Numa entrevista de página e meia no jornal O Estadão desta quinta, 7, o governador Ratinho Junior não deixou de ser objetivo em suas respostas.
Acha, por exemplo, que é estratégia dos filhos de Bolsonaro em criar situações que repercutem além do necessário na mídia.

Ratinho Júnior otimista com o Paraná (Foto: José Fernando Ogura/ANPr)

 

Também crava como “retrocesso” a eventual decisão do STF que acaba com a prisão decidida em segunda instância. Neste caso, admite, se a intenção é dar liberdade a Lula, que a Justiça decida apenas sobre o ex-presidente, que ele volte para casa. Do contrário, enfatizou, será a possibilidade de liberar milhares de criminosos de alta periculosidade.

SERGIO MORO

Admirador das ações da Lava Jato, Ratinho Junior não esconde também sua admiração pelo ex-juiz Sergio Moro, em que enxerga um forte nome para eventual sucessão presidencial. A operação, opinou, “trouxe muito mais benefício que malefício à sociedade”.

MAIS AJUDOU

Entre os notáveis da Lava Jato citado, o governador mencionou também Deltan Dallagnol.

Confessa não ter ainda se aprofundado no tema pacote econômico, recém apresentado pelo Governo ao Congresso. “É um pacote robusto e audacioso”.

NOSSO FUTURO

Otimista com relação ao futuro do Paraná, Estado que experimenta em sua indústria crescimento de 6,5% este ano, Ratinho Junior não deixa por menos: “Queremos fazer do Paraná a central logística da América do Sul”.

Anunciou o maior pacote de concessão rodoviária do país, com 4,1 mil quilômetros, quatro novos aeroportos no Estado, a modernização do porto de Paranaguá, ampliação da pista do aeroporto de Foz, “e temos mais três portos privados que estão com licença da Antaq”.

“Tudo com investimento ativado”, garantiu o governador.

Ratinho se confessou grato ao governo Bolsonaro pelo apoio que, garantiu, tem dado ao Paraná.

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