Da Redação

O superintendente da Delegacia foi preso em flagrante nesta quinta-feira (24), por agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), pelo crime de corrupção passiva. O policial foi autuado por ter solicitado e recebido R$ 300 de um comerciante da cidade para fornecer proteção a ele.

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Foto: Arquivo Banda B

Segundo aponta a investigação do Gaeco, o valor deveria ser pago a policiais civis da Delegacia do Alto Maracanã todo dia 10 de cada mês, como uma espécie de “mesada”.

De acordo com o delegado-chefe de Investigação da Polícia Civil, Luiz Cartaxo Moura,  esse foi um procedimento normal assim que há a constatação do crime e o superintendente pode até ser expulso da corporação. “Ele está sendo submetido a uma investigação devido a conduta e se confirmado será punido pelo crime que cometeu”, disse.

Vale lembrar que esta é a mesma delegacia que ficou inicialmente responsável pela investigação do Caso Tayná no ano passado. O delegado Silvan Rodney Pereira chegou a ser preso acusado de tortura contra os quatro suspeitos pelo estupro da menina. O caso ainda não teve uma solução.