
Aqui pelo Música é o Canal, nós somos vidrados em uma lista repleta de lançamentos para descobrir as sonoridades que tem ecoado pelas distintas partes do globo. Ampliando o nosso canal de divulgação e promovendo outras culturas, a partir de novembro, o Música é o Canal em parceria com novos selos, agências e assessorias que fortalecem a potência da rede dos profissionais da música, também começa a divulgar as novidades internacionais. Confira abaixo mais de 100 lançamentos divulgados entre setembro e outubro que você precisa compartilhar pela sua playlist.
Leandro Ferraz – Algumas Certezas

Leandro Ferraz faz sua estreia com nomes célebres da cena brasileira. “Algumas Certezas” é o primeiro álbum do multiartista e chega com a parceria entre Alexandre Fontanetti e Felipe Câmara do icônico estúdio Space Blues e premiados três vezes com o Grammy Latino, por trabalhos com Nando Reis (Jardim-Pomar, em 2017), Céu (APKÁ, em 2020) e Zeca Baleiro (Canções D’Além Mar, em 2021).
Após lançar os clipes e singles das faixas “Tela Viva“, “Certeza do Amanhã” e “Pixels“, Leandro Ferraz apresenta ao público sete faixas inéditas que entregam o flerte do artista entre a bossa nova, psicodelias e rock. “Algumas Certezas” chega repleta de camadas para ouvir do começo ao fim. As canções de Leandro Ferraz flertam com propriedade pelo pop. Com timbre único, daqueles que te pega de prontidão, da rouquidão grave às notas mais elevadas, a naturalidade de Leandro Ferraz é uma potência da atual contemporaneidade. Tanto em letra quanto melodia.


Com exclusividade, ao Música é o Canal, Leandro Ferraz comenta sobre o lançamento do clipe. “Laranja“, a faixa que abre o álbum, revela a faceta do artista em flerte com o samba-rock setentista.
“Posso dizer que Laranja, até o momento, é o clipe mais bem produzido, fotografado e divertido que fizemos. Traduz muito a essência da composição, a amizade, o sol, o amor, o anseio de tempos bons. Espero que as pessoas se divirtam assistindo”, completa o artista.

saudade – bem vindo, amanhecer

Lançada originalmente pelo álbum “bem vindo, amanhecer” (saudade), a faixa “do avesso“, ganha versão ao vivo, divulgada pelo Showlivre. Do segundo álbum de saudade – projeto do músico Saulo von Seehausen – “bem vindo, amanhecer” vai do indie ao caldeirão da brasilidade em letras repletas de dilemas com beats e metais influenciadas pela primazia sonora brazuca dos anos 1970. Ou seja, um caleidoscópio puro do multi-instrumentista.
Entre as dez faixas produzidas por saudade em parceria com Pedro Serapicos e Felipe Vassão, as participações do álbum trazem Nina Oliveira, Bronze, Lio, Lorena Chaves, Rebeca Sauwen, Bibi Caetano, Jorge Amorim, Breno Morais e Rodrigo DÁvila.
(Foto: Camila Sanchez | Imprensa: Build Up Media)
TIME ZERO – New World
Com dez faixas, os franceses do TIME ZERO lançam o primeiro álbum com quase dez anos de trajetória. Formado em 2011, o quarteto vai do hard rock ao pop melódico em “New Word“ (ROOOK MUSIC). “New World” foi gravado em 3 sessões no estúdio Le Cerisier em Toulouse. (Foto: Divulgação | Imprensa: Collapse Agency)

VERO – Cilada
VERO colore o mundo em “Cilada” (RECAPS) parceria da multiartista com o produtor e DJ Lucasbin. Entre o orgânico e eletrônico, beats, guitarra e violão encontram a composição que reflete sobre o tempo. “Cilada” também ganhou visualizer gravado em Curitiba, com roteiro de VERO e direção de Lucasbin. O single está disponível em plataformas de streaming. (Capa: Reprodução/Spotify)

Vivi Rocha – Vagalume
Em tom intimista, o single e clipe “Vagalume” da Vivi Rocha consolidam o projeto “IMPERMANENTE“. Com Danilo Andrade nos pianos e produção musical de Habacuque Lima, o clipe gravado na noite paulistana é assinado pelo produtor em parceria com Pedro Leme.
Além de “Vagalume“, também integram o projeto as canções “Um recado pra mim” e “Com você”. Incertezas da vida envoltas à composição romântica dão o tom que Vivi pré-anuncia o segundo álbum da carreira. A capa de “Vagalume” e algumas imagens do clipe foram desenvolvidas por meio do software de inteligência artificial Midjourney. (Foto: Karen Montija | Imprensa Build Up Media)

Looa – Shapeshifter
Uma das principais apostas da nova cena musical brasileira, o duo Looa chega com o seu pop alternativo com a potente “Shapeshifter” e a produção de Gustavo Schirmer – que já trabalhou com artistas como Terno Rei e Jovem Dionísio. Com diversas referências sonoras da música eletrônica e new pop, Chiemi e Gabs trazem novos ares com a letra em inglês que consolida o processo de criação e amadurecimento, desde o début com o single “Ghosts” (2018).

Além do single, “Shapeshifter” chega com clipe produzido pelo Looa em parceria com RubroLab e direção por Nícolas Lopes. Composição de Chiemi e Gabs, o single é produzido por Gustavo Schirmer com mix e master de Nico Braganholo.
(Foto: Divulgação | Imprensa: Looa)

2Strange – Hoping

A elegância sonora com influências do R&B refletem a diversiade e as possibilidades musicais de Bobby Banks e Dani Boy, o duo que forma a 2Strange. Criados no exterior, os irmãos potencializam o repertório cultural de suas criações influenciados, principalmente, pelas características do hip-hop.
“Hoping” (Sony Music Entertainment Brasil ltda. sob licença exclusiva de Scuderia D’arte ltda.) também chega com clipe idealizado e roteirizado pelo 2Strange em parceria com Gustavo Ownage que também assina a direção geral e fotografia. O single produzido pelo duo traz também a produção de Sakura e master de Gaspar Pini. (Foto: Divulgação | Imprensa: Bribba Castro).

Duda Raupp – De Dentro Pra Fora

Duda Raupp olha pra si em “De Dentro Pra Fora” novo EP do beatmaker e multi-instrumentista. Ao longo das seis faixas, neo soul, R&B e hip-hop ditam o tom do novo projeto que, segundo o artista, é fruto de um processo de auto-descoberta e doação ao universo musical. Com as participações de Fabriccio, Kamau, Kristal Werner, Maca Sol, Cristal e Nill, “De Dentro Pra Fora” é o segundo EP de Duda e também o Trabalho de Conclusão de Curso em Bacharelado em Música Popular da UFRGS.
“A música está presente em todos os lugares na minha vida, e faz parte de todos os meus movimentos. Eu durmo e acordo pensando em música, é meu trabalho e meu maior lazer. Estudo música, trabalho com música, me divirto fazendo e ouvindo música, e se pudesse respirar música, com certeza faria.” descreve Duda Raupp. (Foto: Júlia Kayser | Imprensa: Carolina Martins)

Maria Paraguaya – Eu Gosto De Você Mas Também Gosto do Bar

Musa da cena underground, a cantautora e multi-instrumentista radicada no Brasil, Maria Paraguaya lança pelo selo Maxilar o single “Eu Gosto de Você Mas Também Gosto do Bar“. O rock de Paraguaya traz a parceria dela com Luiz Henrique Born Meissner e chega com a produção musical de Renato Ximu e capa por Natasha Durski. “Eu Gosto de Você Mas também Gosto do Bar” já está diponível pelas plataformas de streaming.
Female President – Our Year To Grieve
Dréa Atkins (Farewell Albatross), Johnny Moss (DSR) e Jasper Cunningham (Vacant Lights) já tem planos para lançar o segundo EP da Female President. Enquanto isso, o trio americano faz a estreia na cena do rock com “Our Year To Grieve“, EP com cinco faixas lançado pelo selo Start Over Records. Divulgado em plataformas de streaming, segundo a Female President, além do primeiro EP, o sucessor deve ser lançado no final da primavera de 2023. (Foto: Divulgação | Imprensa: Collapse Agency)

Carlos Salles – Espinho

Do álbum “Pra Lá de Sério“, Carlos Sales lança o clipe para a faixa “Espinho“, com direção de Chris Duk e produção pela Califfa 77 Produtora. O cantor, compositor e multiinstrumentista carioca integrou bandas marcantes da cena carioca, como Medusas, Mané Sagaz, Les Pops e Stereomoog. (Foto: Ana Alexandrino)
Carlos Salles integra há mais de dez anos a banda de Maurício Baia e coleciona apresentações memoráveis no Rock in Rio e Lollapalooza. “Espinho” reflete sobre a ilusão da vida e sua contramão. O álbum disponível pelas plataformas de streaming apresenta dez faixas e sucede o o álbum “Assim” (2012) e os singles “Festa no Céu” (2019), “Gostoso Demais” (2021) e “O Jogo” (2021). (Imagem Divulgação| Imprensa: Build Up Media)

Caramelows – Viralata

Parceria de longa data devidamente registrada. O sexteto da Caramelows chega com a participação especial de Jota Pê e Renata Éssis em “Viralata“, faixa que integra o álbum de estreia da banda. Lançada em single, a produção musical é uma parceria entre Lucas Mayer e Rafael Barone com letra de Renata Éssis e Jota Pê – que também assina a música com os Caramelows.
Com capa do premiado quadrinista, cantor e compositor Camilo Solano, “Sorte” chega via streaming pela Dorsal Musik. Recentemente, os Caramelows divulgaram o EP “ViraLata, Pt. 1” (Dorsal Musik) com as colaborações de André Abujamra, Deep Leaks, Estela Paixão, Joyce Alane e LUIZGA. O álbum na íntegra está disponível em plataformas digitais. (Foto: Leila Penteado | Imprensa: Build Up Media)

O Campo – Tatarô
Rock, baião, bolero e afrobeat marcam as experimentações musicais do quinteto O Campo em “Tatarô” (Bangue Records), EP com quatro faixas onde a banda explora outras possibilidades musicais em produção assinada por eles em parceria com Michel Cruz, gravado em Taubaté no Bangue Estúdio.


“Foi mais de um ano e meio para chegarmos até o momento de definir, de fato, o trabalho, num processo muito natural e espontâneo em que despendemos bastante tempo para explorar as canções e os arranjos antes de dar o rec inicial. Conservamos as músicas e deixamos que elas fossem se enriquecendo de forma espontânea”, comenta a banda formada por Danilo Bonato (percussão e backing vocals), Leo Santi (guitarra e voz), Mário Gascó (bateria, sitar e samples), Michel Cruz (guitarra) e Murilo Marroco (baixo).
(Foto: Rubens Adati | Edição de foto/capa: Mário Gascó | Foto da Capa: Mô Bertuzzi | Imprensa: Flora Miguel e Lívia Mello)
Telefunksoul – Telefunksoul Convida: álbum coletânea 2022
Monkey Jhayan, Fall Clássico feat. Bruno Kroz, Leow, Jotaerre, Processman feat. Danny Nascimento, Buarky, Peluzu, PZZS e Lerry integram a coletânea “Telefunksoul Convida: álbum coletânea 2022” (Brasa Music) onde o DJ e produtor musical celebra 30 anos de trajetória na cena da música. Com 11 faixas e em Open Format, Telefunksoul explora os elementos sonoros do bass music, dancehall, reggaeton, nu-disco e bahia bass music em plena fusão. (Capa: Divulgação | imprensa: Brasil Calling)

Tito Carlos Trio – Tito Carlos Trio 1

O rock sessentista é o mote que une as participações do baterista Marcelo Callado (Banda Cê, Do Amor) e o baixista Gustavo Benjão (Do Amor) em “Tito Carlos Trio 1” , álbum de estreia do projeto encabeçado pelo carioca Marcos Muller em parceria com Claudio Werneck no baixo e Robson Riva na bateria. A gravação do álbum aconteceu no estúdio RockIt!, – gravadora de Dado Villa-Lobos – , e tem lançamento pelas plataformas pelo selo Pomar. Com oito faixas, as músicas foram compostas por Marcos Muller, exceto “Não Vou Sorrir” e “Não Sei Se Sou Capaz“ (Marcos Muller/Cinthia Rosa), com produção musical de Gustavo Benjão. (Capa: Divulgação | Imprensa: Build Up Media)
Mundhumano – Pedra Fundamental
Questionando dogmas, comportamentos e, sobretudo, a constante luta entre o bem e o mal, a banda goiana Mundhumano lança “Pedra Fundamental” single com o qual anunciam o primeiro álbum. Composição de Kleuber Garcêz e Cesar Henrique feita em 2015, segundo a banda, a canção traz um toque oriental e inspirações setentistas que permeiam o rock clássico e progressivo. O álbum da Mundhumano, “Os Deuses que Dançam” traz como mote elementos do afrofuturismo e está disponível aqui. (Foto: Mayara Varalho | Imprensa: Surabhi Dasa)

Valéria Custódio – Miragem

Dona de um timbre único, Valéria Custódio abre os caminhos com “Miragem“, segundo álbum da artista que começou a ser produzido antes da pandemia. Com 10 faixas, a artista assina as composições exceto em “Faxina”, assinada por seu parceiro Kau Caldas, que também estava imerso no contexto em que o trabalho foi elaborado. A sonoridade segue os caminhos do jazz, do rhythm blues e, certamente, da música afro-brasileira. Com distribuição pela Dois Produtora, a direção geral e a concepção artística de “Miragem” são assinadas pela própria Valéria. (Foto: Lethícia Galo | Imprensa: Assessoria Bianco)
O.B.F – Tress

Referência do bass culture, os franceses do O.B.F. lançam o novo álbum, “Lava“. (Ouca aqui). Para promover, o coletivo divulga “Tress“, feat. com Charlie P, onde enaltecem a cultura canábica. “Tress” apresenta melodias de flauta sedutoras e a assinatura “skank” clássica do reggae. O coletivo da O.B.F é composta pelo produtor e seletor Rico, o operador G e a manager Stef promovem a dub music avançada e futurista, fortemente conectada com as sonoridades eletrônicas. O single chega com clipe editado por Dizziness Design.
(Imprensa: Dani Pimenta | Foto: Divulgação)
The Outs – Onde Tudo Se Encontra
Com dez anos de trajetória, The Outs celebra a fase com o terceiro álbum de estúdio. A concepção e a produção do disco foram feitas pelos próprios integrantes e líderes do projeto, Dennis Guedes e Vinícius MassolaR. “Onde Tudo Se Encontra” chega pelo selo Eu Te Amo Records que faz a estreia na cena independente.


Entre as canções, as faixas “Tão Comum” – parceria com o artista baiano Murilo Sá – e “Não Vai Parar” devem ganhar um videoclipe até o final do ano. O álbum traz também as participações dos artistas Katu Hai e ‘Irmão Victor‘ nos sopros. Nova psicodelia, hip-hop, lo-fi, bossa nova, neo soul, trap, synth pop, MPB, jazz, house e tecnobrega marcam as faixas que integram o novo projeto. (Foto: Cassiano Geraldo | Imprensa: Assessoria Bianco)
Sulamericana – Sula

O tecladista Zylton Sena e o cantor e guitarrista Lucas Espínola são os responsáveis pelas composições de “Sula“, primeiro álbum da banda cearense Sulamericana. Com mix e master de de Alex Reis, a direção musical é assinada por Rafael Martins – que integra a banda Selvagens à Procura de Lei.
De acordo com a banda, o álbum é universal e se comunica com diferentes públicos sem perder a essência original. Com quase dez anos de trajetória, além de Lucas e Zylton, a banda é formada por Hugo Lage (guitarra), Ian Antunes (bateria) e Tiago Gnomo (Baixo). (Foto: Divulgação| Imprensa: Collapse Agency)

Daymé Arocena – Dançar e voar

Destaque da nova cena do afrojazz cubano, a cantora e compositora Daymé Arocena mergulha pela primeira vez no samba com um single inteiramente em português chamado “Dançar e voar”, com produção do premiadíssimo Kassin. Com quatro álbuns de estúdio em sua carreira solo, Daymé, é um dos principais nomes do novo jazz latino usando a música como expressão de suas raízes, fé e alma. (Foto: Pablo Dewin Reyes Maulin | Imprensa: Build Up Media)
Glaw Nader e Sérgio Pererê – Samba em Prelúdio
60 anos depois, a clássica, “Samba em Prelúdio” (Baden Powell/Vinicius de Moraes) chega com novas propostas sonoras em parceria inédita de Glaw Nader e Sérgio Pererê. Lançada em clipe e single, a regravação ressignifica a música afrobrasileira e traz, segundo a artista, o protagonismo para os artistas negros relegados ao segundo plano. O clipe de “Samba em Prelúdio” foi gravado em Estúdio Motor (MG) e com direção de Luis Evo (Primata Filmes).
Além do novo trabalho, Glaw Nader também anuncia o EP “Cai Dentro” disponível pelas plataformas. (Foto: Lucca Mezzacappa | Capa: Octávio Cardozzo | Imprensa: Build Up Media)


“‘Samba em Prelúdio’foi das músicas mais difíceis de escolher um caminho, um arranjo, uma proposta que fizesse jus ao tamanho da obra, e que também trouxesse algo novo. A escolha foi a do ‘menos é mais’. É a música mais enxuta, por assim dizer em termos de instrumentação: violão e contrabaixo acompanham o dueto entre mim e Sérgio Pererê. É a única canção deliberadamente romântica do disco, e era bem importante pra mim, manter a estética de duo nessa música, assim como manter o contracanto”, resume a artista paulistana, atualmente radicada em Belo Horizonte.
Owerá – Owerá Chegou
Do álbum “Mbaraeté” (2022), lançado com o apoio da Natura Musical, o artista indigena Owerá, lança o clipe da faixa “Owerá Chegou“. Com direção do próprio artista em parceria com Diana Freixo – responsável pela fotografia, edição e finalização -, o clipe traz a participação especial de Para Reté, companheira do artista. “Owerá Chegou” foi gravada na Aldeia Krukutu, em Parelheiros, na zona sul de São Paulo, onde Owerá vive.


Da sonoridade, o rapper levanta a bandeira ao que ele chama de RAP Nativo, um estilo raiz do RAP Indígena referenciado à artistas que produzem diretamente de sua terra nativa. Do álbum “Mbaraeté“, Owerá apresenta além de “Owerá Chegou“, mais oito faixas com as participações de Olivio Jekupé, Oz Guarani, Brô MC’s, Célia Xakriabá, Txana Ibã, Djuena Tikuna e Pará Rete.
“Quando falo em resistência falo como uma mensagem de força. Força para os povos indígenas se manterem em pé, resistindo. É a resistência da língua, da tradição, da cultura, da nossa essência, da nossa espiritualidade”, promove o Owerá. (Fotos: Diana Freixo | Imprensa: Café 8 Music PR)
Riegulate – Caribbean Queen

Com propriedade, Riegulate apresenta sua inusitada versão para “Caribbean Queen”, composição de Keith Diamond e Billy Ocean, lançada originalmente em 1984. Radicado em João Pessoa, Riegulate é o projeto solo de beats do músico, compositor e produtor Rieg Wasa que nasceu nos Estados Unidos e cresceu na Alemanha. A música consagrada na voz do cantor Billy Ocean chega com influências das icônicas Daft Punk e Black Moth Super Rainbow, 38 anos depois.
“Tentei reproduzir mais próximo do original no Ableton Live, mas não gostei da minha voz tentando fazer parecido. Então fui experimentando e tentando entender melhor os elementos da música e estudar o porquê dos riffs e dos acordes. No final, acho que deixei a música mais com minha cara e uma pegada um pouco mais moderna com influências do Daft Punk e Black Moth Super Rainbow com utilização de vocoder”, revela o beatmaker. (Foto: Rafael Passos | Capa: Riegulate | Imprensa: Hominis Disss)

recreio – Passarinho

Formada pelos ex-integrantes da Soundlights, Arthur Valandro, André Garbini, Bernard Simon, Gabriel Burin e Ricardo De Carli, desta vez, o quinteto baseado em Porto Alegre forma a banda recreio e lançam o vídeo do registro ao vivo da faixa “Passarinho” do álbum “Tiranos Melancólicos” (2022), com dez faixas. Registrado durante o show de lançamento do primeiro projeto da recreio, no espaço cultural Agulha, localizado na capital gaúcha, com a captação de áudio por Olímpio Machado e mix e master de Bernard Simon.
Com mix e master de Martin Scian, a potência de “Tiranos Melancólicos” chega na medida para enaltecer a sonoridade e estreia da banda recreio. Gaúchos e audaciosos, as faixas do álbum, segundo a banda, foram gravadas ao vivo em take único (exceto pela voz e percussão). Ou seja, a união com Felipe Apolonio (Fapo) na engenharia de áudio foi pontual para a consolidação das dez faixas.
A narrativa de “Passarinho” música composta entre 2021 e 2022, é fruto de um processo de imersão da banda. Ricardo, integrante do grupo e um dos produtores do álbum comenta:Essa música é um xodó da banda e de amigos próximos que ouviram nossas demos. Tem um apelo melódico bem pop, me remete muito à Rita Lee, Mutantes, Velvet Underground, Wilco. O verso e refrão acontecem apenas uma vez, depois mais da metade da música é só a banda tocando, num fluxo sem muita variação de dinâmica, como dirigir numa estrada em velocidade de cruzeiro. A capa de “Tiranos Melancólicos” é de Gustavo Poester. (Foto: Divulgação | Imprensa: Café 8 Music PR)

Maikão e André Abujamra – Invasão

Do rock ao RAP, Maikão faz da junção com André Abjuamra um ecoar sobre as relações promíscuas entre extremismos religiosos, milicianismos e a corrupção endêmica do Brasil.
O single “Invasão“ (A Música Vive/2022), é um lançamento da Showlivre e A Música Vive e está disponível em todas as plataformas de música. Maikão aflora seu trabalho marcado pela atitude artística e potência humana, assim como pela valorização das tradições populares e a interação com o universo da música pop alternativa. A produção musical de “Invasão” é uma parceria de Maikão, Juca Natal e Celso Rocha – responsável também por mix e master. (Foto: Edsoul Figueroa | Imprensa: Build Up Media)

Pedro Beydoun – Além das Nuvens

Após o lançamento de “Sempre Presente”, em setembro, o cantor e compositor Pedro Beydoun faz spoiler do seu primeiro álbum com o single e clipe de “Além das Nuvens”. Com roteiro, direção e imagens de Tiago Lima Produções, o clipe foi realizado e gravado em Atibaia (SP) com cenas captadas por drone que destacam as belezas naturais e arquitetônicas da cidade. A música traz a produção de Thiago Jahbass do Blessed Studio.
Conforme Beydoun, “Além das Nuvens” é um reggae romântico e retrata o reencontro de duas pessoas que se gostam e pretendem aproveitar o dia e a noite juntos. Sobre o álbum, a relação do artista vai além das possibilidades poéticas. “Apesar da cultura dos singles ser predominante hoje em dia, acredito que o álbum ainda é muito importante, principalmente para o público do reggae. Permite que você tenha uma visão mais ampla do que o artista quer passar com sua música, abordando vários assuntos ou até mesmo um só com profundidade”. (Foto: Fábio Biofa | Imprensa: Porque Assessoria)

Luís Augusto – Amefrican Grunges
Pensar a tradição como algo a ser desconstruído e reconstruído com todo o legado da cultura negra. Este é o mote que permeia o lançamento do EP “Amefrican Grunges“, projeto homônimo idealizado pelo compositor, violonista e vocalista Luís Augusto.


Neste projeto Luís contou com a participação de amigos músicos e importantes nomes da nova cena carioca. A Amefrican Grunges tem o próprio Luís no violão e voz e conta com Felipe Zenícola (baixo), Eduardo Manso (guitarras), Vovô Bebê (baixo e guitarra), Renato Godoy (bateria) e Felipe Ridolfi (efeitos) e traz os percussionistas Thomas Harres – em “Amefrican Grunges” – Pablo Carvalho e Índio da Cuíca – em “Be Sunshine“. A produção musical do EP é uma parceria da banda entre Renato Godoy.
“Amefrican Grunges foi pensada como uma introdução e ao mesmo tempo algo que soasse como uma síntese do som da banda. Por este motivo talvez tenha ganhado o caráter de uma evocação, buscando tanto o senso de presença dos músicos como também a sintonia, a conexão com a tradição e/ou a ancestralidade que exala por nossas presenças e nos permite, por meio de nossas singularidades, que expressemos o que somos e como fazemos as coisas. A kind of Amefrican way!”, conta ele.
(Foto: Anne Santos | Imprensa: Build Up Media)

π Teco Martins – Entrelaçados
Janu – Miolo do Oxente
Jambu – sei lá
NUNEZ – Boemia, de fato
Amagatos – Metropolia
Supercolisor – Neons
Renê Freire – Átrio
DNSM – Dormente
Diego Tavares Tentei Lembrar
Bel Aurora – Páprica
Hate Spectrum – Irrational Fear
João Castellani – Dos Meus Sonhos
Tori – Dies Irae
Gabriel Sielawa – Terra
Projetonave + Caco Pontes – Órbita
Gangrena Gasosa – Rei do Cemitério
Cigana – Estrago
Yuri Villar – La Horajasca
Lucas Vasconcellos e Mauro Santa Cecília – Minha Flor
Origami Aquém – O Pior dos Origamis
Bruna Pena – Scrooling
RESP – ESCAMA
Silvia Goes – Um Novo Rumo
Gerra G – Todos os Lados

De fato, “Todos os Lados” (Núcleo Gatopardo), é o projeto onde o produtor musical e DJ Gerra G, celebra as suas facetas musicais ao reunir um grande time para brindar o seu primeiro álbum com nove faixas.
A faixa que abre o álbum, é uma das canções mais regravdas de Douglas Germano, a música “Padê Onã” que, ganha nova produção com a parceria da multiartista Luana Godin. Entre outras participações do álbum estão, Artéria FM, Klaf, GXAC, Flávia Sebas, Jhon Douglas, Thais Badu e Projeto Mujique.
(Capa: Divulgação)
Pri Lacerda – Não Quero
Rafa Martins e Bola – Sereno
Aquino e a Orquestra Invisível – MTV
hugo – Humaniora
Supercores – Outros Outubros
Pedro Cassel – Boca Braba
Paolo Ravley – MUNDOS (Deluxe)
DINGO – Desconstrução do Ser e Doce Delírio
Diogo Gomes – Transcendental
Raizama – Vol. 01
Bahsi – Let You Go
Transit in the Ryes – After the Sun Collides
Anastácia – Anastácia (Remix)
Eduardo Pavloski – Dê Tempo ao Disco, Kerouac
No Porn – Contra Dança
Bruna Brandão – Austronauta do Destino

Com fotografia de Gab Barreto, “Astronauta do Destino” é o novo clipe de Bruna Brandão. A música lançada em single, ganha audiovisual, gravado na Praia do Saco, em Sergipe, com direção assinada entre a artista, o próprio Gab e Gladson Galego. Com dez anos de trajetória na cena brasileira, em “Astronauta do Destino”, Bruna Brandão sela a sua parceria com os músicos e produtores Allen Alencar, Vinicius BigJohn e João Mário. A faixa integra o projeto “Lampejo“, primeiro EP da artista que deve ser lançado nos próximos meses.
(Foto: Luli Morante | Imprensa: Build Up Media)
Kosmik Band – Tudo Está Bom

Entre a Argentina, Brasil e Espanha, a Kosmik Band lança o primeiro single do álbum “Tudo Está Bom“. A banda transatlântica formada por La Charo, Twanguero, Nanan e Enzo Buono apresenta a faixa-título que chega com o single e visualizer. Assista aqui. A Composição de Enzo Buono e Mermans Mosengo está disponível pelas plataformas de streaming com capa de Pedro Roth.
(Imagem: Thiago Iglesias | Imprensa: Café 8)
Mulamba – Será Só Aos Ares (visualizer)
Do recém lançado “Será Só Aos Ares“, a Mulamba lança uma série de visualizers com interpretação em Libras e amplia a potência sonora de suas canções em um momento onde a reflexão sobre a acessibilidade na música está em voga. Todo o conteúdo foi traduzido e coordenado por Jonatas Rodrigues Medeiros, da Fluindo Libras, uma produtora cultural bilíngue de arte surda e estúdio de tradução audiovisual.
“A importância é a de juntar o máximo possível de almas numa mesma intenção, a intenção de comunicar. A importância de agregar a diversidade é urgente e necessária para que a sociedade ‘normativa’ entenda que no mais somos todes diferentes”, explica Cacau de Sá. Além dela, a banda é formada por Amanda Pacífico, Érica Silva, Caro Pisco, Fer Koppe e Naíra Debértolis.

O canal oficial da banda pelo YouTube conta com quase dez milhões de visualizações. Os visualizers com direção de Leticiah Futata, fotografia de Maju Tohme e sittil de Paula Zucoloto estão disponíveis pelas redes da banda que está confirmada no lineup do Lollapalooza 2023. (Foto: Fábio Setti e Tamara dos Santos | Imprensa: Build Up Media)
Klüber – Pra Duvidar

Um álbum de estreia potente com produção de Érica Silva e Leo Gumiero. É com este duo da atual cena da música curitibana que klüber faz da sua primeira obra o próprio ecoar na música brasileira. Amor, política e poéticas do cotidiano promovem a poética e o “pop prolixo” definido pela multiartista trans não-binária. Ao longo das 11 faixas, Klüber faz um passeio estrondoso guiado pelo grunge, samba e experimental.
(Foto e capa: Amanda Lavorato | Imprensa: Build Up Media)
“O disco é uma compilação de um poema, uma regravação e nove músicas de diversos períodos da minha vida. Achar sentido e conexão para tudo isso foi um pouco difícil, mas Pra Duvidar tornou-se um disco de grunge – tem até samba grunge – e está articulando a noção de dúvida como uma necessidade. Hesitamos em alguns nomes, mas um grande amigo, chamado Rafael Lorran, criou esse título numa conversa em que aprofundávamos essa ideia de dúvida de gênero, que aqui inclusive pode ser tanto a identidade de gênero quanto o gênero musical”, explica Klüber.

Mariana Zibáh e Gui Miudo – Esperança

Com referências da música afro-brasileira e, em alto e bom tom, Mariana Zibáh e Gui Miudo deixam claro que o horizonte além do mar é o fio da “Esperança” enaltecida pelo duo, com o novo single.
Reconhecidos pela famigerada Central Sistema de Som, Mariana Zibáh e Gui Miudo lançam “Esperança” pelas plataformas de streaming. Este é o primeiro single de uma série de canções que os artistas divulgam ao longo dos próximos meses.
(Foto: Divulgação)
Outros Lançamentos

Pelo Spotify do Música é o Canal, está disponível a Mixtape 10 e 11 com as principais novidades da música, lançadas entre setembro e outubro. Em 25 de novembro, será disponibilizada a playlist com a Mixtape 12. Pelo YouTube, o Música é o Canal divulgou a playlist com os principais vídeos, visualizers, clipes, shotfilms e filmes publicados em outubro. Assista aqui.




















































