Maria Bernadete Ribas dos Santos tem 52 anos e é moradora do bairro Campo Largo da Roseira, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Em 2016, ela recebeu um diagnóstico e, desde então, teve a vida alterada bruscamente. Sozinha, a técnica de enfermagem luta contra o câncer, que, dia após dia se espalha pelo corpo. Em entrevista à Banda B, nesta terça-feira (15), Maria revelou que encontrou um tratamento alternativo e pede ajuda para atingir o valor de R$ 100 mil na vaquinha online organizada por ela própria.

 

Maria Bernadete Ribas, a técnica de enfermagem. Foto: Divulgação.

 

O câncer de mama, segundo a técnica em enfermagem, foi descoberto em um estado avançado. “Na época, já havia 4 metástases. Então, eu fiz uma cirurgia e após isto, quando fui no consultório buscar o exame da biópsia, o resultado era o pior possível”, iniciou. O resultado, conforme informado pelos médicos, era de que nada poderia ser feito.

“No meu caso, as quimioterapias, as cirurgias e as radioterapias, qualquer atividade dentro da chamada medicina convencional, já não faziam efeito nenhum em mim. Este é um tipo de câncer agressivo, daqueles que tem raízes e avançam rapidamente. Infelizmente, foi o que aconteceu. Já se espalhou pelos ossos e não para. A cada exame que eu pego, se compararmos com os anteriores, a conclusão é sempre a mesma. Agora, já tenho metástase no pulmão e no abdome. Estou na fase 04 da doença”, detalhou.

Tratamento

Sem esperança, de acordo com os médicos consultados, Maria procurou, e achou, um tratamento alternativo no estado de São Paulo. A enfermeira disse ainda que o tratamento é longo e teria que se mudar para o local para salvar a própria vida.  “Este tratamento é feito por médicos oncologistas que viram a necessidade de estudar e pesquisar ainda mais sobre a doença. Ele é longo. Leva o tempo total de 1 ano, aproximadamente”, explicou.

Situação atual

Em relação ao momento e a situação de saúde, Maria disse que está se virando com tudo. No entanto, reconhece que é um milagre, diante dos resultados e diagnósticos, ela estar em pé e conseguir conversar com a reportagem. A técnica de enfermagem entende que só a um motivo possível para isto acontecer. “Sou eu e Deus. A minha situação é bem grave. Então, é um milagre eu estar falando aqui ao invés de estar em uma cama cheia de dor no hospital”, analisou.

A corrida contra o tempo é o que mais interessa Maria que pede ajuda para viver. “Estou tentando e preciso de ajuda. Não tenho tempo para esperar. Esta doença avança diariamente para os meus ossos e eu não posso deixar chegar no cérebro”, concluiu à Banda B.

Vaquinha

Clique aqui e acesse a vaquinha para ajudar a Maria. A técnica de enfermagem busca a arrecadação de R$ 100 mil para custear todo o tratamento.