Inclusão escolar – Imagem ilustrativa EBC

Quando falamos sobre inclusão, o primeiro passo deveria ser a reflexão dos educadores e dos profissionais atuantes na área. Partindo sempre da premissa de que a atualização contínua, estudos e aprimoramentos são fundamentais para a prática inclusiva.

O que se vê comumente nas escolas, é o cumprimento da lei, no sentindo de aceitar o aluno, porém negligenciando suas particularidades e demandas.

Observa-se seja na rede pública ou privada de educação, a falta de profissionais qualificados, estrutura física, recursos teóricos, materiais e métodos que viabilizam o acesso a aprendizagem por TODOS os alunos matriculados nas instituições de ensino.

Chama atenção a descrença dos próprios profissionais da área, professores, orientadores, coordenadores e até diretores. Não basta constar na lei, a mudança deve partir do desejo daquele que participar do cotidiano do aluno e tem responsabilidade sobre seu processo de aprendizagem.

Ana Valéria Souza

Fonoaudióloga formada pela PUC-PR.
Fonoaudióloga Clínica desde 2000 atuando com intervenção nos distúrbios da comunicação. Fonoaudióloga Educacional desde 2008 desenvolvendo projetos de prevenção, triagens, formação de professores e orientação aos pais. Premiada pelo Sindicato das Escolas Particulares do Paraná pelo projeto “Crescendo e Aprendendo”(2015).
CRFa 7370-PR.

Marini Fussek

Fonoaudióloga, Especilista em Linguagem, Especialista em Distúrbios da Comunicação, Neuropsicopedagoga, Mestre em Educação, Fonoaudióloga clínica, Professora de Pós Graduação.
CRFª 4047.

Yasmine Hernandes David João

Psicóloga formada pela Universidade Positivo.
Psicóloga clínica, trabalha com crianças e adolescentes. Atua com transtornos geralmente diagnosticados pela primeira vez na infância ou adolescência.
CRP-08/24131.