Atenção, o artigo dessa semana pode reescrever o rumo da sua história, para muito melhor (é claro que vai depender de você, minha varinha de condão está no conserto rsrsrsr… mas segue firme caro leitor, eu confio no seu potencial!).

As nossas emoções são as primeiras a serem acionadas diante de qualquer situação, pois elas são bem mais velozes que a razão. Essas emoções, vem recheadas de conteúdos automáticos e impulsividade, e disparam os gatilhos das reações, tipo como se fosse mesmo o apertar de um botão programado para fazer sempre a mesma coisa, sem pensar.

Se em seu botão estiver automática uma reação de raiva à situações de contrariedade pode acontecer que: numa ocasião profissional você recebe uma ideia para melhoria de um processo (diferente da sua)… em vez de aplicar, testar, você reage negativamente, com uma resposta repleta de raiva para a pessoa que trouxe a sugestão.

Imagem Pixabay

Além de perder a oportunidade de melhoria, no mínimo você irá criar uma situação péssima com aquela pessoa.

Outro exemplo pode ser a reação interna à falhas e erros. Quando pequeno você pode ter sido chamado de burro repetidas vezes ao errar, e hoje, adulto, sempre que erra, automaticamente, pressiona o botão que diz: “que burro eu estou sendo” e destrói sua autoestima. Da mesma forma você está deixando o controle do seu estado interior para outra pessoa, nesse caso para aquela que lá atrás te chamava de burro.

Não há animo que resista a uma chuva de reações negativas condicionadas. E somente você tem o poder de mudar isso.

É por conta dessas reações impensadas que pessoas falam coisas das quais se arrependem, agem de forma violenta, tomam atitudes que podem ter graves consequências, enfim, agem com descontrole.

REagir é, portanto, viver através de respostas automáticas, muitas vezes desenvolvidas em fontes traumáticas ao longo dos primeiros anos de vida, ou seja, que já não servem mais hoje que você é um adulto.

E, infelizmente, continuaremos a utilizá-las indefinidamente se não passarmos a identificar, racionalizar e tomar decisões pautadas na realidade atual, proporcionais aos fatos, e não ao passado.

Além do descontrole e dos riscos de escolhas reativas, quando se é uma pessoa que reage ao invés de agir você deixa de ser o dono da sua vida para ser parte dos jogos das outras pessoas.

Dessa forma você dá ao outro a chance de “apertar seus botões” e manipular suas reações, sejam elas de raiva, fúria, ódio, julgamento etc.

Talvez você pense: “Eu não faço isso não, de jeito nenhum” (algo que você não quer ler: continua lendo, que em maior ou menor grau, todos nós fazemos…)

Uma das formas de se dar conta dessa situação é perceber se você anda se justificando ou procurando “culpados” pelas suas ações, por exemplo: “fulana me deixou tão bravo”; “só fiz isso porque ele/ela me tirou do sério”; “isso é porque não me dão valor no trabalho”; “se ao menos meu chefe fosse diferente eu me esforçaria”.

Percebe que essas frases todas deixam na mão do outro a sua vida???

Fato: Você não tem nenhum poder sobre o comportamento do outro, mas você pode ter todo o poder sobre o que irá fazer de si mesmo, a decisão é sempre sua.

Então pare de permitir que outras pessoas venham “estragar seu dia, seu trabalho, seu humor”, não dê esse poder a elas!

Como?

Escolhendo AGIR em vez de REagir.

Agir é fazer escolhas antes de responder a uma determinada situação, avaliar a melhor atitude, não permitir que ocorra uma reação automática (pisa no freio mesmo).

Quanto mais você exercitar isso, melhor irá se tornar, e acabará por desativar aqueles botões de reações automáticas que te levavam a perder o controle de si. (aí sim é lindo!!)

Esteja atento aos seus pensamentos e quando perceber que vai REagir, avalie, respire, racionalize e tome uma Ação consciente, isso pode mudar tudo.

Escolha suas respostas e pare de contar historinhas e encontrar justificativas para suas reações automáticas. Desacelere, questione e tome o comando da sua vida!

E nossa tradicional pergunta da semana hoje será uma ajuda que te peço:

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