O prefeito de Fazenda Rio Grande, Marcio Wozniack, entregou à Câmara Municipal, na última sexta-feira, o projeto de lei para reabertura do Hospital e Maternidade Nossa Senhora Aparecida. Sonho antigo da população da cidade metropolitana, a expectativa é que a casa hospitalar volte a funcionar no segundo semestre deste ano. Foram investidos R$ 3,5 milhões em uma parceria com os Governos Federal e Estadual.

Hospital e Maternidade vai atender Fazenda Rio Grande e cidades metropolitanas (Foto: Divulgação)

 

“Se tudo caminhar corretamente, acreditamos que no segundo semestre deste ano deverá acontecer a reabertura, para Fazenda Rio Grande e toda a região metropolitana, com atendimento 100% pelo SUS. Nascem por mês de 90 a 100 crianças em Fazenda e também outras cidades, por isso haverá uma parceria com o governo do Paraná para o atendimento”, descreveu o prefeito Wozniack, em entrevista ao Jornal Metropolitano da Rádio Banda B.

De acordo com o prefeito, as equipes da prefeitura estão conversando com vereadores e a população para explicar como funcionará a reabertura. “O projeto foi lido oficialmente nesta semana e será levado para as comissões. Estamos acompanhando o trabalho dos vereadores e levando  as informações, para que ajustes sejam feitos e a essência seja mantida. A partir daí será dado andamento na contratação de uma empresa, que vai administrar a maternidade”, destacou.

Prefeito Wozniack de Fazenda Rio Grande (Foto: Reprodução)

Wozniack explica ainda que o contrato será por meio de uma OSS (Organizações Sociais de Saúde), que se adequará a realidade da cidade. “Conseguimos concluir um trabalho com um escritório de advocacia renomado para que, dentro da realidade do município, seja possível construir uma proposta que vem ao encontro do tamanho do hospital e tipo de serviço que a população precisa. Entendemos que essa é a maneira correta para administrar quando for aberto”, informou.

Otimista, o prefeito acredita que o projeto andará na Câmara para que a população receba o atendimento ainda neste ano. “Fazer a lei foi um grande desafio. É algo semelhante ao que se tem em Araucária e Pinhais. Agora vamos convencer a população e os vereadores de que está é a única forma viável de termos rapidamente o hospital funcionando”, concluiu o prefeito.