Tenha cuidado, pois nesses momentos de crise, onde todos estão confinados em casa, em busca de notícias, e muitos em busca de ajuda, principalmente financeira, é que os golpistas se aproveitam para aplicar golpes.

Veja abaixo os principais golpes, e como evitar “cair” neles.

Links: não clique em links enviados por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens em nome de instituições bancárias, não preencha dados de cartões de crédito em formulários e nem informe dados de cartões de crédito e senha em ligações telefônicas. Procure as informações junto ao seu banco nos canais oficiais.

Boleto falsificado: Códigos de barras podem ser facilmente alterados. Fiquem atentos ao nome da empresa e valor do pagamento. Qualquer dúvida, entre em contato com o credor e emissor do boleto ou com a sua instituição bancária.

Empréstimos: Se aproveitando do momento de dificuldades financeiras, golpistas oferecem facilidades em refinanciamento de dívidas e empréstimos consignados. Desconfie das ofertas de dinheiro fácil!

Golpes usando o WhatsApp: solicitações de empréstimos e transferências oriundas de contatos no WhatsApp podem ser golpes! Ligue para o seu contato e confirme a solicitação!

Voucher de auxílio emergencial: diversas mensagens disparadas por meio de aplicativos como WhatsApp, SMS, e-mails e até telefonemas têm solicitado informações para cadastro dos beneficiários do auxílio emergencial aprovado pelo Governo Federal. Não informe os seus dados nesse tipo de mensagem.

Campanhas de doação: Em momentos de crise é muito comum surgirem campanhas de doação de todos os tipos. Certifique-se de que as pessoas/instituições por trás da campanha existem e são realmente sérias. Procurem informações nos canais oficiais das empresas.

Atenção – Para garantir o acesso às informações precisas e atualizadas sobre as ações do governo federal em torno da crise sanitária provocada pelo COVID-19, procure os canais oficiais nos sites ou mídias sociais do Ministério da Justiça, Ministério da Saúde, Ministério da Economia, Ministério da Cidadania e das instituições bancárias.

E nunca esqueçam, PREVENIR é melhor que remediar, e para sugestões ou dúvidas, encaminhe e-mail para [email protected]