Na vida passamos por uma série de crises, tem as crises do crescimento, as do coração, as crises profissionais, crise de saída de um emprego, crises de mudanças inesperadas, crise de perder pessoas que se ama, crises de amizade ou família, crise financeira, crise de saúde e assim vai. Tem até crise de riso e de espirro em horas impróprias (sim, você e eu precisávamos aliviar um pouquinho a tensão de algumas lembranças, concorda?).

É bem dolorido, mas real: são as crises que nos dão a oportunidade de reavaliar as situações, de jorrar para fora em lágrimas, gritos, palavras ou emoções tudo aquilo que já não cabe mais em nós. Pelo menos não naquele formato.

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Cada uma das crises, apesar de nos fazerem sentir esfolados e muitas vezes desesperados, são essenciais.

É nas crises que aprendemos um pouco mais de nós mesmos, conhecemos nossos próprios limites e percebemos também o que não é nosso.

Somos colocados a mergulhar ao interior do próprio universo e convidados a percebê-lo, a deixar emergir as dores, as sombras, os medos, e olhar de frente para nós mesmos.

A crise nos mostra, sem dar chance de ser ignorada, que precisamos mudar as coisas para que nossa própria vida seja mais gostosa, mais fluída e melhor (digo isso para você e também para que eu grave, e lembre de ter a certeza de que tudo vai passar e vai ficar bem).

E porque resolvi escrever isso hoje para você? Porque estava bem difícil escrever, bem difícil mesmo, pois eu estou exatamente num momento de crise.

Posso dizer a você que estou buscando todas as minhas forças para vencer este momento, pois sei que ele representa grandes mudanças e transformações, e mesmo sabendo disso não está sendo nada fácil (você que me acompanha sabe que gosto de falar a verdade, mesmo quando não é bonita, então te digo… não é nada tranquilo, e tem hora que dói demais!).

A crise para mim veio de uma vez só, em muitas áreas da minha vida, e resultou no que talvez você já tenha ouvido falar (e que espero que nunca passe): síndrome do pânico.

E como disse acima, não conseguia neste momento tão intenso escrever sobre algo que não sinto, então decidi romper com o medo de demonstrar fragilidade e falar com alma aberta, pois acredito que isso faz a diferença nesse mundo cor de rosa do “Felicibook” onde toda vida é perfeita.

Eu desejo de coração que ao revelar aqui a escuridão e o temor deste momento (e com medo pra caramba), isto possa servir como um ponto de força, que possa de repente

ajudar alguém que também passa por uma crise, quem sabe um amigo, alguém da sua família, ou talvez até para você, pois acredito que tudo tem uma razão.

Aprendi com tudo isso que a maior verdade sobre as crises é que não há como escapar delas, quando é chegado o momento elas vão acontecer. O importante é buscar lembrar que são elas, as crises, que nos permitem desapegar e romper com o que não serve mais para dar saltos de evolução em nossa caminhada, para abrir novos caminhos.

E se for o seu caso, não espere, não ache que você é de aço como eu achei, peça ajuda agora, e tenha fé que as coisas começarão a clarear. Não precisa ser tão difícil e você não precisa passar por isso sozinho.

Somos humanos, somos de carne, osso e sentimentos e precisamos ter consciência disso.

As máquinas são os nossos computadores, não nossas almas!

Sua coach hoje deixa uma pergunta com um desejo imenso de ajudar:

Você tem dado tempo e atenção a si mesmo? Tem cuidado de você?

E se achar que alguém precisa ler isto, compartilhe, você pode fazer a diferença na vida desta pessoa.

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