Todos ficaram pasmos com a notícia do atentado em Suzano, pois esse tipo de crime não é comum em nosso país, mas se fizermos uma retrospectiva constataremos que a incidência aumentou nos últimos anos.

Logo em seguida duas ameaças foram detectadas e os responsáveis identificados.

Num dos casos um adolescente de 16 anos ao ser abordado; o que foi feito? Nada. Apenas vão intimar os pais e no final “dar um puxão de orelhas” no adolescente.

Estudante luta com atirador – reprodução

Infelizmente esse tipo de “resposta” da justiça ao invés de dar uma resposta positiva a sociedade, acaba por estimular outros adolescentes.

Se fosse num país do “primeiro mundo”, onde apesar de tudo que cultuamos, trata a todos de forma igual, e em muitos países, essa simples ameaça resultaria em uma punição severa, o que com certeza serviria para desestimular outros adolescentes e até mesmo os que já são maiores de idade.

O ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, é na prática um estímulo ao descumprimento das leis.

Os tempos mudaram, um adolescente de 16 anos de hoje não pode ser comparado a um adolescente de 20 anos atrás.

Como em tudo na vida, casos diferentes devem ser tratados de forma diferente.

Na minha opinião o ECA deve ser mantido, mas com ressalvas para determinados tipos de crimes que deveriam ser tipificados com punições mais severas, Ex.: homicídio, feminicídio, latrocínio, estupro, roubo à mão armada, etc ….

Não se pode dar a mesma pena para um delito de pequena gravidade igual a que se dá a um crime hediondo.

Os falsos moralistas irão gritar e espernear, mas a justiça só é respeitada se a punição for “dura”.

Nossos representantes legais devem ser cobrados para mudarmos esse estatuto. O aumento da criminalidade é um reflexo direto da impunidade com os adolescentes, que impunes, chegam a maioridade (18 anos) altamente especializados com muitos crimes cometidos, mas sem nenhum registro em sua ficha criminal, que fica zerada e os deixam livres para continuarem suas vidas de marginais.

Pesemos e reflitamos…..

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