Depois de dois anos longe do Brasil, os australianos da Sticky Fingers atravessam o planeta para uma turnê em cinco capitais tupiniquins. Em Curitiba, a banda se apresenta pela primeira vez no dia 22 de setembro, na Live Curitiba.

A volta da banda ao Brasil, que une em seu som rock alternativo, reggae e muita psicodelia, também marca as primeiras apresentações de seu novo álbum por aqui. Lekkerboy, lançado em 2022, é o quinto disco da carreira.

Foto: Divulgação.

O quinteto, que tem Dylan Frost [vocal, guitarra], Paddy Cornwall [baixo, vocal], Seamus Coyle [guitarra], Beaker “Beaks” Best [bateria, percussão] e Freddy Crabs [teclado, sintetizador], estava em turnê do álbum “Yours To Keep” (2019), quando chegou a pandemia global que os obrigou a refazer os planos.

Dentro de casa, eles voltaram suas atenções a escrever e gravar o que seria, inicialmente, um acústico. “Queríamos fazer um disco edificante”, exclama Seamus. “Então, tentamos criar algo mais positivo e atravessar a escuridão na qual passávamos”.

“Nos álbuns anteriores, passamos muito tempo em frente de um computador e brincando”, diz Paddy. “Desde que entramos no disco pensando que seria um álbum acústico, estávamos escrevendo músicas mais naturais e orgânicas. Eles foram reduzidos a apenas violão, piano e letras. Foi uma maneira muito boa de misturar os dois últimos álbuns. Queríamos que fosse ao vivo”.

Foto: Divulgação.

No primeiro single, We Can Make The World Glow, Dylan se inclina para uma batida fervente com um canto comovente antes de um reggae saltar com um gancho sem peso, “Nós podemos fazer o mundo brilhar, viver a vida em êxtase, saltar sua gravidade”. “Estávamos tentando alcançar a positividade”, afirma Paddy. “As letras são divertidas”.

Enquanto isso, My Rush se desdobra como um hinário sombrio sustentado por uma batida eletrônica sinistra, transmissões de guitarras misteriosas e canto fúnebre hipnótico. Seguindo para uma linha mais alegre e sentimental, violão e vocais suaves se entrelaçam em Love Song. No outro extremo do espectro, Lupo The Wolf detalha a história do gângster siciliano, famoso por “tornar-se um chefão e cortar as pessoas em pedaços”.

Entrando em um espírito nostálgico, as melodias melancólicas de Where I’m From contam “quatro estações em um dia, memórias de estar na estrada e viver juntos – lembrando de onde somos”, de acordo com Paddy. “Sticky nunca foi uma banda que se apega a um gênero em particular”, observa Paddy. “De música para música ou de disco para disco, nós pulamos e fazemos o que quisermos. Vamos satisfazer nossos fãs da velha escola, enquanto empurramos sons que nunca exploramos antes”.

Mesmo com toda a loucura e escuridão, Sticky Fingers brilha mais do que nunca. Considerados como uma das maiores bandas da Austrália, desde 2008 eles entregaram três álbuns consecutivos no Top 5, ganharam certificações de platina e ouro ARIAA, eclipsaram 1 bilhão de streams e esgotaram os locais mais sagrados do continente, geralmente reservados para nomes como Elton John e Post Malone.

Serviço

Sticky Fingers em Curitiba
Quando: Dia 22 de setembro
Onde: Live Curitiba, na Rua Itajubá, 143 – Curitiba.
Quanto: Ingressos de R$ 120 a R$ 5 mil, venda pelo Showpass.

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Com nova turnê, banda Sticky Fingers se apresenta em Curitiba pela primeira vez

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