à distância com o cantor e músico Paulo Franco integrante da banda Gato Preto – o segundo álbum do artista chega com sete faixas e é enaltecido pelo pop, arrocha e o bregafunk. Tem música para a pistinha, é claro! Ouça “Vey” e você vai entender.

(Imprensa: Assessoria Bianco / Foto: Fernanda Simões)

Algumas músicas, como ‘Vey’, ‘Direção’, ‘Só’ e ‘Miolo do Oxente’ seguem muito das inspirações no pop em seu sentido amplo – tanto no indie como na música popular mesmo. São misturas de arrocha e dream pop, piseiro e lambada francesa, guitarrada árabe e bregafunk. No disco tem de tudo isso. A ideia inicial era esse estudo sobre os pops – o pop pop e o pop popular”, explica Janu.

Jambu – sei lá

Devaneios sobre o amor com a levada groovada da Jambu é a atmosfera de “sei lá“, single da banda manauara disponível pelas plataformas digitais. Sim, em caixa baixa mesmo, “sei lá” chega pelo Selo Bolo de Rolo e com a produção de Felipe Martins Rezende de Mello. Com influências do indie rock australiano e neozelandês, para os integrantes,”sei lá” é uma música apaixonada, jovem e sentimental. Na lata! 

A capa de “sei lá” traz a foto assinada por Demi Brasil, a direção de arte de Dan Stump e o designr por Luiza Alencar.

(Imprensa: Malu Bolanho | Foto: Demi Brasil | Direção de arte: Dant Stump | Design: Luiza Alencar)

Acordei com essa incerteza no peito um dia e fui procurar alguns acordes no violão que gostasse. Logo de primeira veio o refrão. Exatamente aquela ideia de “sei lá o que vai ser disso aqui, só sei que quero me jogar de cabeça”, descreve Gabriel, o vocalista da banda. Recentemente, a Jambu também lançaou o single de “Viajei“. Ouça aqui.

NUNEZ – Boemia, de fato

De fato, o que a gente pode te assegurar é a junção do groove, samba e RAPNUNEZ vem com este flow em “Boemia, de fato“, faixa-título do álbum que chegou com o clipe brasileiríssimo, assinado por Roberto Peccioli e Katharina Giglio. O álbum, com participações de Jair Oliveira e LOX, reúne ao longo das 11 faixas a junção de Renan Sabbadini e Bruno Calil, responsáveis pela produção. 

Lançar ‘Boemia, de Fato’ é como ver o nascimento de um filho, não só por ser meu primeiro disco, mas também por ser um trampo original, concreto, com conceito. Pra quem faz o corre todo independente, esse álbum é motivo de muito orgulho. Investi tudo que eu tinha: energia, tempo, grana, abri mão de uma porrada de coisas pra chegar até aqui. Mas valeu a pena, pois pude trazer minha essência, reunir pessoas especiais e fazer algo que acredito verdadeiramente”, destaca NUNEZ.

(Foto: Vitor Mezzacapa / Imprensa: OneRPM)

Amagatos – Metropolia

Eles são jovens e promissores da cena sergipana. O quarteto da Amagatos vai ao indie e reverbera em “Metropolia” single com fusão entre melodias e a jovialidade dançante que renova os ares e playlists. A faixa e clipe chegam pelo selo Before Sunrise Records, criado e gerenciado por Carlo Bruno Montalvão (manager da Brain Productions Booking). Distribuído pela Ditto Music, o clipe de estreia da Amagatos é assinado por Lucca Marx e Victor Caldas

“Fizemos uma melodia contrapartida da letra que, tenta mostrar seu viés mais triste ao mesmo tempo que soa satírico e como uma ode à vida da forma que ela é e ponto final”, contextualiza a banda, formada por Victor Caldas Vicá” (vocal/guitarras), Guilherme Bagio (guitarras/teclas), João Pedro Jompas” (baixo) e Guilherme Mateus Guima” (bateria).

(Imprensa: Tedesco Midia / Before Sunrise Records | Foto: Lucas Marx)

Supercolisor – Neons

Questionamentos poéticos enaltecem a sonoridade da Supercolisor com o single “Neons“, o primeiro de uma série que será divulgada ao longo dos próximos meses. Segundo Ian Fonseca, vocalista da Supercolisor, “Neons” é o estopim para o trio voltar ao palco. Vale lembrar que, neste ano, a Supercolisor divulgou em seu canal no YouTube, versões para clássicos da música pop francesa dos anos 1960 e 1980. O hit mundial  “Paroles, Paroles” composição de Gianni Ferrio (1924-2013), Leo Chiosso (1920-2006) e Giancarlo Del Re (1931-2011) vai de encontro à bossa nova, 49 anos depois do seu lançamento original. 

Da esquerda para a direita: Henrique Meyer, Ian Fonseca, Jérôme Gras e Natan Fonseca foto por Andreza Silviano.

(Imprensa: Izabela Costa) 

Renê Freire – Átrio

Com lançamento pelos selos Brava e MenasNota, em “Átrio“, Renê Freire faz o seu próprio espelho sonoro com o novo álbum onde ele compõe e improvisa ao longo de oito faixas com efeitos eletrônicos pontuais de Luã Brito. Além do álbum, o projeto é a dissertação de mestrado de Renê no curso de Composição na Universidade Federal da Paraíba. A produção musical é assinada por Freire e o seu orientador, Valério Fiel da Costa. Entre o orgânico e o experimental “Átrio” é um processo criativo sobre as possibilidades da composição musical do cru ao orgânico.

(Foto: Everson Verdião | Imprensa: Build Up Media)

Partindo desta minha compreensão em relação aos processos criativos, o uso do termo Átrio passou a ter um significado de ‘a sala principal’, ‘a entrada’ para as minhas emoções mais profundas, assim como as câmaras do coração, órgão este que popularmente é relacionado com as emoções e os sentimentos”, completa Renê Freire. (Capa: Alexandra de Moraes)

DNSM – Dormente

Handel Meireles soube criar um filme potente para “Dormente“, nova música da banda DNSM. Lançada em single e clipe, a composição deixa às claras o posicionamento da banda sobre o atual contexto político social brasileiro. Em clima de synthpop oitentista, “Dormente” encerra os trabalhos do EP “Despertar“, disponível pelas plataformas. (Foto: Ishihara Marques | Imprensa: Build Up Media)

Diego Tavares Tentei Lembrar

Diego Tavares chega com lançamento direcionado ao Tik Tok e Instagram. O clipe de “Tentei Lembrar” é praticamente um reels e ainda repleto de stickers e emojis, com roteiro assinado por ele, em parceria com Rodolfo Lacerda e Gustavo Pelota. Se clipe e música conversam? A agridoce “Tentei Lembrar” é daquelas composições que te motivam a ouvir toda a canção para entender a história por trás da letra. Ciúmes, dúvidas e dilemas existenciais costuram a canção que indaga o recomeço, ironizando um tanto estas situações melancólicas.   

(Foto: Erik Deago | Imprensa: Build Up Media)

Bel Aurora – Páprica

Com produção de Kastrup, a artista paulistana Bel Aurora lança o single e vídeo dança de “Páprica“, dirigido e protagonizado pela bailarina e artista Jéssica Gaspar, gravado em Minas, na bela Diamantina, onde reside a protagonista. A música é um refúgio de descobertas em que a artista faz da letra um reflexo do seu cotidiano e promove o lançamento do seu novo álbum “A Metanoia“. (Foto: Gabriella Panfilo / Imprensa: Favorite Assessoria)

Eu estava morando sozinha e passando por um monte de processos endurecedores e eu  comecei a perceber que algumas coisas eram esses pontos de luz no meu dia a dia. Como por exemplo, conseguir fazer uma comida bem temperada, contemplar uma lua misteriosa sem planejar, sentir essas pinceladas de cor que esses momentos curtos traziam para a minha vida, mesmo num ambiente austero e comedor de alma como São Paulo. Essa reflexão é o tema dessa música e o que foi me fazendo querer desenvolver essas paisagens para essa letra. Então, algumas das palavras-chave que eu trouxe para a Jéssica foram: Angústia com o propósito de vida,  necessidade de contemplação das coisas belas que aparecem para a gente na natureza e uma procura pelos condimentos que nutram o nosso caminho”, revela Bel Aurora.

Hate Spectrum – Irrational Fear

Irrational Fear” é o novo single da Hate Spectrum, banda do vocalista Eder Santana. Segundo Eder, “Irrational Fear” é um som denso e agressivo e distinto dos singles anteriores. O single conta com a participação do ilustrador Marcelo Vasco guitarrista da Patria e The Troops of Doom. Em breve, pela Mog Records, a banda vai lançar o primeiro álbum: “Egotrip“. (Foto: Divulgação | Imprensa: Acesso Music)

’Irrational Fear’ fala sobre o sentimento de medo persistente e intenso que muitas vezes sentimos, sem ter qualquer explicação. É o medo irracional e a auto indagação sobre a origem dessa magnitude”, comenta Eder

João Castellani – Dos Meus Sonhos

Aos 19 anos, a potência criativa de João Castellani aflora em sua brasilidade jazzística o groove setentista em “Dos Meus Sonhos“, EP com cinco faixas e sucessor de “QUIPU“, responsável por projetar João além da cena maringaense. Repleto de possibilidades, João consolida neste trabalho a potência criativa de sua versatilidade musical, explorando fusões psicodélicas e propostas experimentais.

Com capa de Natalia Dias, a ilustração traz referências de Edgar Allan Poe. Além da auto-produção sonora e a gravação de diversos instrumentos, Castellani conta com as participação esplendorosa de João Manoel, Mateus Alabi, Lucas Trabuco, Thiago Bernardi e a mix e master por Alan Giraddeli.

Assim como na literatura em que o escritor manipula o sentimento do leitor, penso nos sons como as sensações que posso transmitir”, declara o músico.  

(Foto: Lírica Aragão | Imprensa: No Corre)

Tori – Dies Irae

Após divulgar recentemente o single “Descese”, desta vez, em “Dies IraeTori afirma o quanto a sua sonoridade se faz necessária no cenário alternativo. Com produção do power trio Bem Gil, Bruno di Lullo e Domenico Lancellotti, a sergipana potencializa a composição de João Mario nesta segunda faixa que integra o próximo álbum da artista. “Dies Irae” chega com lançamento pelo selo PWR Records e, também, é divulgado em filme assinado por Clara Acioli e Elisa Maciel que ampliam a sensibilidade evocada pela música.

(Foto: Luli Morante | Direção de arte: Luli Morante e Jolly Barreto | Imprensa: Build Up Media)

 

Gabriel Sielawa – Terra

Marcado pela percussividade e o desenvolvimento diacrônico entre instrumentos orgânicos, samples e as possibilidades da cultura popular, ao longo de 12 faixas, Gabriel Sielawa une sua potência ao lado do produtor Diego Xavier e lança o álbum “Terra” (Gabriel Sielawa/Estúdio Wasabi/2022).

Embora seja o primeiro álbum solo, há mais de dez anos na cena paulistana, o artista também é reconhecido em sua trajetória pelas bandas Homens de Melo e Dom Pescoço. Dos álbuns que instigam desde a ficha à qualidade técnica, o álbum “Terra” abre com exatidão, os caminhos para Gabriel Sielawa germinar pelo país. (Foto: Fernando Baldo | Imprensa: Build Up Media)

Projetonave + Caco Pontes – Órbita

O lirismo entre o Projetonave e Caco Pontes propõe um diálogo multifacetado pelas possibilidades do encontro entre os sentidos e sensações de “Órbita” (YB Music), álbum com nove faixas e disponível em plataformas digitais. Em um voo entre o macro e microcosmo como definem, a viagem sonora é manifestada em um espaço distópico, similar ao atual contexto tupiniquim.

(Foto: Marcos Ramos Zenin | Imprensa: Da Lira Cultural)

https://open.spotify.com/album/0QAl9yL3FWHJ3wmFjTh3Ai?highlight=spotify:track:16zfKahNCptYq2J42aTHax

Gangrena Gasosa – Rei do Cemitério

Após um show emblemático pelo Rock in Rio e com transmissão pelo canal BIS, quem assistiu, conferiu em primeira mão o lançamento da Gangrena Gasosa com o single “Rei do Cemitério” – disponível em plataformas digitais. A letra do novo Omulu, Davi Sterminiun e Angelo Arede, ganhou clipe registrado no Rio de Janeiro, na Calunga Pequena, em uma produção conjunta da banda e Boneco de Pano Produções. A direção é assinada por Fabiano Soares. (Foto: Fabiano Soares | Imprensa: Acesso Music)

Cigana – Estrago

Após incorporar outros elementos estéticos e impulsionar a sonoridade eletrônica pelo EP “Estrago” (Balaclava Records), a banda Cigana afirma a sua nova identidade experimental. Produzido por Lazy Friendzzz, apenas a faixa “thomyorke” é uma parceria com Cosmo Curiz.

A sensação visual do novo trabalho chega com a parceria do videomaker Rafael Souza, do Lavanderia Estúdio, em todos os lyric videos. Para anunciar a nova era a faixa “robabrisa” ganhou clipe assinado também por Rafael Souza.  

(Imprensa: Build Up Media | Foto: Guilherme Brito)

Yuri Villar – La Horajasca

Com os convidados especiais Leonardo Amuedo (“Lockdown“) e Ayran Nicodemo (“Na banguela“), a sonoridade instrumental de Yuri Villar é enaltecida em “La Horajasca” (Yuri Villar/MARACANÃ/Cantores del Mundo), o novo EP do saxofonista, compositor e arranjador que chega às plataformas com quatro faixas.

(Imprensa: Build Up Media | Foto: Marcos Amorin)

Com destaque para as influências da música latina inspiradas pela narrativa colombiana de Gabriel García Márquez (1927-2014) e o modernista brasileiro Erico Verissimo (1905-1975). Calcadas no jazz moderno e gravadas em quarteto, Yuri vai além ao transpor esta junção pelas turbulentas histórias do Brasil entre 2013 e 2020.

Lucas Vasconcellos e Mauro Santa Cecília – Minha Flor

Entre imagens em preto e branco, a colaboração inédita de Lucas Vasconcellos e Mauro Santa Cecília desabrocha em clipe com a faixa “Minha Flor” – lançada em single. Com a sensibilidade visual da multimídia Mariana Zabenzidiretora do primeiro clipe do projetoLucas e Mauro fazem um encontro pontual onde as gerações da cena carioca celebram a amizade e sintonia poética. Além de Lucas e Mauro, o EP conta com as participações de Paulo Emmery e Júlio Santa Cecilia.

“Criar o clipe de ‘Minha Flor’ foi como trabalhar com costura. Passei um mês fazendo uma pesquisa de imagens, tanto no meu arquivo pessoal como na internet, a partir do que ia me inspirando a melodia, as pausas, a letra. Foi um processo inédito para mim, criar um roteiro que fosse vivo, mas sem sair para filmar, e depois lapidar e finalizar”, analisa a diretora. (Imprensa: Build Up Media | Foto: Eva Maria)

Origami Aquém – O Pior dos Origamis

Orgulhosamente sergipana, a Origami Aquém faz a sua estreia com o álbum “O Pior dos Origamis” (Caravela Records), com dez faixas. “Tarot“, música que abre o álbum, ganha clipe de Lucca Marx Ramos Souza para promover o trabalho que chega após cinco singles distribuídos entre 2021 e 2022. Entre as músicas influenciadas pelo garage rock e folk, “O Pior dos Origamis” apresenta oito faixas inéditas. 

(Foto: Lucca Marx Ramos Souza | Imprensa: Build Up Media)

“A estética do álbum foi definida ainda durante o lançamento do segundo single da banda, ‘Mente Vazia’. A foto de capa pulando sobre uma placa de ‘pare’ fez com que recebêssemos uma intimação judicial por vandalismo. Tivemos que ir na delegacia numa segunda feira, 7 da manhã, explicar que já encontramos a placa caída no chão num terreno baldio perto do local da foto e que não arrancamos ela do chão. Esse ocorrido engraçado nos fez pensar em lançar um álbum com estética de prisão, como se fôssemos astros do rock dos anos 70 e tivéssemos ido em cana por matar o amor”, explica o vocalista, Serjo. Além dele, a banda é formada por Galego, Murillo e Árabe.


Bruna Pena Scrooling

Após o single e o clipe de “Tu Dum“, Bruna Pena lança “Scrooling” música onde a artista afirma sua identidade sonora e visual. O novo trabalho também chega com o roteiro do clipe assinado por ela e, a faixa, pelo selo Dorsal Music. A produção musical do novo single é de Rodrigo Lemos com quem Bruna também trabalhou em “Tu Dum

Da cena curitibana, Bruna flerta com a sua sonoridade pelos redutos alternativos e tem se tornado uma das principais apostas da música. “Scrooling”conta com mixagem e masterização de Vivian Kuczynski

(Imprensa: Build Up Media |Crédito: Nina Barbosa)

RESP – ESCAMA

Um álbum com colagens e experimentações em um roteiro marcado pela sonoridade de Resp. “ESCAMA” é quase um roteiro de ficção científica e chegou com a divulgação do single-clipe3:33am” para promover o novo álbum do artista.

A sequência desta história chegou com o lançamento do clipe “TEUS OLHOS” e o feat. de omar.

Entre a narrativa audiovisual e a sonoridade, o álbum “ESCAMA” está disponível pelas plataformas digitais e conta também ao longo das nove faixas, com as participações de Fernanda Coral, JOCA, Bordas e d4crvz. (Foto: Eduarda Hipólito | Imprensa: Da Lira)

Silvia Goes – Um Novo Rumo

Com 12 canções, Silvia Goes se reconecta com a música instrumental que a projetou ao longo dos seus 65 anos de carreira. Em “Um Novo Rumo“, a pianista reconhecida pela sua construção harmônica desde 1958, chega aos 75 anos com criações pautadas pelo seu próprio âmago, ao que ela define como uma fase mais tranquila.

(Foto: Divulgação | Imprensa: César Miranda)

Gerra G – Todos os Lados

De fato, “Todos os Lados” (Núcleo Gatopardo), é o projeto onde o produtor musical e DJ Gerra G, celebra as suas facetas musicais ao reunir um grande time para brindar o seu primeiro álbum com nove faixas.

A faixa que abre o álbum, é uma das canções mais regravdas de Douglas Germano, a música “Padê Onã” que, ganha nova produção com a parceria da multiartista Luana Godin. Entre outras participações do álbum estão, Artéria FM, Klaf, GXAC, Flávia Sebas, Jhon Douglas, Thais Badu e Projeto Mujique.

(Capa: Divulgação)

Pri Lacerda – Não Quero

Com direção em parceria entre Izabella F. e Rosano Mauro Jr, “Não Quero” é o novo clipe de Pri Lacerda com produção musical de Eduardo Rozeira e mix e master de Nico Braganholo. Em 2023, a artista celebra dez anos de trajetória desde a sua projeção como vocalista pela banda de jazz e blues Snap Jazz. “Não Quero” reflete sobre o amadurecimento e transmutação após relacionamentos que machucam mas te impulsiona a seguir em frente. (Foto: Divulgação | Imprensa: Build Up Media)

A música vem talvez causar um incômodo e, quem sabe, fazer o ouvinte refletir sobre a permanência ou não em qualquer relação que machuca ou sufoca de alguma forma. Talvez o mais importante seja pensar sobre o que é viver uma relação saudável e ter a coragem de sugerir mudanças ou até encerrar ciclos. Eu tenho a sorte de ter um parceiro que me apoia em todas as minhas mudanças, processos e novas escolhas. Eu acredito que o amor tem uma relação direta com a liberdade de deixar o outro ser e seguir o seu próprio caminho. É uma soma que não sufoca, é um amor que permite o outro viver, errar, sorrir”, promove Pri.

Rafa Martins e Bola – Sereno

Quando as vozes se entrelaçam e possibilitam harmonias distintas, a junção se faz necessária. E assim nasce “Sereno“, segundo single inédito em parceria entre os músicos Rafa Martins e Bola, conhecidos também pelas bandas Selvagens à Procura de Lei e Zimbra. Composição do Bola, a música conta também com as participações de Bruno Pelloni, Pedro Furtado e João Pessoa.

‘Sereno’ é um convite para parar e recalcular a nossa rota, olhar pra dentro, se livrar de amarras passadas que nos acompanharam por anos. É um incentivo à vida e a coragem de vivê-la mais do que nunca, e aceitar nossa pequenez e desconhecimento sobre tudo. É sobre ser leve”, resume Bola.

(Foto: Mateus Oliveira | Imprensa: Build Up Media)

Aquino e a Orquestra Invisível – MTV

MTV” é a faixa que abre o novo EP dos cariocas Aquino e a Orquestra Invisível. A música é o abre-alas que conduz a brasilidade pop com diversas referências sonoras influenciadas pela estética dos anos 90 e 2000.

(Capa: João Aquino | Imprensa: Malu Bolanho)

hugo – Humaniora

Da contemplação sonora pelo álbum “Humaniora”, desta vez, as possibilidades poéticas de hugo, chegam em curta-metragem pautados pelas desilusões distópicas nacionais de 2022. Na versão do álbum lançado em 2021, “Humaniora” tem 20 faixas. No curta, a proposta entre música e vídeo são condensadas em 15 minutos pelo roteiro assinado entre William Freitas, Hugo Noguchi e Iago Gomes responsável também pela direção e fotografia.

(Foto: Guilherme Ventura | Imprensa: Build Up Media)

Supercores – Outros Outubros

A Supercores faz a sua estreia com o lançamento do single “Outros Outubros” com produção assinada pela pródpia banda. Formada por Eduardo Souza (bateria), Felix Dee (guitarra e voz), Gustavo X (guitarra) e Renato Rigon (baixo, teclas e voz), a banda chega com a música inspirada no clássico “Terra em Transe” de Glauber Rocha (1939-1981). Com influências norteadas pela estética dos anos 1960 e 1970, a banda eclode na cena com um single que anseia a vontade de vislumbrar outras canções. (Fotos: Murilo Ribeiro | Imprensa: Supercores)

Pedro Cassel – Boca Braba

Com as participações especiais de Letrux e Juliano Guerra, o segundo álbum de Pedro Cassel, “Boca Braba” apresenta dez faixas com canções próprias e poemas musicados de novos expoentes da literatura nacional. Com interpretação única, Pedro Cassel potencializa o novo trabalho e consolida a sua fortaleza sonora desde a divulgação do seu primeiro álbum “Abrir” (2020). O novo projeto deixa claro a maturidade do artista como explicita em “Esperando os ácaros“. (Foto: Luiza Padilha | Imprensa: Buld Up Media)

“Se no ‘Abrir’ tudo era etéreo e invisível, fui tomado por uma necessidade de falar da paisagem imediata: asfalto, prédios, a vontade de explodir um banco. Pra isso fui tanto escrevendo quanto juntando poemas musicáveis de poetas contemporâneos, atentos a temas e formas de falar também contemporâneos. Juntei, fui juntando: Bruna Beber, Tazio Zambi, Ana Guadalupe, Rafael Mantovani. Gravei canções com dois cancionistas de mão cheia, ambos cronistas e satiristas do agora: Letrux e Juliano Guerra. Queria que o resultado final falasse bastante do nosso tempo – mas pudesse falar de outros também. Cenários físicos e mentais”, sintetiza.

Paolo Ravley – MUNDOS (Deluxe)

Projetado pelo clipe “Selvagem“, Paolo Ravley lança a versão estendida do seu álbum de estreia. “MUNDOS (Deluxe)” chega com as 13 faixas originais e a reedição apresenta o single “Carcará” e três novos fonogramas: “Clareia”, “Um Cheiro e Um Dengo” e “Selvagem”. Uma das principais revelações da atual cena da música brasileira e principalmente por ser enaltecido pelo público LGBTQIA+, Paolo pretende nos próximos meses realizar uma mini-turnê pelo país. 

Realizei mais uma vez meu sonho de gravar em minha terra, com uma equipe local. O clipe foi gravado na cidade de Alcântara, um dos mais belos pontos turísticos do Maranhão. Algo místico me atraía a essa cidade e a seus velhos edifícios. Convidamos Dona Marlene, uma das caixeiras da festa do Divino Espírito Santo, para participar e ela nos deu a honra de aceitar o convite. Ela traz uma leveza, algo como a personificação de Gaia, a mãe, o início de tudo, a Terra. “Selvagem” é um grito de socorro, ora pessoal, ora coletivo”, promove Paolo.

(Foto: JrFranch | Imprensa: Build Up Media)

DINGO – Desconstrução do Ser e Doce Delírio

A DINGO anunciou pelo Instagram o novo álbum da banda que, até então, era conhecida por Dingo Bells. Para promover a nova fase, a DINGO divulgou os singles “Desconstrução do Ser” e “Doce Delírio” – que chega com clipe dirigido por Isadora Canguçu e Nathalia Mendes. Ambas as faixas foram compostas pela DINGO, que é formada por Rodrigo Fischmann (voz e bateria), Felipe Kautz (voz e baixo), Fabricio Gambogi (voz e guitarra) e Diogo Brochmann (voz e guitarra).A Vida é uma Granada“, o terceiro álbum da banda e o responsável pela nova fase, chega com 11 faixas e pelo selo Rockambole. (Foto: Divulgação | Imprensa: Izabela Costa)

Diogo Gomes – Transcendental

Gravado em fita e ao vivo, Diogo Gomes chega acompanhado por um quinteto potente em “Transcendental“, primeiro álbum digital do artista carioca. Requisitado por artistas como Nando Reis, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Roberta Sá, Adriana Calcanhotto, entre tantos outros, Diogo Gomes faz de “Transcendental” o encontro de sua expertise musical e a relação intrínseca com a sonoridade da música brasileira e referências do jazz e blues, ao longo de dez faixas.

(Foto: Divulgação | Imprensa: Marketing Digital)

 

Raizama – Vol. 01

Idealizado por Alexandre Carlo (Natiruts) e Rafael Paz (Unidade 76), o reggae brasileiro é enaltecido em “Raizama – Vol. 01“, projeto encabeçado pelos artistas. A coletânea digital chega com quatro faixas e as participações de Denise D’Paula, Vell Rangel, Dawtas of Aya e Ras Kadhu. Lançado pela Zeroneutro Studios, até o final deste ano serão divulgados outros dois volumes que compõem a coletânea.  Na foto, Regiane Cordeiro e Carol Afreekana do Dawtas of Aya que celebram a junção sonora em “Venha Ver“. (Foto: Divulgação | Imprensa: Surabhi Dasa)

Bahsi – Let You Go

O cantor, guitarrista e compositor piracicabano Bahsi foi direto ao ponto ao propor ouras camadas sonoras em “Let You Go“, single e visualizer onde a sonoridade do universo indie apresenta as referências que norteiam o trabalho do artista. A faixa já está disponível para streaming pelo selo Lazy Friendzzz e direciona a nova fase do artista que deixa claro a sua relação com a estética sonora dos anos 1990. A produção musical é assinada por ele em parceria com Max Matta, Juca Natal e Carlos Casagrande.

“‘Let You Go’ fala sobre se desprender do ‘eu’ do passado, enquanto a sonoridade traz uma mistura do groove e o indie, com uma linha de baixo pulsante e camadas de sintetizadores”, analisa Bahsi.

(Foto: Vitória Trigo | Imprensa: Build Up Media) 

Transit in the Ryes – After the Sun Collides

Diretamente da cena indie rock gaúcha, o quarteto da Transit in the Ryes fez do luto um EP embalado pela new wave. Após perderem um amigo, “After the Sun Collides” explora as questões humanas em diversas camadas instrumentais e com influências do folk. A Transit in the Ryes faz das dores a compreensão e amadurece com a nova proposta sonora. 

Sentir qualquer coisa depois de um choque como o falecimento de alguém próximo parece impossível, seja isso um sentimento positivo como uma nova paixão ou em contrapartida, um amor em ruínas. Contudo, nós voltamos a sentir, e talvez estranhamente, é mais aliviante ainda saber que isso inclui a experiência de novas dores. O EP não pretende necessariamente contar uma história de superação de um grande luto, tão quanto documentar e encontrar o conforto na volta das pequenas dores e anseios do dia a dia. After the Sun Collides é dedicado ao nosso melhor amigo, Dudu”, entrega Henrik Karlholm, frontman da banda. (Foto e capa: Isadora Klein | Imprensa: Build Up Media)

Anastácia – Anastácia (Remix)

Capixaba e com a brasilidade estampada em sua essência musical. Anastácia está em flerte fatal com todas as possibilidades que a música evoca em seu novo EP. Pelo selo Toca Discos, em “Anastácia (Remix)” cinco faixas ganham novas versões eletrônicas e orgânicas com a produção em parceria plural de Barol Beats e Rev Beats. O EP traz também as colaborações de Magro, Afronta MC e Fabio Carvalho. Originalmente, as canções integram o primeiro álbum da artista lançado em 2021 e com nove faixas. Ouça aqui. (Foto: Divulgação | Imprensa: Anastácia)

Eduardo Pavloski – Dê Tempo ao Disco, Kerouac

Talvez pelos tragos, mas o timbre único de Eduardo Pavloski ecoa pela sua essência boêmia em “Dê Tempo ao Disco, Kerouac“. Produzido pelo próprio artista, as quatro canções do novo EP refletem o cotidiano e os instantes poéticos que somente Pavloski sabe como poucos provocar. “Mais uma produção independente no meu humilde estúdio de vagabundo com 4 canções novas que viajam entre praças, escadarias e doses de cachaça na vida boêmia desse rapaz torto“, pondera o artista pelo Instagram. 

No Porn – Contra Dança

Liana Padilha e Lucas Freire celebram 20 anos do projeto Noporn com o lançamento de “Contra Dança“, quarto projeto do duo com 12 faixas que tem o sexo como eixo condutor da poesia eletrônica desenvolvida entre São Paulo, Rio de Janeiro, Boa Esperança e Lisboa.

O novo álbum conta com convidados especiais, os compositores Raimundo Giorgi Filho e André Lima. Há duas décadas promovendo a sonoridade clubber, para quem acompanha a Noporn, tem um álbum que vai da pista ao paralelo poético, entre o passado e a distópica cultura digital. Tanto que, “Contra Dança”, faixa que dá nome ao álbum, é a música responsável por vislumbrar esta realidade.

(Foto: Gleeson Paulino | Arte de capa: Gabriel Braga | Imprensa: Alets Comunicação)

Bruna Brandão – Austronauta do Destino

Com fotografia de Gab Barreto, “Astronauta do Destino” é o novo clipe de Bruna Brandão. A música lançada em single, ganha audiovisual, gravado na Praia do Saco, em Sergipe, com direção assinada entre a artista, o próprio Gab e Gladson Galego. Com dez anos de trajetória na cena brasileira, em “Astronauta do Destino”, Bruna Brandão sela a sua parceria com os músicos e produtores Allen Alencar, Vinicius BigJohn e João Mário. A faixa integra o projeto “Lampejo“, primeiro EP da artista que deve ser lançado nos próximos meses.

(Foto: Luli Morante | Imprensa: Build Up Media)

Kosmik Band – Tudo Está Bom

Entre a Argentina, Brasil e Espanha, a Kosmik Band lança o primeiro single do álbum “Tudo Está Bom“. A banda transatlântica formada por La Charo, Twanguero, Nanan e Enzo Buono apresenta a faixa-título que chega com o single e visualizer. Assista aqui. A Composição de Enzo Buono e Mermans Mosengo está disponível pelas plataformas de streaming com capa de Pedro Roth.

(Imagem: Thiago Iglesias | Imprensa: Café 8) 

 

Mulamba – Será Só Aos Ares (visualizer)

Do recém lançado “Será Só Aos Ares“, a Mulamba lança uma série de visualizers com interpretação em Libras e amplia a potência sonora de suas canções em um momento onde a reflexão sobre a acessibilidade na música está em voga. Todo o conteúdo foi traduzido e coordenado por Jonatas Rodrigues Medeiros, da Fluindo Libras, uma produtora cultural bilíngue de arte surda e estúdio de tradução audiovisual. 

A importância é a de juntar o máximo possível de almas numa mesma intenção, a intenção de comunicar. A importância de agregar a diversidade é urgente e necessária para que a sociedade ‘normativa’ entenda que no mais somos todes diferentes”, explica Cacau de Sá. Além dela, a banda é formada por Amanda Pacífico, Érica Silva, Caro Pisco, Fer Koppe e Naíra Debértolis

O canal oficial da banda pelo YouTube conta com quase dez milhões de visualizações. Os visualizers com direção de Leticiah Futata, fotografia de Maju Tohme e sittil de Paula Zucoloto estão disponíveis pelas redes da banda que está confirmada no lineup do Lollapalooza 2023.  (Foto: Fábio Setti e Tamara dos Santos | Imprensa: Build Up Media)

Klüber – Pra Duvidar

Um álbum de estreia potente com produção de Érica Silva e Leo Gumiero. É com este duo da atual cena da música curitibana que klüber faz da sua primeira obra o próprio ecoar na música brasileira. Amor, política e poéticas do cotidiano promovem a poética e o “pop prolixo” definido pela multiartista trans não-binária. Ao longo das 11 faixas, Klüber faz um passeio estrondoso guiado pelo grunge, samba e experimental. 

(Foto e capa: Amanda Lavorato | Imprensa: Build Up Media)

O disco é uma compilação de um poema, uma regravação e nove músicas de diversos períodos da minha vida. Achar sentido e conexão para tudo isso foi um pouco difícil, mas Pra Duvidar tornou-se um disco de grunge – tem até samba grunge – e está articulando a noção de dúvida como uma necessidade. Hesitamos em alguns nomes, mas um grande amigo, chamado Rafael Lorran, criou esse título numa conversa em que aprofundávamos essa ideia de dúvida de gênero, que aqui inclusive pode ser tanto a identidade de gênero quanto o gênero musical”, explica Klüber

Mariana Zibáh e Gui Miudo – Esperança

Com referências da música afro-brasileira e, em alto e bom tom, Mariana Zibáh e Gui Miudo deixam claro que o horizonte além do mar é o fio da “Esperança” enaltecida pelo duo, com o novo single.

Reconhecidos pela famigerada Central Sistema de Som, Mariana Zibáh e Gui Miudo lançam “Esperança” pelas plataformas de streaming. Este é o primeiro single de uma série de canções que os artistas divulgam ao longo dos próximos meses.

(Foto: Divulgação)

Outros Lançamentos

Pelo Spotify do Música é o Canal, está disponível a Mixtape 10 e 11 com as principais novidades da música, lançadas entre setembro e outubro. Em 25 de novembro, será disponibilizada a playlist com a Mixtape 12. Pelo YouTube, o Música é o Canal divulgou a playlist com os principais vídeos, visualizers, clipes, shotfilms e filmes publicados em outubro. Assista aqui.