Hoje resolvi trazer uma pequena história de quando a vida era outra (lá pelos idos de fevereiro de 2020 rsrsrsr).

Preciso descontrair hoje, pois além de não ser fácil a situação da pandemia para absolutamente ninguém, minha mãe está no hospital com suspeita de coronavírus (é minha gente, a coisa é séria, se cuidem por favor!).

Então, para esquecer um pouquinho, vim fazer esse diálogo escrito aqui com você leitor, que me acompanha todas as semanas. Aliás, gratidão por isso, os comentários, as mensagens, as dicas e sugestões de vocês são muito importantes para mim (para entrar em contato, contar o que mais gostou ou o que deseja ler nos próximos artigos é só clicar no link http://bit.ly/WhatsDaIsabelle e enviar sua mensagem).

Mas, vamos ao tema (senão tira zero na redação rsrsrs).

O tal inimigo invisível a que me refiro no título é um que alimentamos e por estarmos, mais ou menos, condicionados a ele, muitas vezes não nos damos conta. A breve história abaixo explica melhor.

Há algumas semanas (antes da quarentena), eu estava em minha aula de teatro.

Durante a classe a professora passou um exercício: desenhar com giz branco (aqueles de professor mesmo, que deixa aquele pó, não espirra não rsrsrsr).

Ela apenas indicou desenhar, não disse onde, não disse o que, não proibiu nem limitou absolutamente nada. Era para liberar a criatividade (e a criança interior) mesmo. E assim todos começaram a fazer seus desenhos, rabiscos, linhas, zigue-zagues.

Pxhere.com

Apesar de não haver regra nenhuma apenas o chão foi riscado na primeira rodada do exercício.

Algumas rodadas se passaram e eu resolvi ocupar um quadro e alguns objetos que haviam no local (ainda assim com um tanto de medo).

Então a professora pediu novamente para todos pararem e levantou uma importante questão: “Porque a maioria de vocês só está desenhando no chão? Porque não escreveram nas paredes, nas janelas, nas cadeiras, na porta? Eu não criei nenhuma regra, vocês podiam desenhar livremente”.

E aqui morava o inimigo invisível: nossas regras autoimpostas, nossas limitações imaginárias (aqueles monstrinhos que alimentamos em nossa mente e que só existem para prejudicar nossa criatividade, nossa expressão, nossa liberdade).

Ou seja, cada um de nós criou as próprias limitações, baseado no próprio sistema interno de medos e regras.

Eu ainda coloquei a ponta do pé para fora do limite irreal seguido pela maioria e, mesmo assim, tive que enfrentar o medo do erro, da inadequação, do julgamento alheio e da rejeição para conseguir fazê-lo (não foi fácil, fiquei imaginando mil situações que poderiam tornar minha atitude inadequada, porém resolvi enfrentar, afinal, estou lá para desenvolver a criatividade e superar limitações, mas deu medo sim).

Então pergunto a você e a mim também: Quantos limites impostos por nós mesmos continuamos seguindo ao longo da vida sem questionar?

Quais regras sem sentido você mesmo cria e segue quando poderia escolher mais liberdade, leveza e diversão?

Para finalizar trazendo possibilidades deixo uma questão:

De quais limites irreais você pode escolher se libertar hoje?

Refaça a si mesmo essa pergunta sempre que estiver fazendo algo e maneira automática só porque todo mundo faz daquele jeito.

Um exemplo bem simples: fazer as anotações sempre com caneta azul. O que te impede em usar outras cores de caneta para suas anotações? O azul não é a única cor disponível, já viu quantas tem na papelaria?

Que a vida seja mais leve e divertida. E que Deus abençoe e proteja a todos nós, hoje, especialmente, a minha mãe que está no hospital.

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