O Ministério Público não descansa, cada vez é mais quarto poder (quando não interrompido por Gilmar Mendes e companhia).

Agora, por exemplo, fontes do MPE me garantem que os procuradores estão investigando o denominado “nepotismo cruzado” entre Assembleia Legislativa e Governo do Estado”.

Essa prática – que já foi identificada em outros governos e é mais ou menos comum no país -, “não tem o mínimo fundamento no Paraná”, é o que me assegura nesta segunda, 18, o secretário de Comunicação Social do Paraná, jornalista Hudson José.

 

Hudson diz que, em sua Secretaria, por exemplo, jamais recebeu pedido da ALEP para promover nomeações de parentes de deputados. “Esta possibilidade é zero no Governo também”, assegura Hudson.

O jornalista admite que o Governo não pode simplesmente vetar a designação de um bom quadro funcional por ter ele alguma ligação familiar com dirigentes de outros poderes.

Acha Hudson que “é muito natural que as pessoas tentem se localizar no mercado de trabalho”, o que pode incluir empregos no Governo do Estado.

Mas que “isso não é parte de negociações tipo nepotismo cruzado”.

O jornalista deu exemplo concreto: “Se a neta de um desembargador é aceita para trabalhar no Governo do Estado, e ela preenche todos os requisitos para a função, não seria justo impedi-la de trabalhar”.

NA PRIMEIRA SECRETARIA

Para uma fonte do MPE ora voltada ao exame da questão ‘nepotismo cruzado’ na Assembleia Legislativa, a Primeira Secretaria da ALEP, comandada pelo deputado Luiz Cláudio Romanelli, estaria “centralizando as negociações”.

Também naquela Secretaria estariam sendo acolhidos parentes de secretários de Estado.

Mais informações não foram acrescentadas pela fonte do MPE, para a qual “tudo está começando, vamos devagar para fazer um bom trabalho, no resguardo da lei”.

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