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O fortalecimento econômico na região metropolitana de Curitiba é um dos principais desafios para a gestão do Pró-Metropole. A informação foi dada pelo presidente da sociedade sem fins lucrativos, Hélio Bampi, durante entrevista ao Jornal Metropolitano dessa semana.  “Estamos organizados, entre entidades privadas e públicas, para o desenvolvimento integrado e econômico da região metropolitana, envolvendo os 29 municípios. A região metropolitana tem 16,5 mil quilômetros quadrados, a segunda mais extensa do Brasil, com alta concentração de pessoas, com grandes vocações diversificadas”, defendeu.

Presidente do Pró-Metropole, Helio Bampi, e a apresentadora Elizangela Jubanski. Foto: Banda B

Segundo ele, ao integrar a economia, o cidadão da região metropolitana tende a ter mais solidez onde mora, fomentando a riqueza local. “Nesse sentido, queremos identificar as vocações regionais, para que a população tenha o benefício local, que sua riqueza circule no município em termo de compras. Isso faz com que o cidadão tenha realmente mais solidez e estabilidade econômica e social onde ele vive”, descreveu o presidente.

O início do desafio em implantar o Pró-Metropole aconteceu justamente pela falta de integração entre municípios. “Faltava integração dos planos do município. Hoje, não tem como pensar em um desenvolvimento econômico que não seja integrado. São onze entidades envolvidas nisto, entre elas Fiep (Federação da Indústrias do Paraná), Fecomércio e ACP (Associação Comercial do Paraná)”, destacou Bampi.

FIEP

Bampi é também vice-presidente da Fiep, uma das entidades envolvidas no Pró-Metropole. “Tudo o que você faz tem a indústria no meio. Ela é silenciosa, mas está em todos os lugares. A Fiep é uma entidade preocupada com o desenvolvimento da industria paranaense e da região metropolitana, coletando dados para implantar industrias”, disse.

Outros desafios

Durante a entrevista, o presidente também falou sobre outros desafios da entidade. Um deles, que é o rompimento com velhos costumes, vem acontecendo. “Faltava integração dos planos dos municípios. Hoje, não tem como pensar em um desenvolvimento econômico que não seja integrado. É preciso romper barreiras de hábitos e costumes, que levam a práticas antigas. Engajar os municípios e ter foco. Neste sentido, houve uma sintonia entre a área privada e a pública, com dialogo entre os prefeitos e uma integração metropolitana”, contou.

Ainda de acordo com Bampi, esta sintonia traz grandes resultados. Como exemplo, está a ponkan do Vale do Ribeira. “O produtor da região vendia com valores pequenos para o Ceasa. Agora, acontece a venda por valor agregado para a merenda local. Um valor muito maior e que traz um incremento na produção”, detalhou.

Ouça

A entrevista completa o presidente da entidade foi ao ar no Jornal Metropolitano, apresentado por Elizangela Jubanski e Luiz Henrique de Oliveira. O programa é exibido aos sábados (das 23h às 24h) e nos domingos (das 6h às 7h) na Rádio Banda B (FM 107.1 e AM 550).