Novos Micro-ônibus (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

Novos Micro-ônibus (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)

O prefeito Rafael Waldomiro Greca de Macedo, há coisa de 20 dias, entregou um novo lote de micro-ônibus que operam em linhas urbanas com saídas do centro da cidade. Até aí, tudo bem, pois a frota anterior estava com mais de 10 anos de uso. Acontecem, porém, pequenos detalhes, imperceptíveis aos menos avisados:

Originalmente, a frota de ônibus convencionais, em Curitiba, é amarela.

A nova frota veio pintada de cor laranja – cor originalmente reservada aos coletivos que fazem linhas alimentadoras, que partem de terminais rumo aos bairros mais afastados.

Óbvio, o usuário que está no centro estranhou, mas vamos lá.

PRESSÃO DA CINTURA

Segundo: – e é aí que reside uma das questões centrais que motivam a queixa mais profunda: as roletas, que até aqui eram eletrônicas, modernas, com desenho apropriado permitindo a passagem pela catraca usando-se apenas a pressão da cintura voltaram a ser similares aos dos anos 1970 – metálicas, duras, agora na altura do peito, exigindo esforço maior.

É MECÂNICA E BARATA

Primitivas, diga-se, e que nos remetem ao passado distante. O motivo está no custo: essa catraca mecânica (mesmo se acionada pelo motorista com a chave no painel) custa apenas um terço de uma catraca moderna e eletrônica, até então em uso.

Os empresários conseguiram com prefeito essa “inovação”, mas torcem para que a tarifa suba ainda no fim do mês. Se depender do alcaide, (e da negociação com o governador, nem tão parceiro), essa passagem sobe em torno de 30 centavos.

Quem ganha com isso?

A tarifa, hoje, custa R$ 4,25; a tarifa técnica, definida pela URBS, é de R$ 4,79. Aguardam-se notícias da municipalidade.

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