Corrida ao álcool gel, à estocagem de remédios e ao papel higiênico já começou.

 

O Paraná atende às recomendações da OMS, Organização Mundial de Saúde, que considera ideal o número de 1 a 3 leitos de UTI, por grupo de dez mil habitantes. O estado está bem no filme, dispõe de 2,01 leitos por 10 mil habitantes. E é considerado pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta, como “o melhor preparado para o enfrentamento do coronavírus”, resultado de sua eficiente Secretaria de Estado da Saúde.

O Rio, na opinião do ministro, “é o pior”.

O Paraná, com 2,01 leitos, no entanto, fica abaixo do Mato Grosso, que oferta 2,02; São Paulo, 2,21; Espírito Santo, 2,21; Rio de Janeiro, 2,54; Distrito Federal, 17,80.

O Paraná atende às recomendações da OMS, Organização Mundial de Saúde, que considera ideal o número de 1 a 3 leitos de UTI, por grupo de dez mil habitantes. O estado está bem no filme, dispõe de 2,01 leitos por 10 mil habitantes. E é considerado pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta, como “o melhor preparado para o enfrentamento do coronavírus”, resultado de sua eficiente Secretaria de Estado da Saúde.

O Rio, na opinião do ministro, “é o pior”.

O Paraná, com 2,01 leitos, no entanto, fica abaixo do Mato Grosso, que oferta 2,02; São Paulo, 2,21; Espírito Santo, 2,21; Rio de Janeiro, 2,54; Distrito Federal, 17,80.

 

“PARAÍSO” É LÁ MESMO

Em Brasília, onde moram os marajás da política e da administração pública, os leitos de UTI superam, em número, aos de muitos países do chamado primeiro mundo… São 17,80 por grupo de 10 mil moradores.

Já há muitos sinais em Curitiba de que o coronavírus é uma ameaça real: o governador Ratinho Junior, que andou peregrinando pela Europa e Estados Unidos, vendendo as potencialidades econômicas do Paraná, foi testado.

Não está infectado, graças.

 

FESTIVAL DE TEATRO

No âmbito dos espetáculos, o que se nota, embora sem números oficiais para avaliar o impacto da pandemia (como quer a OMS), é que as salas de cinema, por exemplo, estão “no mínimo retraídas”, como diz um gerente de cinema do Batel. Movimento está muito baixo, especialmente nos finais de semana.

O grande impacto no universo dos espetáculos foi o cancelamento do Festival de Teatro de Curitiba, anunciado oficialmente. O festival foi reagendado para setembro deste ano.

 

MAIS CINCO MESES

Mas a pandemia, sabe-se, deverá durar pelo menos mais cinco meses no Brasil. “Depois, o vírus será bem assimilado pela população que já terá anticorpos”, explica um infectologista. Esquece o moço de lembrar que, quando o vírus “for bem assimilado”, muitas mortes ainda estarão sendo pranteadas.

 

ANTHONY WONG

O nome acima pode lembrar o de um cidadão chinês ou de Hong Kong. Mas esse Anthony Wong, pediatra e infectologista, de São Paulo, vive em outra estratosfera: – para ele, as mortes pelo o vírus “não passarão de dois mil casos no país”. E o susto com o vírus, “será apenas questão de dias.”

Torço muito para que o irrealista Dr.Wong tenha toda razão, assim desmentindo até a OMS.

Mônica Waldvogel: alerta na TV (legenda Papel Higiênco (SEM IDENTIFICAR): vai faltar

CORRIDAS ÀS FARMÁCIAS

Nas farmácias, de modo geral, máscaras e álcool gel estão faltando. Não há previsão de chegada. Uma das maiores redes farmacêuticas, a Nissei, recebe centenas de consultas diárias de clientes buscando especialmente álcool gel e máscaras.

Nesta sexta-feira, a resposta que se ouvia, por exemplo, numa Nissei da Avenida Iguaçu, é que a rede estará recebendo, neste sábado,14, “uma grande remessa de álcool gel”.

Mas a Nissei já estabeleceu racionamento: cada cliente só poder comprar só dois litros; ou cinco garrafas de meio litro.

Segundo um gerente da Nissei, o produto não terá alta de preço.

 

ESTOCAR REMÉDIOS

O grupo de risco – dos com mais de 60 anos, hipertensos e diabéticos – começa a seguir orientações “sopradas” por “gente que não quer se identificar, mas com base com que está acontecendo em países desenvolvido, como a Austrália”. É o que me assegura uma autoridade sanitária de Curitiba. Em decorrência disso, uma ainda discreta corrida às farmácias, procurando remédios para estocagem, já ocorre. Os mais procurados, além de insulina, são metformina, e losartana.

Farmácia da Nissei

PAPEL HIGIÊNICO

Quando ouvi, na quinta-feira a jornalista Mônica Waldvogel dizer que a tendência é faltar até papel higiênico, achei exagero. Mas, citando de novo a Austrália, lá o produto vai sumindo das prateleiras.

Aqui, a fábrica de papel higiênico, absorventes e fraldas – crianças e adultos – que funciona no Pinheirinho, “não está conseguindo dar conta dos novos pedidos que estão chegando”. É o que garante um vendedor da Milli.