A versão minimalista do guarda-roupa e do armário do banheiro de Isabel (Crédito: Arquivo pessoal)

 

O minimalismo apareceu na vida da comunicadora social Fernanda Marinho, 36 anos, para resolver um problema: em 2012, ela precisou voltar a morar com a mãe e, por questão de espaço, teve de se desfazer de muitas coisas que havia comprado ou ganhado nos dez anos em que morou fora.

“Eu precisava acomodar todos os meus objetos em um quarto bem pequeno”, conta. “Eu não sabia que tinha acumulado tanto porque todas as minhas coisas ficavam espalhadas em um espaço maior, dentro de vários armários e gavetas que eu nunca via.” Foi aí que Fernanda começou a pesquisar sobre o minimalismo como estilo de vida. “Meu maior choque foi me dar conta que não sabia as coisas que eu tinha exatamente.”

Maquiagens vencidas, bijuterias que não usava mais porque tem alergia, jogos de tabuleiro faltando peças, roupas de pelo menos dez anos atrás e que não serviam mais. No “estoque”, a moça encontrou coisas até que emprestou de outras pessoas há anos e nunca devolveu.

“Comecei um longo processo de avaliar cada coisa que tinha, doando e jogando fora, aos poucos, as que não tinham mais utilidade para mim. Assim estou até hoje. O minimalismo é um processo que nunca acaba”, explica.

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