Começamos uma nova década com bons sinais da economia brasileira. As coisas estão melhorando aos poucos, mas estão melhorando.

Outro dia assisti em um telejornal nacional uma matéria sobre uma grande fila em busca de emprego. O jornalista que apresentou a matéria fez críticas, falou do desemprego e sou viu problema onde existia uma boa notícia.

E a boa notícia era que as empresas estavam voltando a investir, que naquela cidade antes não existe aquela indústria e muito menos a possibilidade de 200 novos empregos. Esses empregos movimentarão a economia local, porque os trabalhadores dessa nova empresa vão consumir na cidade. Os filhos dos funcionários vão estudar nessa cidade. O comércio ganha, a indústria ganha, a prefeitura, que vai arrecadar mais impostos, também ganha, e pode voltar a investir em obras para melhorar a vida da população.

Tem um ditado antigo que diz que: o pior cego é aquele que não quer ver.

Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta populares na entrada do Palácio da Alvorada – Ag. Brasil

Tem uma parte da imprensa que não quer ver que o Brasil está melhorando, que não vão às ruas ver o que realmente está acontecendo com o nosso pais nesses últimos 3 anos.

É uma gente rancorosa que prega quanto pior, melhor.

Eles acabam comprando briga com a pessoa errada, nesse caso o presidente Jair Bolsonaro. Pessoa errada, não porque ele está colocando a economia do Brasil nos trilhos, e merece elogios, mas sim, porque ele tem uma incontinência verbal. Fala mais que a boca, e fala errado.

Não existe democracia sem imprensa livre. E o presidente perde a razão quanto ataca a imprensa chamando seus jornalistas gays, japonesas ou negros.

Presidente Bolsonaro menos por favor. Pensar antes de abrir a boca não faz mal a ninguém, muito menos ao presidente da República.

O senhor deveria se preocupar com as grandes causas nacionais e também com a gestão do seu governo.

É inadmissível permitir que um secretário nacional de Cultura, publique um video nas redes sociais usando frases de um dos maiores líderes do Nazismo. Achar isso bacaninha ou brincadeirinha saudável é profundamente lamentável.

Milhões de pessoas foram mortas em campos de concentração, assassinadas, torturadas, usadas como cobaias humanas por sádicos travestidos de militares nacionalistas.

Depois que pisa na bola não adianta reclamar da imprensa. O negócio é não pisar na bola e fazer as coisas direito.

 Alexandre Teixeira
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná e pós graduado em gestão pela Fundação Getúlio Vargas.

Tem passagens por diversos veículos de comunicação, como TV Bandeirantes, TV OM (hoje CNT) e Gazeta do Povo, onde permaneceu por 11 anos.