Atendendo ao pedido que recebi de várias pessoas essa semana lá no meu Instagram, hoje o tema é quente: aceitar as imperfeições – as suas e as dos outros.

A propósito se ainda não me segue no insta corre lá para seguir, é só clicar no link que você vai direto para o meu perfil: https://www.instagram.com/isabellefeichas/)

Vou começar hoje com um trecho do discurso “O homem na arena” do ex-Presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, proferido na Sorbonne, em 23 de abril de 1910:

“Não é o crítico que importa; nem aquele que aponta onde foi que o homem tropeçou ou como o autor das façanhas poderia ter feito melhor.

Imagem ilustrativa Pixabay

O crédito pertence ao homem que está por inteiro na arena da vida, cujo rosto está manchado de poeira, suor e sangue; que luta bravamente; que erra, que decepciona, porque não há esforço sem erros e decepções; mas que, na verdade, se empenha em seus feitos; que conhece o entusiasmo, as grandes paixões; que se entrega a uma causa digna; que, na melhor das hipóteses, conhece no final o triunfo da grande conquista e que, na pior, se fracassar, ao menos fracassa ousando grandemente.”

O texto foi retirado do best seller “A coragem de ser imperfeito” da Brené Brown, um dos materiais que utilizei para estudar o tema do artigo desta semana (e uma leitura que super indico se você alguma vez já se sentiu com medo de fazer algo novo, quem nunca?!)

O discurso de Roosevelt é excelente para falar de ambas as faces da moeda da imperfeição.

Ele começa falando daquele que exige a perfeição dos outros. Que também pode ser conhecido como: apontador de falhas, crítico contumaz, orgulhoso, especialista em reclamar do próximo ou “sr. perfeito”.

Espero de coração que você não se encaixe nessa descrição aí acima (tampouco no segundo grupo, rsrsrs, nem 8 nem 80).

A pessoa que exige perfeição dos outros acaba se tornando inconveniente, desagradável, injusta, chata, arrogante, passa a desvalorizar as outras pessoas, perde a noção de empatia e acaba ficando sozinha! (e depois acha ruim… talvez você tenha lembrado de alguém assim, ou mesmo algum personagem de ficção).

Portanto exigir a perfeição alheia é um péssimo caminho, é um ato de desamor pelo próximo.

Se você por acaso identificou que faz isso, principalmente com as pessoas que você mais ama, cuidado!! Alerta mais que vermelho!!

Talvez agora você tenha se perguntado aí, mas Isabelle, como fazer para consertar esse mal?

Em primeiro lugar (não se chateia com o que preciso dizer agora): para de achar que você é Deus! Você não tem o direito de sair exigindo, julgando e condenando os outros.

Ninguém é melhor que ninguém… todo mundo faz xixi, coco e solta pum fedido (rsrsrs).

Não cobre do outro o que você não é capaz de fazer, tenha plena consciência de que você também não é perfeito, NENHUM de nós é capaz de ser.

Então, antes de apontar as falhas dos outros, se coloque no lugar daquela pessoa, tenha empatia, busque compreender que somos TODOS seres HUMANOS, que iremos falhar muitas vezes ao longo da vida, que cada um tem seu tempo para aprender cada coisa e também sua própria forma de fazê-lo.

Verdadinhas ardidas: o seu jeito não é o único certo, seu ponto de vista não é o único possível, sua forma de viver não é a melhor do mundo.

Mesmo que as pessoas, apesar da sua postura, ainda não tenham se afastado de você, a longo prazo essa escolha de comportamento irá te fazer cada vez mais irritado, infeliz e frustrado com a vida.

A perfeição da vida é ser harmoniosamente imperfeita.

Continuando o trecho do discurso de Roosevelt, ele fala a respeito de estar por inteiro na arena da vida.

Aqui estão aqueles que nada fazem por medo de serem imperfeitos, de errar, de se frustrar e ficam nos bastidores da própria existência.

Acredito que todos nós, em menor ou maior grau, já deixamos de agir em relação a algo por causa disso… (eu já fiz isso algumas vezes ao longo dos meus 3.7 rsrsrs, muito mais na fase dos 1.8 kkkkkk, mas tenho consciência de me manter vigilante de mim mesma)

Portanto é necessário estar de olhos abertos e coração atento para nossos próprios pensamentos, para que possamos viver com plenitude e alegria.

Matemática da felicidade: menos exigência = mais liberdade para ser feliz

Pois bem, pare agora mesmo de se exigir a perfeição caro leitor.

Abandona os chicotinhos das mãos e seja LIVRE!

Liberte-se da sensação de nunca ser suficiente em nada, não importa se isso diz respeito a uma ou a várias áreas da sua vida!!

Acabe definitivamente com a necessidade de ser perfeito para ser feliz, pois isso é irreal e inalcançável.

Somos seres em construção e nossa obra só encerra no dia em que daqui partimos.

Exigir de si mesmo a perfeição é o que há de mais danoso, pois na maioria das vezes atua como paralisador/impeditivo das suas conquistas.

Tenha consciência de que você, eu e todos nós somos HUMANOS!

Permita-se errar para conquistar e poder celebrar.

Para aprender a andar você certamente levou alguns tombos, e se você anda hoje foi porque teve coragem para enfrentar o desconhecido, teve coragem de cair e de seguir tentando até conseguir.

Importante!!! Nosso compromisso com a verdade é permanente, então saiba que imperfeição não é desleixo, nem música do Zeca Pagodinho “deixa a vida me levar”…

Portanto:

Nunca exija perfeição, nem de si mesmo, muito menos dos outros, mas tenha sempre disposição para seu próprio aprimoramento, evolução e crescimento!

Invista em seu autodesenvolvimento, seja com a leitura de um bom artigo, seja com um bom livro, seja fazendo cursos ou investindo em um processo de coaching com foco em você e na sua evolução.

Não importa onde você está hoje, mas onde você quer chegar. Aceite suas imperfeições, aceite as imperfeições do mundo, esteja disposto a se aperfeiçoar e seja livre!

A pergunta da sua coach para você essa semana é:

Do que você escolhe se libertar hoje?

(sabendo que se libertar pode ser inclusive sair da inércia de nada fazer para ir mais longe)

Contato:

Me acompanhe e empreenda sua vida.

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