Nesta terça-feira (7), grupo de deputados, depois da sessão virtual da Alep, discutia dois assuntos por eles considerados “muito importantes”: a possível volta de Ricardo Barros para o Ministério da Saúde, ou sua escolha, tão murmurada, para a liderança do Governo.

Ricardo, claro, está na moita. Não se manifesta sobre o assunto.

O outro tema – este dividindo suas excelências – é o da possível volta para a semana próxima das sessões presenciais. Assunto que não tem unanimidade, pois, é sabido, grupos profissionais e sociais, além de
países que pularam a quarentena, estão até agora se dando mal. Vide o caso da Suécia, e todo seu “aplomb” nórdico, no que deu. Os argumentos dos “retornistas” envolve possível volta de sessões presenciais que o Senado estaria planejando “para logo logo”.

“Se pode o maior, pode o menor”, raciocinam os que sentem saudade da fraterno convívio na Alep, esquecendo que, no caso, se trata de preservar vidas no momento em que a pandemia cresce no Paraná.

 

*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião da Banda B.


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