O tema deste artigo é ideal para dias de chuva, invernos e tempestades naturais ou da alma. Afinal, não há a beleza da primavera sem que aconteça o calor do verão, o desfolhar do outono, e o recolher do frio do inverno.

Pode ser que, em algum momento da vida (talvez até mesmo agora), você se sinta parado, imóvel, empacado.

A primeira coisa que precisa saber é que é apenas um momento, uma página ou no máximo um capítulo da sua história, ou seja, vai passar.

Também é bom ter em mente que não é o único, isso faz parte da vida, eu mesma já passei por alguns momentos assim e estou no meio de um exatamente agora, enquanto escrevo este artigo.

É possível que você pense: “mas como ela está “parada” e escrevendo? Exatamente assim rsrsrs. Calma, vai melhorar (pra você leitor e pra mim…).

Imagem: Pixabay.com 

Mas antes de melhorar, um lembrete: Seja a mula quando empaca ou a insatisfação “goela abaixo”, empurrar não irá trazer nenhum benefício!

O melhor que podemos fazer é respeitar a pausa, observar o que está acontecendo internamente que levou a esta situação, perceber que não é o fim e sim uma etapa.

Somos basicamente treinados para agir mais e pensar menos, tendemos a desejar soluções rápidas e fáceis. Mas, nem sempre essa é a melhor estratégia.

O que acontece quando a questão exige tempo e paciência? Tendemos a usar a estratégia inútil de empurrar “a mula” que “vemos” empacada, com isso nada de bom acontece.

Então, por que escrever é diferente de empurrar? Pois, para mim, escrever é um momento de diálogo interior, de olhar para as coisas como elas são, de pausa, de perceber o que estou sentindo e colocar em palavras.

Isso significa que escrever é a solução mágica da vida? Não, não existe solução mágica, nem pra mim, nem pra ninguém. Existe sim processo, jornada, curso, caminho e acima de tudo muito auto-amor e auto-respeito.

Parar para refletir, ouvir a intuição, o coração ou a voz interior (não importa o nome que se dá), e se não ouvir, dar espaço, deixar as cobranças e críticas de lado e aguentar um pouco o desconforto para ver o que ele traz, dar vazão aos sentimentos, chorar, respirar…

E muito importante: Não tomar nenhuma grande decisão nesse momento!! (Não é hora pra isso, tomar uma atitude drástica pode ser uma escolha com a qual você não irá querer conviver lá na frente).

Às vezes o melhor que você poderá fazer será cumprir com o essencial e deixar que algumas boas noites de sono comecem a clarear seu horizonte.

Enfim, não temos um passo a passo para hoje (eu também gostaria que fosse mais simples e gostoso como tomar um sorvete), mas temos uma luz no fim do túnel. Quanto ao caminho até lá, cada um irá percorrer o seu.

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Que bons ventos nos tragam clareza e luz para deixar mais leve a caminhada.

Até a próxima!

 

 

*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião da Banda B.


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