Devido a grande procura do público curitibano, com sessões esgotadas no Teatro Zé Maria, o espetáculo “A Aforista”, do dramaturgo e diretor Marcos Damaceno (Prêmio Shell de dramaturgia por Homem Ao Vento), e que, recentemente, foi indicado ao prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Espetáculo, estreia nova temporada de 23 de agosto até 10 de setembro em Curitiba, na CAIXA Cultural. As sessões ocorrerão de quarta a sábado às 20h e, nos domingos, às 19h. Haverá ainda uma sessão extra para bate-papo com o diretor e a atriz na terça-feira, dia 05 de setembro.

Devido a grande procura do público curitibano, com sessões esgotadas no Teatro Zé Maria, o espetáculo “A Aforista”, do dramaturgo e diretor Marcos Damaceno (Prêmio Shell de dramaturgia por Homem Ao Vento), e que, recentemente, foi indicado ao prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Espetáculo, estreia nova temporada de 23 de agosto até 10 de setembro em Curitiba, na CAIXA Cultural (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro). As sessões ocorrerão de quarta a sábado às 20h e, nos domingos, às 19h. Haverá ainda uma sessão extra para bate-papo com o diretor e a atriz na terça-feira, dia 05 de setembro. Os ingressos são limitados e estarão disponíveis a partir do dia 15/08 na bilheteria da CAIXA Cultural, de terça a sábado, das 10h até 20h e, no domingo, das 10h às 19h. A peça traz à cena uma mulher, vivida pela premiada Rosana Stavis, apontada pela crítica especializada como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro, caminhando sem parar em direção ao enterro de um antigo amigo da faculdade de música. Enquanto caminha, pensamentos acerca de sua própria vida e os caminhos escolhidos por ela e seus antigos amigos, todos “promessas da música”, lhe vêm à cabeça. Caminhos que vão da plenitude da realização ao fracasso fatal. “É uma peça sobre as decisões que tomamos. Sobre as nossas escolhas. Os caminhos que seguimos. E onde eles nos levam. É também uma peça sobre nossos sonhos, nossos desejos. E de como lidamos com eles, com nossas frustrações e nossas insatisfações. Enfim, como toda peça de teatro, de como lidamos com os nossos sentimentos. E de como lidamos com os nossos pensamentos. Ela, a narradora, a aforista, está sempre pensando e andando. O pensamento é o lugar onde se passa a peça”, explica o diretor e dramaturgo Marcos Damaceno. “A Aforista” abre a mente da protagonista, em que se sobressaem confusões como de linguagem, ritmo, de excessos de informações, ansiedades e perturbações comuns da mente humana nos dias de hoje, com uma obra teatral por vezes angustiante, frequentemente hilariante. Em uma arquitetura mental espiral, em que a personagem verbaliza um estado próximo ao devaneio e da loucura, com pensamentos, lembranças e imaginações que fluem de forma lírica em alguns momentos, por meio de pesar em outros, flertando com a filosofia e o sublime, os acontecimentos na peça tornam-se expansivos e contraditórios. No palco, a atriz Rosana Stavis é acompanhada por dois pianos tocados ao vivo por Sérgio Justen e Rodrigo Henrique, que duelam e dão o tom da narrativa com a trilha original criada pelo premiado compositor Gilson Fukushima. O espetáculo é o segundo de uma trilogia da Cia.Stavis-Damaceno – iniciada com Árvores Abatidas ou Para Luís Melo - influenciada por Thomas Bernhard. Segundo o diretor e dramaturgo, o texto da peça é uma conversa com questões postas por Bernhard respondendo e contrapondo questões colocadas pelo autor austríaco em sua extensa obra, permitindo-se desviar para outros assuntos, outras situações, outros lugares. Um mergulho na memória e nas possibilidades que cabem numa vida. Aclamado pela crítica, o espetáculo estreou no Rio de Janeiro com sessões esgotadas, passando por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e, agora também, em Curitiba.
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A peça traz à cena uma mulher, vivida pela premiada Rosana Stavis, apontada pela crítica especializada como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro, caminhando sem parar em direção ao enterro de um antigo amigo da faculdade de música. Enquanto caminha, pensamentos acerca de sua própria vida e os caminhos escolhidos por ela e seus antigos amigos, todos “promessas da música”, lhe vêm à cabeça. Caminhos que vão da plenitude da realização ao fracasso fatal.

“É uma peça sobre as decisões que tomamos. Sobre as nossas escolhas. Os caminhos que seguimos. E onde eles nos levam. É também uma peça sobre nossos sonhos, nossos desejos. E de como lidamos com eles, com nossas frustrações e nossas insatisfações. Enfim, como toda peça de teatro, de como lidamos com os nossos sentimentos. E de como lidamos com os nossos pensamentos. Ela, a narradora, a aforista, está sempre pensando e andando. O pensamento é o lugar onde se passa a peça”, explica o diretor e dramaturgo Marcos Damaceno.

“A Aforista” abre a mente da protagonista, em que se sobressaem confusões como de linguagem, ritmo, de excessos de informações, ansiedades e perturbações comuns da mente humana nos dias de hoje, com uma obra teatral por vezes angustiante, frequentemente hilariante. Em uma arquitetura mental espiral, em que a personagem verbaliza um estado próximo ao devaneio e da loucura, com pensamentos, lembranças e imaginações que fluem de forma lírica em alguns momentos, por meio de pesar em outros, flertando com a filosofia e o sublime, os acontecimentos na peça tornam-se expansivos e contraditórios. No palco, a atriz Rosana Stavis é acompanhada por dois pianos tocados ao vivo por Sérgio Justen e Rodrigo Henrique, que duelam e dão o tom da narrativa com a trilha original criada pelo premiado compositor Gilson Fukushima. 

O espetáculo é o segundo de uma trilogia da Cia.Stavis-Damaceno – iniciada com Árvores Abatidas ou Para Luís Melo – influenciada por Thomas Bernhard. Segundo o diretor e dramaturgo, o texto da peça é uma conversa com questões postas por Bernhard respondendo e contrapondo questões colocadas pelo autor austríaco em sua extensa obra, permitindo-se desviar para outros assuntos, outras situações, outros lugares. Um mergulho na memória e nas possibilidades que cabem numa vida. 

Aclamado pela crítica, o espetáculo estreou no Rio de Janeiro com sessões esgotadas, passando por São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e, agora também, em Curitiba. 

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Devido a grande procura do público, “A Aforista” estreia nova temporada em Curitiba

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