Errar é humano, mas persistir no erro é burrice.
O presidente Jair Bolsonaro tem persistido nos seus erros. A cada dia comete um novo erro, equívoco ou falha que só dificuldade o seu governo.
Boa parte da população se pergunta se existe ou não governo.
Bolsonaro tem visto derreter e sua popularidade e a cada dia que passa, a cada novo erro, os seus eleitores debandam para o lado contrário.
Presidente Bolsonaro – reprodução

As pessoas começam a se questionar se fizeram o certo ao botar no Capitão a faixa de presidente. Quando lembram que foi para derrotar a quadrilha do PT, responsável pelo maior escândalo de corrupção da história, se sentem mais confortáveis.

Mas estamos no nosso limite.
Primeiro foi a saída do Ministro da Saúde, Mandetta, que foi trocado por um médico que até agora não sabe o que está acontecendo no país.
Depois foi Sérgio Moro, o ministro mais popular do governo, responsável pelo combate à corrupção, que foi fritado por uma “quadrilha” instalada no Congresso Nacional com a ajuda do próprio presidente.
Agora vem o desrespeito com as famílias de mais de 5 mil mortos pelo coronavírus. Com outras famílias que até agora não sabem porque morrerem os seus filhos, pais ou avós, porque o Brasil não é capaz de testar os que estão vivos imagina aqueles que já se foram. Viraram estatística, números em covas coletivas dentro de cemitérios superlotados.
“E daí? Eu lamento. Quer que eu faça o que?”.
Nós brasileiros queremos que o senhor presidente governe. Que tenha maturidade para ser presidente. Que não fique brigando com governadores e prefeitos e sim trabalhe ao lado deles para resolver os problemas da população.
Que ao invés de varrer os erros dos outros para debaixo do debate, mostre que é um estadista e que corte a própria carne se isso for necessário. O Brasil quer um líder que possa nos guiar nessa crise e não um indivíduo sem respeito pela vida humana, egocêntrico e inseguro.
Bolsonaro será lembrado como o pior presidente da história do Brasil, assim como Lula será lembrado por ter sido o mais corrupto e Dilma por ter sido a mais incompetente.
Bolsonaro deve aproveitar para religar o aquecimento da piscina do Palácio da  Alvorada, usufruir dos dias que lhe restam no cargo, porque reeleito ele não será, nem que leve outra facada na barriga. Na verdade ele corre o sério risco de sair do cargo antes da hora em virtude dos seguidos erros que comete. Quando isso acontecer será a vez do povo dizer para ele: E daí? Lamentamos. Você queria que nós fizemos o que?
Alexandre Teixeira
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná e pós graduado em gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Tem passagens por diversos veículos de comunicação, como TV Bandeirantes, TV OM (hoje CNT) e Gazeta do Povo, onde permaneceu por 11 anos.