O artigo de hoje é inspirado numa frase que eu gosto muito: “Seja um Incentivador de Pessoas. O mundo já tem críticos demais.”

Talvez agora você tenha pensado: ahhh, eu não sou assim não, só faço críticas construtivas… E eu te respondo: tá ok, mas segue lendo então e depois conversamos.

A coisa vai ficar afiada a partir daqui. Como diria a Anita: Pre-pa-ra! (olha a crítica vindo aí galopando no seu pensamento… te pequei!)

Pois é, muitas pessoas usam uma máscara para sair por aí apontando o dedo para os erros alheios, para o que não gostam, não concordam, não acham bom o suficiente ou não é perfeito.

Imagem Pixabay

Vamos ao primeiro alerta: ninguém é perfeito, nem você, muito menos eu caro leitor (apesar de você ser diferenciado sim, afinal está aqui lendo um conteúdo de qualidade).

Então vamos ao cerne da questão. O nome que todo mundo dá para disfarçar o péssimo vício de criticar, a tal máscara da qual eu falei ali acima: a crítica construtiva.

Chegamos ao alerta número dois: Não existe isso de crítica construtiva!

Crítica é crítica e ponto.

Construtivo é ir lá e ajudar, é estar junto com a pessoa, isso claro se a pessoa estiver querendo sua ajuda, se não construtivo é apenas incentivar a pessoa a seguir em frente. (não pense que sua forma de fazer as coisas é a única que existe!)

Hoje o artigo tá pelando mesmo, mas é para lembrar a você, e também a mim mesma que as críticas por si só não constroem, elas destroem. Seja ela contra você mesmo ou contra o coleguinha.

Estar junto, incentivar, ajudar o outro a treinar para melhorar, a ir além do que imaginava, isso sim ajuda. Dar mais opções e perspectivas pode ser útil também, desde que não sejam críticas mascaradas.

E por que temos tantas pessoas críticas?

Nós fomos todos, em maior ou menor grau, doutrinados a detectar o que não está bom (a parte a ser criticada). Nossa educação desde o início é pautada em certo e errado, fomos condicionados a procurar a pegadinha da prova e acaba que nesse modelo fomos mantendo a vida sem questionar.

Acontece que hoje, adultos, podemos escolher o que fazer, o que pensar e onde focar.

Agora que você entendeu a mecânica, faça um exercício de autopercepção:

Pegue um papel ou use o celular mesmo, e separe duas colunas:

1) Críticas que fiz às outras pessoas || 2) Críticas que fiz a mim mesmo

E durante pelo menos 24 horas anote uma palavra ou frase sobre cada crítica que você fizer, mesmo que seja em pensamento (seja honesto, é para seu bem, nada de máscaras).

Ao final das 24 horas olhe para suas anotações e veja o que elas dizem para você, avalie como se sente em relação a suas atitudes.

E nada de usar isso para se criticar e se autoflagelar, mas use para perceber se precisa reavaliar suas posturas ou não.

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Não se torne escravo de si mesmo e não permita nunca que as críticas maldosas dos outros diminuam quem você é!

A pergunta da semana é:

Qual a sua escolha?

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