O que sempre foi uma atividade tranquila e relaxante, hoje, para muitas pessoas passou a ser uma reflexão, pois dependendo de onde se mora e do horário que se tem disponível para essa atividade, se obrigam a decidir pela opção mais segura, que é ir para uma academia ou comprar uma esteira para treinar dentro de casa.

É comum estarmos na rua e vermos pessoas sendo assaltadas e os marginais agindo com a maior tranquilidade, pois sabem, que mesmo se forem presos por uma “fatalidade do destino”, em poucas horas estarão livres.

Imagem ilustrativa – Foto Parque Barigui – SMCS

Principalmente se mulheres e pessoas idosas que são as vítimas mais escolhidas pelos marginais por apresentarem menos probabilidade de resistência. E mesmo que alguém perceba a ação dos marginais, quem presencia tem medo de se envolver ou tentar ajudar, pois sabem que estarão colocando suas vidas em risco por algo que não irá mudar o comportamento, muito menos ter como resultado final a punição dos que cometeram o crime.

Os marginais estão tão descarados e senhores de si, que quando são presos, adoram dar entrevistas para mostrarem como são violentos e que não tem medo da justiça e muito menos das vítimas, e em muitos casos ao chegarem nas delegacias se fazem de vítimas da sociedade e esperam que alguém que atua nos “direitos humanos” venha defende-los e se possível tentar acusar os policiais que os prenderam de terem agido com violência, e o pior, alguns integrantes do ministério público ainda os defendem, mas se se o agredido for um policial ou o cidadão, ninguém se posiciona em sua defesa.

Por isso continuo repetindo, é fundamental uma atitude séria da população, pois é fundamental a participação e comprometimento de todos para cobrar uma mudança de comportamento dos nossos representantes e ter a consciência de eleger quem realmente faça algo em prol da sociedade.

Mas não podemos desistir, temos que acreditar que isso irá mudar e sempre que alguém for uma vítima de algum marginal deve ir a uma delegacia e registrar a ocorrência, pois cada omissão aumenta a violência.

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