O motociclista de 20 anos socorrido em estado grave após ser atingido por um caminhão na tarde da última segunda-feira (13), na BR-116, em Fazenda Rio Grande, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois do acidente na rodovia. João Vitor Esquelbeck chegou a ser transportado com vida, pelo helicóptero do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) ao Hospital do Rocio, em Campo Largo, também na RMC.

À Banda B, o pai da vítima fatal, Natalino Firmino, afirmou nesta quarta-feira (15), que um terceiro veículo foi o causador da situação que levou à morte do filho.
“O carro foi o causador. O carro bateu nele e o derrubou embaixo da carreta. Na real, o caminhoneiro fugiu e os ‘motoqueiros’ foram atrás e conseguiram pará-lo. Ele ficou em choque, entendeu. Mas o carro fugiu e temos que ver se há alguma filmagem, de alguma câmera, para poder localizar. Ver quem realmente é o culpado, né”, iniciou.
No dia do acidente, testemunhas afirmaram à Banda B que a vítima estava parada em um sinaleiro fechado aos motoristas, quando o caminhão a atingiu. Porém, o condutor do caminhão afirmou à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que o sinal estava verde, o piloto entrou na frente do veículo de grande porte e foi impossível evitar o acidente. A versão do caminheiro à PRF também foi reforçada por outras testemunhas.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Fazenda Rio Grande, irá investigar o caso.
João Vitor
Segundo Firmino, João Vitor deixou uma filha de dois anos e oito meses, mas também a companheira que está grávida e tem o filho que está prestes a nascer. O pai do motociclista pede justiça.
“Pedimos que comparecesse”, começou o entrevistado se referindo ao condutor do terceiro veículo que estaria envolvido na situação. “Vamos ver quem foi o culpado, realmente. A família está arrasada, ele não volta mais, entendeu. Muito difícil, 20 anos de vida jogados fora desse jeito”, lamentou o pai.
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