Todos os dias vemos várias matérias falando sobre feminicídio, onde a quase totalidade dos casos é relacionada diretamente ao parceiro da vítima.

Da mesma forma vemos muitos políticos fazendo discursos, em sua maioria demagogos, visando apenas obter visibilidade da mídia com intuito eleitoreiro.

Precisamos sair do discurso e partirmos para ações diretas e objetivas visando realmente proteger as mulheres que são vítimas.

E uma dessas responsabilidades hoje é de responsabilidade direta do poder judiciário, onde alguns juízes tem que deixar em muitos casos de serem omissos e parar de liberar marginais com potencial de alto risco.

Recentemente tivemos um caso onde um “pai”, que pra mim nem deve ser chamado de tal, mas sim de escória da sociedade, que enquanto estava preso por ter estuprado a cunhada, e que durante o processo se descobriu que ele também estuprava sua filha de 13 anos, fez diversas ameaças a sua mulher, a filha que ele estuprava e a todos que “tiveram a audácia” de denunciá-lo e acusá-lo.

Mesmo com todas essas ameaças, ele foi solto, foi até a casa que ele estava proibido de ir, atacou sua mulher pois queria que ela obrigasse a filha a tirar a acusação de estupro; sua mulher conseguir fugir para pedir socorro e o safado, trancou o filho de seis anos num quarto e matou sua filha com requintes de crueldade, dando-lhe diversas facadas.

Isso é um absurdo que diariamente acontece e que acaba influenciando negativamente as mulheres, que em muitos casos deixam de denunciar seus agressores porque sabem que a justiça é “frouxa” e que apesar de realizarem as denúncias, muitas vezes mostrando marcas das agressões sofridas, os agressores após serem ouvidos ou ficarem apenas alguns dias a presos são soltos, e aí sim suas vidas passam a correr riscos, chegando em muitos casos como o acima relatado resultando na morte da mulher.

Por isso, principalmente as mulheres devem escolher um representante que realmente faça algo em prol das mulheres.

Para sugestões de pauta ou dúvidas encaminhem seus e-mails para [email protected]

 

*Este post não reflete, necessariamente, a opinião da Banda B.