Waldemiro Gremski

Finalmente o MEC despertou-se para o que é óbvio: promete usar parcerias privadas para atrair verbas para universidades. Isto até meses atrás era considerado “pecado”, pela maioria das universidades federais, que, no geral, não aceitam envolvimento com empresas em seus projetos e pesquisas.

A PUCPR, desde há anos, trabalho ampliado com o reitor professor Waldemiro Gremski, fez da iniciativa privada seu grande parceiro. Ali perto da PUCPR campus Rebouças, onde antes funcionou por anos a Cia. Providência, há, existe um polo tecnológico de que participam empresas como a Volvo, Nokia e outras. Dela surgem inovações e patentes.

A par das parcerias com as empresas, a PUCPR amplia seu projeto de internacionalização. Promete para 2020 ampla utilização da inteligência artificial em seus campi.

OS RESULTADOS

Até em função dessas parcerias, a PUCPR aparece entre as 18 dezoito universidades maiores depositantes de patentes no Brasil., conforme a Folha de São Paulo deste dia 22.

Com 77 patentes, em primeiro está a Unicamp e, surpresa, em segundo, a Universidade Federal de Campina Grande, PB, com 70.

A PUCPR (Associação Paranaense de Cultura, da Congregação dos Irmãos Maristas), detém 31 patentes, mesmo número da UFPR. A UTFPR está em boa posição, com 25 patentes.

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