Num primeiro olhar pode parecer que o certo seria persistir e insistir, ou “persistir até alcançar êxito”, como diria o 3.° pergaminho de Og Mandino. Porém isso não é aplicável na prática.

Não é possível viver uma vida só de sim ou só de não, nem variar entre apenas entre “sempres” e “nuncas”, seria, para dizer o mínimo, falta de inteligência e de respeito consigo mesmo.

Existem situações em que desistir é necessário, assim como outras em que é muito importante persistir, e ainda há algumas sobre as quais se deve ponderar e encontrar uma decisão intermediária.

Mas, especialmente neste artigo venho dar um exemplo pessoal da importância de desistir, de abrir mão, de seguir em frente mais leve. Afinal caro leitor, você que me acompanha por aqui sabe que gosto de compartilhar experiências da vida real, o que acontece de verdade mesmo.

(Foto: Pxhere)

Há alguns anos (uns 3 e meio aproximadamente) compramos um colchão novo que era para ser “O TAL”. Segundo as falácias do vendedor, que mentiu para nós na cara dura, as molas eram x,y,z ótimas, que o pillow top era de látex e blá blá blá…

Pois bem, o colchão de Reai$$$$$ que era para ser um sonho chegou na nossa casa, e em poucos dias se tornou um PESADELO!!

Reclamamos, recebemos 2 visitas inúteis do “especialista” e a loja sem vergonha que nos vendeu uma mentira, simplesmente não fez Nada!!

Meu marido e eu ficamos indignados, irritados, frustrados (como qualquer ser humano ficaria), mas o pior mesmo foi a dor nas costas porque o colchão era duro feito uma pedra.

E tenho que confessar, fomos muito cabeça-dura, pois em vez de nos conformarmos que tínhamos comprado gato por lebre, aceitar o preju e comprar outro colchão, nós ficamos dormindo naquela pedra até algumas semanas atrás (vergonha própria de falar isso rsrsrs, mais de 3 anos de teimosia inútil, mas a vulnerabilidade compensa, pois meu objetivo aqui é sempre ajudar você a tomar decisões melhores e mais acertadas, baseadas na vida prática de todos nós).

Pensa no grau da bobagem dessa insistência. O tal pesadelo em forma de colchão, que também estragou dois edredons lindos, porque usávamos para amaciar a pedra, QUEBROU logo nos primeiros dias da quarentena (e nem pense bobagem aí rsrsrs, foi durante a faxina mesmo). Ok, ok, não exatamente o colchão, mas os pés do box.

Na hora deu vontade de jogar pela janela rsrsr, mas o que dá a impressão de ter sido o pior dos cenários, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido!! 🙂

Naquela mesma manhã já fomos em busca de um novo colchão na internet.

Dessa vez tivemos mais cautela, buscamos avaliações e escolhemos um modelo com garantia de qualidade, tempo de teste de adaptação e ainda, mais barato que o antigo pesadelo (e graças a Deus chegou bem rápido _/\_).

Moral da história: poderíamos ter aceitado a péssima compra há mais de 3 anos, não ter perdido dois edredons$$ e dormido bem, na santa paz de Deus que dá uma cama boa (e como é importante e gostoso dormir bem).

Ou seja, às vezes é preciso desistir, aceitar perder, abrir mão mesmo de algo que custou dinheiro, esforço ou ambos, para viver melhor.

Não persista no que te faz mal, não se deixe aprisionar nem por dinheiro, nem por medo, compreenda que algumas perdas podem representar um ganho muito maior.

Da mesma forma que também não se deve desistir sempre, tem coisas que merecem uma segunda chance ou a tentativa de uma nova forma para encontrar um resultado.

Para que a vida flua com facilidade e leveza há que se ter equilíbrio, bom senso e atitude.

Quanto ao colchão velho, foi embora levando consigo o apego ao dinheiro mal investido e as dores nas costas (sim, sou ser humano, cometo erros e está tudo bem, o fundamental é seguir em frente apesar deles).

E nós aqui em casa ficamos com os aprendizados, e com novas noites muito bem dormidas.

Então, aproveita o embalo, e avalia aí se tem algo na sua vida que você insistido em continuar, mas que na realidade só te prejudica.

Ou se tem algo de que anda fugindo, mas que se fizer um esforço e persistir um pouco mais vai alcançar.

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Uma semana abençoada e próspera para todos nós.

Até a próxima!

 


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