Por Marina Sequinel e Antônio Nascimento
O delegado Rubens Recalcatti, da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio, pediu para que o suspeito de matar o guarda municipal Roni Fernandes se apresente à polícia. Segundo ele, é só uma questão de tempo para que a prisão contra o rapaz, já identificado, seja cumprida.
Roni Fernandes era guarda municipal de Curitiba e tinha uma ONG voltada aos direitos humanos. (Foto: Divulgação/GM)“O nosso trabalho é incansável. Toda informação que chega até nós é apurada. Ele deve ser preso o mais rápida possível, talvez em algumas horas. Por isso, recomendo que ele se apresente à polícia, senão, nós é quem vamos buscá-lo”, afirmou o delegado em entrevista à Banda B na tarde desta sexta-feira (17), uma semana após o crime.
Na ocasião do assalto que vitimou Fernandes, o suspeito, que possui antecedentes criminais, roubou cerca de R$ 5 mil de uma distribuidora de doces no Centro de Curitiba. “Como tem dinheiro, ele pode estar tanto na capital quanto ter viajado para outra cidade. Mas estamos ao encalço dele com certeza”, completou Recalcatti.
Na tarde de ontem, a polícia interceptou um ônibus na BR-476, em Araucária, na região metropolitana, a procura do suspeito. Ele não foi encontrado.
O caso
Roni Fernandes foi baleado na cabeça após um assalto a uma loja de doces no cruzamento da Rua André de Barros com a Lourenço Pinto. Ele chegou a ser encaminhado às pressas para o Hospital Cajuru, mas não resistiu e acabou morrendo.
No mesmo dia, a GM divulgou imagens que mostram o suspeito roubando o estabelecimento e correndo pela região após o crime. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) é responsável por investigar o caso.
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