Nossa mente é um universo incrivelmente abundante, e a percepção que temos do mundo é, portanto, individual. Nossa visão das coisas se dá pelo olhar e pelas experiências vividas ao longo de nossa jornada. É esta parte que nos torna únicos.

Claro que também existe uma parte de nós que executa repetições. Essa parte da nossa mente existe para nos ajudar a dar conta das atividades diárias e realiza as coisas de forma automática.

Você já deve ter percebido que, ao escovar seus dentes você não pensa, não imagina cada dente, não fica em dúvida de qual instrumento usar, você simplesmente vai e escova os dentes (se é dos meus já vai escovando e andando pela casa, colocando algo no lugar ou simplesmente apreciando o dia pela janela S2).

Essa forma automática de agir acontece porque sua mente busca economizar energia com as coisas repetidas, então ela vai lá e faz, sempre da mesma forma, sem ficar analisando.

E fica tranquilo caro leitor, isso é positivo e necessário!!

Agora, tem uma parte que não podemos deixar entrar no automático, pois é fundamental que ela exista de forma ativa. Esta parte que precisa estar ativa é aquela que nos faz indivíduos, que nos torna especialmente únicos, que estabelece nossa essência.

Deixar esta parte de lado seria reduzir o ser humano a um mero executor de tarefas, e somos bem mais que isso.

Essa parte menos lógica é aquela que está ali para o sentir, para o viver, para o sorrir, para o criar e muito mais.

Também é olhando para esta parte que devemos observar e reconhecer nossos próprios avanços, nossas conquistas pessoais, nossas qualidades. Ou seja, aquilo que mostra, não aos outros, mas a nós mesmos, aquilo que somos.

Ao entrarmos em contato com nosso interior, nossa essência, é que podemos construir nossa percepção de valor. Este é o lugar no qual definimos a forma como nos colocamos perante a vida.

Por isso a pergunta lá do título: “Quanto você vale?” é tão importante. Pois, esse valor que você dá a si mesmo é o valor que você irá mostrar ao mundo (e nem por um segundo imagine que isso tem a ver com dinheiro, beleza física, status ou qualquer outra coisa).

É você, de acordo com a imagem que constrói de si próprio, que irá entrar em contato com as pessoas, ninguém mais.

Também saiba que se dar valor não significa menosprezar as outras pessoas, se achar melhor ou superior, isso não tem nada a ver com valor, isso é outra coisa.

O valor que temos é uma construção baseada em auto-respeito, equilíbrio, auto-amor, autocuidado. É aprender a não se deixar abusar de nenhuma forma seja fisicamente, financeiramente, emocionalmente, moralmente ou qualquer outro tipo de abuso.

Então te convido hoje, a olhar para dentro com verdade, e avaliar qual valor tem dado a si mesmo. De que forma tem se apresentado ao mundo? Como uma pessoa que se diminui, ou como alguém que tem orgulho do que já é e que está seguindo em frente sabendo que sempre é capaz de se aprimorar?

Que possamos lembrar todos os dias que aquilo que somos em essência jamais poderá ser retirado de nós!

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