Por Elizangela Jubanski
Legenda: Rua General Mario Tourinho. Foto: EJ/Banda BHá três dias o trânsito em Curitiba registra altos índices de congestionamentos. Diretamente proporcional à falta de transporte coletivo na capital, as principais ruas de acesso bairro/centro continuam um caos na manhã desta sexta-feira (17). Às 8h29, Curitiba registrava 116 quilômetro de lentidão em toda a cidade. Os dados são da empresa de mapeamento de trânsito Maplink. A média de trânsito para o mês de março é de 70 quilômetros, segundo o mapeamento.
Motoristas relatam que o tempo nos trajetos tem dobrado nos últimos dias. Um dos pontos com grande lentidão na cidade inicia na Avenida Pres. Arthur Bernardes, no bairro Portão, e se estende até a General Mario Tourinho, no Campina do Siqueira. Também no mesmo bairro, segundo a Secretaria de Trânsito por meio de boletins de trânsito, há grande congestionamento na rua Padre Giácomo Cusmano, que liga a Alameda Júlia da Costa à rua Padre Anchieta. Movimento intenso também na rua Padre Agostinho, a partir da Jerônimo Durski até o acesso à rua General Mário Tourinho, que é o caminho de quem sai da cidade em direção a Ponta Grossa ou Foz do Iguaçu.
Até as 8h40, também no Alto da Glória, a rua Padre Antonio, que passa ao lado do Colégio Estadual do Paraná, está bastante movimentada entre as avenidas Agostinho Leão Júnior e João Gualberto, segundo boletim oficial da Setran. Outras regiões também, como a rua João Falarz, no bairro São Braz, no acesso à BR-277, viaduto do Orleans, e na continuação da Avenida Toaldo Túlio.
A Avenida Getúlio Vargas também registra pontos de lentidão até o Centro, assim como a Avenida Presidente Affonso Camargo e a Visconde de Guarapuava. Confira outras ruas congestionadas em tempo real no Maplink, clicando aqui.
Ônibus
A greve no transporte atingiu o terceiro dia com 40% da frota circulando, abaixo do que determina a Justiça: 50% para horários de pico (das 5h às 9h e das 17h às 20h). Ontem, o índice ficou em torno de 40 % da frota, disse a Urbs, também abaixo do que foi estabelecido. Motoristas e cobradores querem 15% de reajuste, acima do que as empresas de ônibus oferecem, que é de 5,43% de INPC.
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