Nos próximos três dias, 25 funcionários da Rodoviária de Curitiba, que estavam trabalhando no dia 3 de novembro de 2008, quando a menina Rachel Lobo Genofre foi encontrada morta dentro de uma mala, serão ouvidos pelos investigadores da Delegacia de Homicídios de Curitiba. Desde que assumiu o caso, há quatro meses, o delegado Rubens Recacaltti, da DH, vem aprimorando as investigações e corrigindo possíveis falhas no inquérito policial.

A pessoas intimadas nesta semana foram deixadas de lado e não haviam sido ouvidas sobre o caso, conforme contou à Banda B o investigador Carlos Henrique, da equipe do delegado Recalcatti. “Vamos receber todos e apurar as informações que podem ter ficado de lado. Estamos trabalhando dia e noite neste caso e queremos uma solução”, destacou.

Entre as novidades desde que Recalcatti assumiu estão, por exemplo, uma mulher que pode estar envolvida no crime, um novo retrato falado do suspeito e um pedido de DNA para um suspeito preso no Rio de Janeiro. Confira as informações na notícias relacionadas.

O caso

No final da tarde do dia 3 de novembro de 2008, a menina Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre deixava o Instituto de Educação, no Centro de Curitiba, após o término das aulas, por volta das 17h30. O tchau dado pela garota aos colegas de classe, naquela segunda-feira, é a última lembrança que se tem de Rachel ainda viva. O corpo da garota, morta por esganaduras no pescoço, só foi encontrado dois dias depois, na noite do dia 5, dentro de uma mala abandonada embaixo de uma escada, na Rodoferroviária de Curitiba.