Dor nas costas, nas pernas, gripe, resfriado, dedo quebrado, virose, catapora, tudo isso é motivo de conversa, é comum, é natural, é aceitável e é justo que se descanse para a cura, afinal isso é parte do processo para a recuperação do corpo.

Agora, e quando se trata do que não se pode ver, daquilo que não se conhece, que não é facilmente detectável num exame físico ou de sangue? Eu estou falando das dores psíquicas.

A dor psíquica é aquela que não se resolve com gesso, nem com dois dias de afastamento do trabalho somados a um anti-inflamatório. A dor psíquica é aquela que estrangula a respiração mesmo sem ter nada na garganta, que cobre o peito de uma angústia indescritível, que promove um caos interior, que dói tanto e tão profundo que algumas vezes pode se tornar insuportável, que deixa tudo cinza, que anula o prazer de viver. E o mais grave, essa dor ninguém pode ver ou medir, só quem sente ou sentiu conhece de fato.

Trouxe este tema hoje para o nosso artigo em função do setembro amarelo. O Centro de Valorização da Vida (CVV) é uma a associação civil sem fins lucrativos, que nasceu em São Paulo em 1962 e presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar.

E justamente setembro é o mês mundial de prevenção do suicídio, denominado Setembro Amarelo, pois é a cor da alegria, da luz do sol e da vida.

Segundo o CVV o assunto que já foi um tabu muito maior, ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, justamente pelos preconceitos e falta de informação.

Então vim também fazer a minha parte, para chamar a atenção sobre algo que ninguém gosta de falar e que muitos consideram frescura, exagero ou como já ouvi dizerem “falta de ter um terreno pra carpir”.

Eu conheço na pele o que é uma depressão, o quanto pode ser quase insuportável uma dor psíquica, como é difícil aceitar que se está tendo síndrome do pânico e precisa tratar para ela ir embora e te deixar viver novamente, e como isso ainda é tratado com preconceito.

No trabalho publicado pela Liz Maria Almeida de Andrade ela traz que: “cerca de 20% da população mundial tem um ou mais episódios da depressão grave durante a vida, e cresce cada vez mais, estima-se que a depressão ocupará o segundo lugar entre as causas de doenças e incapacidade no mundo no ano de 2020. As mulheres são as principais afetadas pela doença, e a OMS avalia que a depressão ocupa o quarto lugar entre as dez principais caudas de morbidade mundial.”

A depressão está entre as principais causas de suicídio, e eu poderia falar um dia inteiro sobre o assunto e ainda não esgotaria nem 1%, mas o objetivo aqui do blog não é esse. O meu objetivo hoje é trazer luz ao tema, ao risco, e quem sabe ajudar alguém que precisa buscar ajuda ou que tem uma pessoa próxima que precisa de socorro e não consegue pedir.

Existe uma linha gratuita nacional de prevenção do suicídio, é só discar 188 (24 horas e sem custo de ligação). O CVV também presta auxílio presencial em 93 postos de atendimento no país, ou pelo site www.cvv.org.br, por chat e e-mail.

Seja você também um divulgador do diálogo que pode salvar vidas, saúde mental é coisa séria!

E a pergunta da sua coach hoje é:

Você tem alimentado sua vida com o que lhe traz alegria?

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” – Carl Jung

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