Por Luiz Henrique de Oliveira e Bruno Henrique

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João Rafael está desaparecido há mais de um ano (Foto: Arquivo Familiar)

O dia 29 de agosto deveria ser de comemoração para Lorena Cristina, mãe do pequeno João Rafael Kovaski. Se ele estivesse em casa, em Adrianópolis, na região metropolitana de Curitiba, completaria amanhã três anos de idade, ao lado dos pais. Infelizmente, a realidade é outra. Desaparecido desde o dia 24 de agosto de 2013, a família vive um misto de injustiça e esperança. Ninguém sabe onde o garoto está, mas uma nova pista surgiu. A família garante que cinco testemunhas dizem que João Rafael pode ter sido vendido a um empresário por mais de R$ 30 mil.

Lorena Cristina afirmou hoje à Banda B que não pode acusar ninguém sem ter prova, mas que testemunhas disseram ter visto uma mulher, que seria conhecida da família, entregando João Rafael a um empresário. “O que eu sei é que cinco testemunhas acusam um empresário e uma mulher. Quem acusa e fala isso, também tem que ser investigado, não importando quem seja. Eu só quero Justiça”, afirmou.

A mãe explicou que a suposta venda teria sido feita em um valor acima de R$ 30 mil. “Isso é uma suspeita. As pessoas ficam falando, mas não dão muitas informações. O empresário não é próximo da família, mas conhecido apenas de vista”, descreveu. Esta pessoa que teria “comprado” o menino, o teria levado ao exterior.

A Banda B tenta contato com o Sicride (Serviço de Investigação de Criança Desaparecida), que investiga o caso, para saber mais informações sobre esta nova hipótese, que até o momento não foi confirmada pela polícia.

Por fim, a mãe falou que a esperança de ter João Rafael de volta nunca terminará. “Eu só vou descansar com ele ao meu lado. Quem tiver informação precisa avisar o Sicride, que investiga o caso. A saudade que sinto dele é imensa. Eu não consigo descansar enquanto não souber o que aconteceu. Eu não quero que ninguém seja punido e nem saber quem o levou, só quero o João Rafael de volta”, concluiu.