(Foto: Banda B)

Por determinação do prefeito Rafael Greca, após providenciar o auxílio-moradia para as 98 famílias que perderam suas casas no incêndio da Vila Corbélia, a Prefeitura de Curitiba deve garantir que a reocupação do espaço urbano seja feita levando em conta tanto critérios de qualidade das moradias quanto os de cumprimento das regras de uso do solo.

“Curitiba não pode perder a oportunidade de promover a reocupação correta daquele solo, respeitando a área de risco do traçado das linhas da Copel, as diretrizes de arruamento das posturas municipais e a legislação federal”, afirma o prefeito. “Vamos assentar o maior número de famílias de forma ordenada.”

A Vila Corbélia é uma área de ocupação irregular na CIC onde ocorreu um incêndio de grandes proporções no último dia 7 de dezembro

Uma das preocupações do município é evitar a ação de atravessadores no processo de concessão do auxílio-moradia.

Por isso, o cadastramento das famílias, que está sendo feito na sede da Cohab (Companhia de Habitação Popular de Curitiba) no Centro da cidade e na Administração Regional da CIC, precisa do comparecimento direto das vítimas do incêndio.

Trata-se de uma forma de garantir que o benefício seja concedido a quem realmente precisa e foi afetado. O auxílio no valor de R$ 350,00 mensais será concedido inicialmente por um período de seis meses.

A Cohab estuda o projeto para realocação definitiva das famílias.

Mesmo que haja necessidade de construções provisórias, o prefeito destaca que elas precisam ser feitas em locais onde haja possibilidade de que o imóvel tenha ligações à rede elétrica e de saneamento.